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Diabetes está entre um dos problemas de saúde que tanto pets quando tutores podem ter

Doenças comuns entre humanos e pets não são raras. Além disso, muitas vezes os sintomas são os mesmos e cada vez mais aumenta o número de problemas de saúde que acometem animais e seus tutores.

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Cinco doenças que humanos e animais têm em comum
Reprodução/ Pinterest
Cinco doenças que humanos e animais têm em comum


Sinais como beber muita água, urinar e perder peso podem indicar alguma disfunção no corpo do cão ou gato, assim como no de seu dono. Para saber quais doenças podem acometer tanto humanos quanto animais, fizemos uma lista com as principais. 

Diabetes 

Essa é uma doença que acomete tanto animais quanto humanos. Mas os cachorros, por exemplo, não têm o tipo 2 de diabetes e têm uma tendência maior a desenvolver o tipo 1. E isso porque o sistema imune do corpo o impede de produzir insulina, que é um hormônio importante para armazenar açúcar de forma segura.

Os diabéticos costumam ficar com sede constante, urinam com frequência e perdem peso, o que acontece com macacos, coelhos, cachorros, gatos e humanos. O tratamento dessa enfermidade pode incluir injeções de insulina.  

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Cinco doenças que humanos e animais têm em comum
Reprodução/ Shutterstock
Cinco doenças que humanos e animais têm em comum


Disfunção da tireoide 

Se seu gato é hiperativo, inquieto e tem perdido muito peso, apesar de comer muito, ele pode estar com hipertireoidismo. Isso acontece quando quando a glândula tireoide, no pescoço, produz hormônios em excesso e é comum acometer seres humanos também. 

Já os cachorros têm mais probabilidade de sofrer de tireoides pouco ativas. Os tutores precisam ficar atentos a certos sinais comuns aos humanos, como aumento de peso, preguiça e lentidão. E assim como em humanos, uma terapia de substituição do hormônio da tireoide pode ajudar. 

Uma solução para a disfunção do gato é dar uma injeção de iodo radioativo, de forma que se concentre na glândula tireoide e emita radiação, matando células ativas demais. Apesar desse tratamento, o gato precisa ser mantido em isolamento por várias semanas, já que ele pode emitir radiação em suas caixinhas de areia por algum tempo.

Cães que tomam Viagra 

Viagra é uma droga famosa por ajudar homens com disfunção erétil. No entanto, antes de ser usada para esse fim, os cientistas fizeram várias análises para ver se era possível o uso do medicamento para ajudar na pressão alta.

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Cinco doenças que humanos e animais têm em comum
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Cinco doenças que humanos e animais têm em comum

Então, no caso dos cães com problema de respiração ou que desmaiam de repente, é comum o veterinário receitar o medicamento para tratar a hipertensão pulmonar (pressão alta nos pulmões) nesses pets. 

Mas a dúvida principal é: o tutor pode dar as próprias próprias pílulas aos animais? Não, porque as drogas são formuladas e licenciadas separadamente para humanos e bichos. 

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Vírus da Imunodeficiência Felina 

Esse vírus, também conhecido como FIV, na sigla em inglês, deixa o sistema imune dos gatos bem debilitado e, portanto, fica mais difícil do organismo combater outras infecções. Pode, inclusive, ser comparado ao efeito do HIV em humanos. 

Febres persistentes, pelos frágeis e perda de apetite são pos sintomas mais comuns em gatos contaminados. Além disso, inflamações nas gengivas e infecções crônicas na pele, olhos, bexiga e vias aéreas superiores podem indicar esse problema sério de saúde.

Cinco doenças que humanos e animais têm em comum
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Cinco doenças que humanos e animais têm em comum


Epilepsia 

Não são só os humanos que podem ser epilépicos: cães e gatos também podem sofrer com essa doença. O problema maior desse distúrbio é que os sintomas são difíceis de serem identificados. O único indicativo realmente mais concreto são as convulsões.

Para que os bichinhos se recuperem, podem ser tratados com pílulas antiepilépticas, apesar de nem sempre funcionarem em todos os animais.

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E é importante o tutor não deixar de levar o pet no veterinário ao perceber qualquer sinal dessas doenças comuns entre humanos e animais.

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