<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><lastBuildDate>Fri, 09 Oct 2026 12:18:44 +0000</lastBuildDate><title>Canal do Pet: Guias, Curiosidades, Cuidados e Serviços</title><description>Canal do Pet: Portal completo sobre cachorros, gatos e animais de estimação. Leia sobre cuidados, curiosidades, adestramentos e serviços no Canal do Pet.</description><link>https://canaldopet.ig.com.br</link><atom:link href="https://canaldopet.ig.com.br/rss/v1/feed" rel="self" type="application/rss+xml" /><item><guid isPermaLink="false">6ac816a03746b0de50c3bbd2</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 10:00:46 +0000</pubDate><title>Três gatos posam juntos no sofá e surpreendem tutora</title><description>Patricia da Paixão registrou os “bebês” da casa acomodados lado a lado, em uma cena que parece até ensaiada para a câmera</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/am/f3/oy/amf3oyhsfrhcxbpcepxdcggjg.jpg"><figcaption>Três gatos posam juntos no sofá e surpreendem tutora<span class="copyright">Reprodução:@patypaixao39/@dommedia.br </span></figcaption></figure><p><strong>Patricia da Paixão</strong>, do Rio de Janeiro, não deixou passar despercebido um daqueles momentos que fazem qualquer apaixonado por animais pegar o celular na mesma hora. </p><p>Seus três <strong>gatos</strong> se acomodaram no sofá e ficaram juntinhos, como se tivessem combinado de fazer uma sessão de fotos em família.</p><p>Os “<strong>bebês</strong>” da casa apareceram confortáveis, dividindo o espaço e chamando a atenção pela <strong>pose</strong>. O mais curioso é que os três pareciam estar perfeitamente à vontade diante da câmera, como se soubessem que estavam sendo filmados e quisessem colaborar com o registro.</p><p>Apaixonada pelos seus grandões, Patricia aproveitou a oportunidade para guardar a lembrança dos <strong>companheiros</strong> reunidos. </p><p>Afinal, quem convive com animais sabe que conseguir registrar todos juntos, tranquilos e bem posicionados pode ser uma missão e tanto, especialmente quando cada um tem sua própria personalidade.</p><p>Dessa vez, porém, tudo pareceu <strong>conspirar</strong> a favor da tutora. Em vez de um sair andando, outro procurar um esconderijo ou alguém resolver interromper a gravação, os três <a href="https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/2016-07-29/cuidados-gato.html">permaneceram no sofá e renderam uma cena cheia de fofura.</a></p><p>Para <strong>Patricia</strong>, no entanto, o melhor da gravação provavelmente foi ter os três “bebês” juntos em um momento tão especial.</p><h2>Por que os gatos gostam de ficar perto uns dos outros?</h2><p>Embora os gatos tenham fama de independentes, muitos deles desenvolvem vínculos com outros animais da casa e podem gostar de dividir espaços de descanso. </p><p>Quando existe uma <strong>convivência</strong> tranquila, ficar por perto pode ser uma forma de aproveitar a companhia e se sentir confortável.</p><p>Ainda assim, cada felino tem seu próprio jeito de demonstrar afeto. Alguns procuram contato físico, enquanto outros preferem apenas <strong>descansar</strong> no mesmo ambiente, mantendo uma certa distância.</p><h2>O gato não é preguiçoso </h2><p>Diferentemente do que muita gente imagina, os gatos não passam o dia dormindo por falta de disposição. Eles são animais crepusculares, ou seja, costumam ficar mais ativos ao amanhecer e ao entardecer, horários em que suas presas estariam em maior movimento na natureza.</p><p>Por isso, é comum que passem boa parte do restante do dia descansando para recuperar a energia que, <strong>instintivamente</strong>, seria utilizada durante a caça.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-09/tres-gatos-posam-juntos-no-sofa-e-surpreendem-tutora.