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Os gatos Poncha e Leeno possuem um perfil no Instagram com mais de 20 mil seguidores, onde seus donos conscientizam os fãs dos pets sobre asma felina

Você sabia que os gatos também podem sofrer com problemas respiratórios e isso é mais comum do que se imagina? Os irmãos Leeno e Poncha se tornaram conhecidos no Instagram justamente por sofrerem de asma felina e, atualmente, são responsáveis por conscientizar as pessoas sobre esse assunto. 

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dois gatos com inaladores no rosto
Reprodução Instagram
Os irmãos Leeno, à esquerda, e Poncha, à direita, sofrem de asma felina

Leeno e Poncha foram adotados com 12 semanas de idade, em outubro de 2017, por Katja e seu namorado Tobi, em Berlim, na Alemanha. A princípio, o casal não sabia do problema de saúde dos irmãos, porém quando perceberam que os pets tinham muita dificuldade de respirar quando brincavam, resolveram investigar.

“Primeiro pensamos que eles estavam tentando jogar bolas de pêlo, mas isso começou a acontecer com muita frequência e as tosses soavam diferente. Muito mais áspera e seca do que uma tosse normal. Quando passei a estudar mais sobre doenças de gatos, conheci a asma felina ”, contou Katja em entrevista ao site Metro.

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Depois de submeter os pets a diversos exames, os médicos confirmaram que os dois tinham asma brônquica e, neste caso, são necessários diversos medicamentos, além de inalador com medicação duas vezes por dia, e check-ups frequentes.

Katja resolveu compartilhar suas descobertas e experiências sobre a asma felina para ajudar outros donos de gatos que não conhecem muito sobre a doença. Essa ideia deu tão certo que, atualmente, os irmãos possuem mais de 22 mil seguidores em seu Instagram . “Queremos aumentar a conscientização sobre a condição respiratória deles. Estamos sempre compartilhando como é o diagnóstico, tratamento, quais são os gastos, etc”, conta Kadja.

Apesar de tamanha dedicação, o casal enfrenta dificuldades para arcar com os gastos da doença. A medicação custa 60 euros, e deve ser comprada todo mês, e os exames feitos durante o ano custam cerca de 500 euros. Por isso, eles decidiram criar uma página de financiamento coletivo na internet para ajudar com o tratamento contínuo.