Dwight morava em arbustos e tinha medo de chegar perto de Morgan Payne, mas logo se tornou um parceiro amável e carinhoso
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Dwight morava em arbustos e tinha medo de chegar perto de Morgan Payne, mas logo se tornou um parceiro amável e carinhoso


O que você faria se um  gatinho pequeno e muito assustado aparecesse no quintal da sua casa? Isso aconteceu com Morgan Payne, no Tennessee, Estados Unidos, quando o gatinho Dwight apareceu em sua casa. Os dois desenvolveram uma forte amizade e, com tanto carinho, o gatinho se tornou um obcecado por carinhos na barriga .

No entanto, nem sempre essa amizade foi assim. Quando Dwight apareceu pela primeira vez, estava muito assustado e com fome. “Ele estava morando do lado de fora, nos arbustos, estava muito arisco. Eu não conseguia nem olhar para ele sem que ele fugisse”, diz Morgan. Apesar de ter começado a dar ração para o gato , ele também fugia quando ela tentava aproximar sua mão dele.

“Depois de um tempo, quando ele percebeu que eu era uma fonte de comida, ele me deixou olhar para ele”, explica. Em vídeo publicado pelo canal The Dodo, ela mostra que conseguiu se aproximar dele neste momento, mas ainda não havia tocado Dwight.


Com o tempo, Dwight começou a simplesmente aparecer nas escadas do deck de madeira de Morgan e sentar quietinho e pacientemente nas escadas, esperando por comida. O primeiro contato físico com o gato foi surpreendente. “Na primeira vez que pensei que ele poderia me deixar tocá-lo, ele me cheirou e eu pensei: ‘beleza, consegui”, afirma.

Mesmo após ter conquistado a confiança de Dwight, Morgan recebia ainda assim algumas rosnadas do gatinho. Mas bastava ela colocar o dedo indicador próximo de seu nariz que Dwight se acalmava. Ela afirma que depois que conseguiu tocá-lo mais vezes, ficou muito feliz.

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Depois disso, foi só “ladeira abaixo” no quesito fofura: Dwight começou a levantar a barriguinha para cima para pedir carinho e se aninhar nas pernas de Morgan; além de fechar os olhos e se entregar completamente aos carinhos. A mulher explica que levou 7 meses até que ele passasse a confiar nela.

Conforme o inverno foi ficando mais intenso, Morgan percebeu que Dwight estava congestionado e podia ter uma pequena gripe. Foi quando ela finalmente conseguiu colocá-lo dentro de sua casa e, depois disso, levá-lo ao veterinário. Lá, ela descobriu que ele poderia ter em torno de 2 anos de idade.

Também foi dentro de casa que Morgan afirmou a Dwight que ele precisava de um banho, enquanto o gatinho se lambia todo. “Você precisa de um banho, é verdade. Mas você continua lindo”, ela diz ao gato, que parece reagir a sua afirmação, dando ar cômico para a cena.

“Ele ficou comigo e nós passamos tempo no meu escritório. Ele se sentava no parapeito da janela, embaixo do aquecedor, e olhava para fora, para a neve. Ele recebeu carinhos na barriga e comprei a ele uma escova especial, que ele adorava. Ele ficava no meu colo, ele só queria ficar perto de alguém e era muito fofo”, conta Morgan.

Dwight passou um bom tempo com Morgan, mas foi ficar com uma mãe adotiva chamada Jaclyn Payne, onde recebeu o dobro de carinho e passou ainda mais tempo em colos quentinhos. Ele precisou ficar lá porque Morgan já tinha cinco outros gatos e Dwight precisa ficar sozinho, já que possui Vírus da imunodeficiência felina (FIV), a Aids Felina , e pode transmiti-la para outros gatos.

Jaclyn também não poderia ficar definitivamente com Dwight, já que ela frequentemente recebe outros gatinhos para ficarem em sua casa enquanto não são adotados. “Ele está indo muito bem, se transformou completamente. Quando o encontrei, não conseguia nem olhar para ele e agora ele olha para você com olhos amáveis. Dá para perceber que ele está muito feliz”, afirma.

Morgan e Jaclyn esperam que Dwight possa ser adotado em breve por uma família que o ame da maneira que ele a amará. “Ele vai ser o amigo especial de alguém, porque é o que ele realmente é”, diz Morgan. Veja o vídeo!


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