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Dispositivo ainda provoca desconfiança, mas é um método seguro, eficiente e que não impõe nenhum risco ao cachorro e propicia resultados mais rápidos

Ainda é bastante conrovertido o uso de coleira eletrônica em cães, no dia a dia ou para adestramento. Isso porque muitas pessoas entendem que o uso do dispositivo equipara-se a tortura em muitos níveis. Esse raciocínio, porém, pode ser facilmente dilatado para o próprio conceito de adestramento.

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Cão com coleira eletrônica arrow-options
Reprodução/Amazon

A questão que deve nortear o racíocinio a respeito do uso ou não de uma coleira eletrônica no adestramento do cachorro é se não utilizar todas as técnicas e ferramentas disponíveis não consiste em maior desumanidade do que o uso adequado de uma ferramenta aversiva?

É preciso entender que há diversos tipos de coleira eletrônica e o conceito foi sendo aperfeiçoado para tornar o dispotivo mais eficiente e menos suscetível a críticas.

A grande maioria dos modelos provoca um formigamento desagradável no cão quando é preciso que ele atenda algum comando ou entenda que fez algo errado. É possível modular o grau desse formigamento. Todos inofensivos ao animal. Os modelos mais modernos dispõem de controle remoto .

O uso da coleira eletrônica pode se dar durante o treinamento com um adestrador profissional - originalmente o conceito foi desenvolvido para treinar cães de caça - ou mesmo sem acompanhamento profissional. Pode ser aplicado para tarefas simples como sentar, deitar, não entrar em área proibida, etc. 

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A coleira eletrônica pode ser usada em qualquer momento da vida do cão, mas pode ser mais educativa e efetiva se usado entre os 6 meses e três anos.