O momento em que Tony leva o lanche do entregador
Reprodução/Câmera de segurança
O momento em que Tony leva o lanche do entregador

Na última semana, um cachorro ficou famoso nas redes sociais após “furtar” o lanche de um entregador de uma lanchonete, na região de Votorantim, em São Paulo. Acontece que, o que se pensou ser um cão de rua, na verdade é um cachorro de estimação de um morador vizinho a lanchonete em que o “crime” aconteceu.

O cãozinho se chama Tony, e é o cachorro de estimação de Armando Francisco Denarti, que soube do ocorrido pela televisão, quando reconheceu o pet nas imagens. Ao G1, Armando contou que é quase impossível manter o cachorro em casa e que já fez de tudo para isso, mas o pet, que ele considera “muito travesso” escala o portão, sobe na arvore e, se deixar, até no telhado da casa.

O “furto” aconteceu no dia 29 de julho, em uma lanchonete na avenida Gisele Constantino, que fica perto da casa onde o cachorro mora e que, segundo conta o tutor, o animal já está habituado a andar por ali, recebendo até mesmo alguns mimos de pessoas que lancham no estabelecimento.

Armando conta que já tem o pet há pelo menos cinco anos e que já o adotou adulto, além dele, possui mais um cachorro e um gato e que Tony é bastante carinhoso com os irmãos, apesar de muito arteiro.

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Gabriel Henrique, Armando Francisco e Tony se encontraram após o roubo inusitado
Reprodução/Arquivo pessoal
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Já Gabriel Henrique de Oliveira, o entregador que teve a refeição da noite levada pelo cachorro, contou que trabalha no local há seis meses e que sempre faz as refeições ali. No dia em que teve o lanche levado, ele acreditou ter sido um andarilho e que não se importaria se fosse, mas pediu que o patrão verificasse as câmeras de segurança, por curiosidade, e então viu que quem levou o jantar foi o caramelo – como chamam o cãozinho por ali.

"Não imaginava que a história ganharia tanta repercussão. Tem muita gente me procurando. Foi algo engraçado que aconteceu. O caramelo ficou famoso”, contou ao G1.

Gabriel contou que essa foi a primeira vez que algo assim aconteceu e que, apesar de ter trabalhado o resto da noite com fome, afirmou que ganharia outro lanche se quisesse, mas que preferiu não pedir.

"O pessoal que trabalha ao lado com ele tem a mania de dar as massinhas de esfirra para ele comer. Acostumaram ele ali. Sempre ele fica rondando o local, mora ao lado. Eu não pedi outro lanche, se eu pedisse eles davam, lá é sem miséria", afirmou.


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