Diagnosticada com a síndrome da fadiga crônica, Nikita Barney é uma jovem britânica que experencia muito cansaço e, em dias extremos, precisa dormir por 22 horas. Sonhando em trabalhar com animais, viu sua vontade arruinada pela doença, já que não conseguia se garantir em nenhum trabalho de tempo integral. "Ninguém quer contratar uma pessoa que trabalha por um dia e depois precisa de uma semana de recuperação", contou ao site Metro UK.  Os impecilhos de sua doença a levaram a uma forte depressão, foi quando ela leu um artigo sobre gatinhos abandonados que mudou a sua vida.

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mulher posa para foto ao lado de gato arrow-options
Reprodução/ Facebook
Após entrar em contato com o programa Cats Protection, Niki encontrou uma razão para viver

"Eu estava  desesperada em encontrar alguma coisa para fazer, quando encontrei um artigo escrito pelo Cats Protection que falava sobre gatinhos abandonados."

Nikita entrou em contato com o programa que a achou a candidata ideal para tomar conta de alguns dos gatinhos. Em agosto de 2019, ajudaram-na a construir um ambiente acolhedor para os felinos no quintal de sua casa, com uma cabine isolada onde haviam caminhas macias para os bichinhos, arranhadores e alguns brinquedos.

cinco gatinhos olhando para a foto em uma cabine feita para eles arrow-options
Reprodução/ Facebook
Junto ao Cats Program Nikita arrumou um lar aconchegante para receber os gatinhos

"Desde o momento em que deixaram o primeiro gatinho, minha vida mudou. Passei a ter uma razão para levantar de manhã pela primeira vez em anos", conta Nikita.  

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Após o primeiro gatinho, ela não quis parar mais. Quando perguntada se poderia acolher uma gata que estava grávida, não hesitou. "Eu fui de apenas um gato, para cinco novos filhotes para tomar conta também."

A mulher que antes achava que nunca conseguiria encontrar um trabalho significativo e que confiasse nela apesar de sua síndrome, hoje vê sua vida completamente mudada pelos bichanos após cinco meses tomando conta deles. Ela conta ao site Metro UK que até mesmo sua vida social deu uma guinada significativa. "Estou sempre em contato com pessoas que se interessam pela adoção, e tenho organizado visitas para eles conhecerem os filhotes também."

Mesmo que tenha a doença pelo resto de sua vida, Nikita agora consegue enxergar uma razão para viver. 



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