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Os cães melhoram a saúde física, mental e, consequentemente, aumentam a expectativa de vida dos idosos

Os animais de estimação podem contribuir com a saúde dos idosos da forma mais bela que se pode imaginar: por meio da amizade. Às vezes eles ultrapassam a categoria de bichinho e assumem o posto de companheiros, parceiros e amigos. Para os idosos esse quadro é ainda mais forte, já que muitos deles enfrentam limitações físicas, ficam mais tempo sozinhos e tem as relações sociais mais escassas.

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O cenário mais comum na vida dos idosos é dos filhos já em suas respectivas casas - uns casados, outros estudando ou viajando. Os parentes estão em cidades diferentes e nem sempre o parceiro(a) existe ou está presente. Os idosos são, em sua maioria, aposentados e precisam encontrar atividades que supram essas horas vagas, as saudades e até mesmo eventos que gastem toda sua energia acumulada.

Eles precisam de companhia e, principalmente de alguém que os motive. Os cachorrinhos podem trazer exatamente isso para a vida deles. 

Saúde Mental

Os cachorros são capazes de manter os idosos ocupados e, além disso, serem companheiros
reprodução shutterstock
Os cachorros são capazes de manter os idosos ocupados e, além disso, serem companheiros


Quer queira, quer não, os cachorros dão trabalho. Eles nos mantém ocupados em determinados momentos do dia e também fazem a companhia necessária para que não fiquemos loucos falando com as paredes e portas. Com eles, podemos conversar, brincar, passear e nos distrair - mesmo que seja arrumando suas artes.

Nesse aspecto a saúde mental fica em dia, uma vez que o cãozinho é capaz de preencher o vazio que algumas pessoas deixaram na vida do idoso. E vai além, ajuda a tratar doenças como a depressão simplesmente por demonstrar carinho, afeto e companheirismo. O cachorro é capaz de retribuir em silêncio toda a energia depositada nele.

Saúde Física

Os cãezinhos podem ser ótimos incentivadores das atividades físicas e das relações sociais
reprodução shutterstock
Os cãezinhos podem ser ótimos incentivadores das atividades físicas e das relações sociais


Sabemos que os cachorros precisam passear cerca de meia hora por dia, estimulando que os donos participem deste momento e se exercitem com ele. Caminhar é um grande feito para que os músculos não atrofiem, mas também incentiva as relações sociais, já que o idoso pode encontrar um conhecido, conversar e ver ambientes novos durante esse momento do dia.

Sem contar que a saúde mental está intrínseca à saúde física, sendo assim, uma pessoa que está com a mente preenchida,  realizada e sabe que tem um amigo ali a sua disposição reflete toda a satisfação no corpo, e este se mantém mais saudável e alegre.

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Felicidade

Estar com eles pode trazer uma satisfação inimaginável aos idosos
reprodução shutterstock
Estar com eles pode trazer uma satisfação inimaginável aos idosos


Tudo está correlacionado, portanto, se você está com sua saúde mental em dia, sua saúde física está te surpreendendo, é muito mais fácil encontrar motivos para estar feliz e satisfeito.

A infelicidade, no caso dos idosos, não está atrelada somente à saudade ou a falta de um ente querido. Mas muitas vezes se dá pela sensação de incapacidade ou de não conseguir “se virar sozinho”. Então, quando sua saúde física e mental está colaborando, fica mais fácil permanecer independente e ainda aproveitar a vida, o cachorro, os netos e a família de maneira leve e sadia.

Aumento da expectativa de vida

A saúde mental e física, somado à felicidade pode aumentar a expectativa de vida do idoso
reprodução shutterstock
A saúde mental e física, somado à felicidade pode aumentar a expectativa de vida do idoso


Por fim, tudo nos leva ao principal ponto: aumento da expectativa de vida. E não é qualquer vida, é uma rotina saudável e prazerosa. A convivência com um animalzinho de estimação pode aumentar drasticamente a sensação de bem estar.

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 A escolha do cão deve colocar em pauta a raça, há de ser uma tranquila e obediente, e também o porte físico do animal. Além disso, é preciso levar em consideração o estado físico do idoso que, quando muito debilitado, pode ver o cachorro como mais um motivo de preocupação e, em alguns casos, um agravamento na sensação de não conseguir mais cuidar de si. 

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Em linhas gerais, o cachorro pode ajudar o idoso em inúmeros fatores. Eles irão se tornar, aos poucos, melhores amigos e enfrentarão juntos não só os momentos difíceis, mas também os mais alegres e felizes.

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