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A direção do hospital permitiu que Peter Robson, que estava em estado terminal, se reencontrasse com seu cãozinho

Dizer "adeus" nunca é fácil, especialmente durante os últimos preciosos momentos de vida, quando é preciso contar para as pessoas - e animais -, o quanto você se importa com elas e o tanto que elas significam para você. Mas como seria possível se despedir do seu cachorro em um hospital, onde as regras de segurança proíbem pets a todo custo?

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Infelizmente esse foi o cenário que Peter Robson, um britânico de 70 anos de idade, enfrentou nessa última terça. O maior desejo do idoso, que estava em estado terminal, era rever o seu melhor amigo, um border collie chamado Shep. Essa situação chegou aos ouvidos dos administradores do hospital , que resolveram tomar uma atitude.

A administração do hospital permitiu que Robson visse o seu melhor amigo uma última vez.
Reprodução/ Facebook Ashley Stevens
A administração do hospital permitiu que Robson visse o seu melhor amigo uma última vez.


A decisão do hospital

O estado de Robson era crítico. Ele sofria de uma fibrose em seus pulmões que estava rapidamente drenando a sua vitalidade. Sua neta, Ashley Stevens, contou em uma entrevista para a BBC que o último desejo do seu avô era conseguir ver o pet mais uma vez. "Meu avô e Shep se tornaram melhores amigos. Ele o adotou nove anos atrás, quando a minha avó faleceu, desde então o cãozinho o faz companhia".

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Os protocolos de controle de infecções ditam que animais só são permitidos dentro de hospitais em circunstâncias excepcionais. Foi com isso em mente a equipe do hospital, localizado na cidade britânica de Dundee, resolveu autorizar que Shep revisse o seu tutor.

A família só foi avisada 20 minutos antes da visita que Shep estava autorizado a entrar no quarto de Robson. As imagens do reencontro, publicadas por Ashley nas redes sociais, mostram que todos os presentes ficaram emocionados diante a cena. "Eu ainda não acredito que o seu pedido foi realizado e que eles moveram mundos e fundos para fazer um homem morrendo feliz."




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Uma das supervisoras do hospital , responsável pelas enfermeiras que permitiram o acontecimento, declarou que "não podia agradecer-las o suficiente por fazerem de tudo para trazer conforto para Robson e sua família." 

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