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução:@patypaixao39/@dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Harmonia, Gatos, Felinos</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac80400aa9574ca5cbf1919</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:58:52 +0000</pubDate><title>Gatinha ganha rotina de bebê com direito a berço e música</title><description>Frajola ganha berço, cobertor e até música instrumental na hora de dormir, enquanto a pequena tutora se dedica aos cuidados com o bichano</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c2/qx/su/c2qxsug5p3uprrpdtqzpa4amv.jpg"><figcaption>Gatinho ganha rotina de bebê com direito a berço e música<span class="copyright">Reprodução: @leticia.neves.106 | @gru_play e dommedia.br </span></figcaption></figure><p>A pequena tutora de <strong>Frajola</strong> decidiu que o gatinho merece todos os cuidados de um bebê. Em <strong>Águas Lindas de Goiás, </strong>a menina criou uma rotina especial para colocar o bichano para dormir, com direito a berço preparado, cobertor e música instrumental para embalar o sono.</p><p>A situação foi compartilhada por <strong>Leticia Neves,</strong> mãe da menina, que contou como a filha se dedica aos cuidados com o animal. Na hora de descansar, a pequena organiza tudo para deixar <strong>Frajola</strong> confortável e o acomoda no berço como se estivesse cuidando de um bebê de verdade.</p><p>Depois de preparar o cantinho, ela embrulha o gatinho todinho e coloca uma música tranquila para ajudá-lo a dormir. O resultado é uma cena divertida: de tão enrolado no cobertor, Frajola parece ter pouco espaço para se movimentar.</p><p>Enquanto a menina leva a missão a sério, a mãe acompanha a brincadeira e registra o momento. Para a pequena, não há nada de estranho na rotina: ela está apenas garantindo que seu “bebê” tenha todo o carinho e conforto na hora de dormir.</p><p>Com berço, aconchego e trilha sonora própria, Frajola ganhou um ritual de sono digno de um bebê, mostrando até onde vai a imaginação da menina na hora de demonstrar seu carinho pelo companheiro felino.</p><h2>Bebês que convivem com gatos têm saúde reforçada</h2><p>Os vídeos de  bebês interagindo com gatos viralizam nas redes sociais, encantando milhões com cenas de carinho e brincadeiras. Mas, além de fofos, esses momentos podem trazer benefícios reais para a saúde física e emocional das crianças. </p><p>A convivência com felinos pode fortalecer o sistema imunológico, reduzir o estresse e até mesmo estimular o desenvolvimento emocional dos pequenos. As informações são de Susan Hazel , professora de veterinária na Universidade de Adelaide, na Austrália, para o The Conversation.</p><h2>Gatos e bebês: uma conexão especial</h2><p>Gatos são capazes de reconhecer e responder às emoções humanas, incluindo as de bebês. Quando um gato se aproxima de uma criança, ele muitas vezes demonstra afeto de maneira suave, com ronronados e pequenos toques com a cabeça. Essa interação pode acalmar o bebê e até mesmo ajudá-lo a desenvolver empatia desde cedo.</p><p>Além disso, crianças que crescem com gatos tendem a ter menos alergias e problemas respiratórios . A exposição moderada a alérgenos felinos nos primeiros anos de vida pode fortalecer o sistema imunológico, reduzindo o risco de asma e outras condições alérgicas no futuro.</p><h2>Benefícios para o desenvolvimento emocional</h2><p>A relação entre bebês e gatos também pode influenciar positivamente o desenvolvimento emocional. O simples ato de acariciar um gato libera ocitocina, o hormônio do bem-estar, tanto no animal quanto na criança. Esse contato ajuda a criar laços de confiança e segurança emocional.</p><p>Muitos pais relatam que seus filhos se acalmam mais facilmente na presença do gato da família. Alguns bebês até imitam os sons e movimentos dos felinos, como tentar ronronar ou esticar as mãos para tocar o animal com cuidado. Essas interações estimulam a coordenação motora e a curiosidade infantil.</p><h2>Cuidados importantes</h2><p>Apesar dos benefícios, é essencial supervisionar todas as interações entre bebês e gatos. Felinos podem ser imprevisíveis, e um movimento brusco da criança pode assustá-los. Recomenda-se ensinar os pequenos a tratar os animais com gentileza e sempre manter as vacinas e a higiene do pet em dia.</p><p>Além disso, grávidas e pessoas com imunidade baixa devem tomar precauções extras, como evitar o contato direto com a caixa de areia do gato, devido ao risco de toxoplasmose.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-08/gato-ganha-rotina-de-bebe-com-direito-a-berco-e-musica-para-dormir.