Os animais de estimação sentem frio assim como os humanos. Muitos donos escolhem colocar roupinhas para esquentar os animais, porém alguns cães não gostam e, em gatos, essa opção pode ser perigosa . Assim, temos que pensar em outras formas de esquentar os pets para mantê-los confortáveis em dias mais gelados.

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Os animais também precisam de cuidados especiais no frio


A veterinária Kelli Motta (@kellimotta.vet) explica que o ideal é fazer alterações no ambiente. “Muito tutores têm o hábito de colocar bolsas térmicas de água quente ou até mesmo garrafas Pet com água morna na caminha do animal, de modo que o calor fique diretamente em contato com corpo deles”, afirma. Porém, se o dono não tomar cuidado, isso pode ser problemático. “Podem ocorrer sérias queimaduras e danos à saúde se esses objetos não estiverem devidamente envolvidos em uma toalha ou pano mais grosso”, completa.

Com aquecedores elétricos, o cuidado também deve ser grande. “O ideal é deixá-los longe dos animais de estimação, principalmente aqueles que podem causar queimaduras. Os pets são muito curiosos, e podem se acidentar”, explica Kelli.  

Mas e se meu cão costuma ficar fora de casa durante o dia e noite? “O ideal é que o animal tenha uma casinha, se possível, protegida do sereno, chuva e até mesmo do sol constante, que possa ser direcionada contra o vento e golpes de ar”, afirma a veterinária. Para manter o local quentinho, basta forrar o chão com jornal, papelão, ou cobertores, e elevar a casinha do chão. “Use estrados de madeira ou tijolos para que não passe umidade e frio, prejudicando na manutenção da temperatura corporal do animal.” Se o cão fica dentro de casa, a dica de deixar a caminha elevada também é válida.

O acompanhamento com o médico veterinário é muito importante para ter certeza de que o animal esteja protegido de doenças da estação. Para finalizar, a veterinária fala sobre os cães e gatos sem lar. “Não podemos esquecer dos cães e gatos de rua. Com simples ações solidárias, podemos minimizar o frio deles com doações de rações, cobertores, caixas de papelão, casinhas, bacias de plástico e até mesmo pneus usados forrados com panos e toalhas.”

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