Além de ser um problema para os seres humanos, os animais de estimação também estão sujeitos a desenvolver a chamada de depressão canina
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Além de ser um problema para os seres humanos, os animais de estimação também estão sujeitos a desenvolver a chamada de depressão canina

A pandemia de Covid-19 transformou relações sociais, mas também mudou profundamente a relação das pessoas com seus pets, que passaram a ficar mais tempos juntos na esteira do isolamento social, home office e demais hábitos que emergiram nesses últimos meses.

Com o avanço da vacinação e a vida no caminho de voltar ao normal pré-pandemia, é preciso adotar algumas medidas para evitar uma "separação" traumática para seu pet, que pode sofrer com a ansiedade e apresenta reações inesperadas. Afinal, a dependência emocional de cães e gatos em rellação a seus donos aumenou neste período.

Para quem adotou um cãozinho ou gato durante a pandemia, pensar em como vai ser esse momento é ainda mais importante, pois provavelmente o animalzinho nunca esteve muito tempo sem os humanos em casa.

Para evitar que os pets sofram, o ideal é prepará-los desde agora para quando o momento da separação for inevitável. Uma forma de fazer isso é estimular a independência deles.

Veja algumas sugestões para facilitar esse processo:

  • Coloque os brinquedos dele em outro cômodo da casa e não fique junto
  • Em alguns momentos do dia, fique em um ambiente onde o pet não tenha acesso a você
  • Quando sair, deixe alguma roupa sua à disposição do animalzinho, pois dependendo do nível de dependência que ele tem, seu cheiro pode acalmá-lo
  • No retorno para casa, faça apenas um carinho breve e não fale imediatamente com ele. Assim você evita que ele fique eufórico ou ansioso com sua presença
  • Nos dias que estiver mais tempo em casa, estabeleça um tempo para ficar juntinho do pet e também programe momentos de isolamento

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