
Um vídeo fofo que tem chamado a atenção nas redes sociais mostra a pequena Ayla em uma missão que deveria ser simples: ajudar a titia Ana a recolher as bolinhas de uma quadra de tênis. Só que a filhote parece não ter entendido muito bem o objetivo da tarefa.
Acompanhada por Douglas Levi, de Cuiabá, Ayla aproveitou a oportunidade para correr, brincar e se divertir pelo espaço.
Entre uma bolinha e outra, a filhote deixava de lado a função de ajudante e transformava o momento em uma verdadeira brincadeira.
A cada tentativa de recolher as bolas, Ayla encontrava uma nova maneira de se distrair. Em vez de agilizar o trabalho da titia Ana, a pequena acabou tornando a tarefa muito mais divertida e, provavelmente, também mais demorada.
Com tanta energia e disposição para brincar, Ana precisou de bastante paciência para conseguir terminar a “catação”.
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Pesquisa da Universidade de Bristol, no Reino Unido, indica que a falta de brincadeiras pode causar agitação, latidos excessivos e destruição de objetos.
O estudo, que acompanhou mais de 4 mil tutores e repercutiu no Daily Mail, reforça que atividades lúdicas são essenciais para a saúde física e mental dos cães.
Segundo os pesquisadores, brincar estimula áreas do cérebro ligadas ao prazer e à socialização, aumentando os níveis de ocitocina, hormônio associado ao vínculo afetivo.
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Comportamentos como morder móveis ou correr com objetos podem indicar falta de estímulo, embora seja importante descartar problemas de saúde.
O tempo ideal varia conforme a raça e o perfil do animal: cães mais ativos podem precisar de até 40 minutos diários, enquanto outros se satisfazem com 10 a 15 minutos. Jogos de busca, desafios de faro e brinquedos interativos estão entre as opções recomendadas.
Especialistas orientam evitar brincadeiras que incentivem mordidas e adaptar as atividades à idade e às condições de saúde do cão. Filhotes, adultos e idosos se beneficiam do estímulo, desde que respeitados seus limites.