Cachorra pode se comunicar com até 92 palavras diferentes, usando botões
Reprodução/Instagram/The New York Times/@fremson
Cachorra pode se comunicar com até 92 palavras diferentes, usando botões

Uma cadelinha chamada Bunny vem chamando a atenção da internet há algum tempo, devido a sua capacidade de “falar”, por meio do uso de botões. Conhecida pela @whataboutbunny, a pet conta com mais de 6,7 milhões de seguidores no TikTok e mais de 860 mil no Instagram.

Sua tutora, uma designer de joias chamada Alexis Devine, disse ter pesquisado sobre um cachorro que usava uma mesa de som composta por botões circulares, em que cada um dos botões ditava uma palavra, quando pressionado.

Bunny tem quase dois anos e já aprendeu a utilizar cerca de 92 palavras, segundo a tutora. Ao nível de comparação, uma pessoa de dois anos de idade é capaz de usar em média 50 palavras.

A sheepapodle (mestiça de sheepdog com poodle) frequentemente pede para que as pessoas “calem-se” (shut up, em inglês), por meio de seus botões com as palavras “settle down”.

Acredita-se que já são mais de 20 mil anos, desde que os primeiros cães foram domesticados. A maioria deles pode responder a comandos básicos, como “sentar”, “ficar” e “deitar”. Eles podem se recordar de alguns termos comuns, como “passear”, por exemplo. Já alguns demonstram uma capacidade bastante humana em decorar rapidamente os nomes de objetos.

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Nos anos de 1990, a ideia de que o desenvolvimento de cães poderia se comparar ao de uma criança começou a atrair atenção, mas a pesquisa sobre comunicação canina continua bastante precária.

Em 2017, um professor de neuroeconomia da Universidade Emory, chamado Gregory Berns, liderou um programa de treinamento que ensinou os cães a caminharem em um scanner fMRI sem sedação ou restrição.

Com os cães dentro, seus tutores listaram os nomes dos objetos e brinquedos ao redor, enquanto também anotavam formas pouco compreensivas dos nomes dos objetos.

Os scans mostraram que os cérebros dos cães podiam rapidamente distinguir as palavras que eles conheciam das que estavam embaralhadas. Contudo, os cães também pareciam não fazer distinção de palavras de pronuncia semelhantes, como “pá” e “pó”.

Com informações do The New York Times

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