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @leticia.neves.106 | @gru_play e dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>frajola, gato, felino, pet, animal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac7f40a3746b0de50c3bba1</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 20:08:07 +0000</pubDate><title>Cão de luxo: pet se recusa a deitar no chão e dorme na cadeira</title><description>Vídeo mostra Luke lutando contra o sono enquanto tenta permanecer sentado em uma cadeira para evitar o contato das patas com o chão frio</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7s/j6/r3/7sj6r35i5q23rw662g65ui2ut.jpg"><figcaption>Cachorro luta contra o sono para não encostar as patas no chão frio<span class="copyright">@Luke_e_bob (ig) | @Lukeebob (fb) | @Jugrazicosta (tk) | | @myhoodbr </span></figcaption></figure><p>O cachorro <strong>Luke</strong> parece ter encontrado uma solução pouco convencional para fugir do <strong>chão frio:</strong> descansar sentado em uma cadeira, mesmo quando o sono começa a vencer. </p><p>Em um vídeo compartilhado pela tutora Juliana Costa, o pet aparece lutando para permanecer na posição, até pender para o lado, sem demonstrar disposição para mudar de ideia.</p><p>Enquanto <strong>Luke</strong> tenta se manter acordado na cadeira, outro cachorro da família aproveita o descanso deitado tranquilamente no tapete. A diferença entre os dois chama a atenção, principalmente quando Juliana tenta convencer o cão de que o chão também pode ser um bom lugar para dormir.</p><p>A tentativa, porém, não parece surtir efeito. Mesmo com os olhos pesados e o corpo perdendo o equilíbrio, <strong>Luke</strong> continua firme em sua escolha. </p><p>As reações do animal, acompanhadas de olhares e bufadas, dão a impressão de que ele não está nada satisfeito com a insistência da tutora.</p><h2>5 coisas que você precisa saber sobre o sono dos cães </h2><p>Assim como os humanos, os cães também precisam ter um bom sono para recarregar as energias. Porém, como são seres diferentes, algumas dúvidas sobre esse momento <a href="https://canaldopet.ig.com.br/curiosidades/2020-09-07/5-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-sono-dos-caes.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">podem pairar sobre algumas pessoas. </a></p><p>Eles podem sonhar? Com o que sonham? O estado do dono pode afetar esse momento? Pensando nisso, a cigana Kélida, mística e espiritualista, separou x coisas que você precisa saber sobre o sono dos cães.</p><p class="   "><strong>1.Podem sonhar?</strong></p><p class="  ">Sim, os cachorros são capazes de entrar em sono REM (fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos) com mais facilidade até que os humanos. Isso também pode ocasionar em mais sonhos no pet ao longo do dia. É comum notar alguns pequenos espasmos no corpo do bichinho, ou como se eles estivessem latindo de forma baixinha, são fatores que indicam o sonho.</p><p><strong>2. Com o que sonham?</strong></p><p>Os sonhos são vivências do dia a dia e nos humanos, alguns acontecimentos podem ser previstos através deles. No caso dos cães, é a mesma coisa, eles também possuem a capacidade de prever, devido a seus instintos. A diferença é que nós conseguimos verbalizar e raciocinar e eles não. "Nota-se que quando eles sonham com algo premonitório eles tendem a ficar mais chorões e agitados durante o sono", afirma Kélida.</p><p><strong>3. Não distinguem sonho da realidade!</strong></p><p>Para eles é quase impossível distinguir os dois devido a sua formação cerebral. Por isso, quando estão sonhando podem latir, rosnar, e tentam correr, e quando acordam podem não lembrar de nada do aconteceu.</p><p><strong>4. O estado do dono reflete no sono dos cães</strong></p><p>Os animais sentem muito as emoções dos donos. Quem tem um cachorro em casa e não está em período emocional positivo o cachorro tende a ficar mais próximo e até mais cabisbaixo. Isso irá refletir muito no momento do sono dos bichinhos e até fazer com que sonhem com coisas mais "para baixo".</p><p><strong>5. Podem ter o sono induzido</strong></p><p>Embora o ato não seja muito recomendado pela espiritualista, se o cão estiver muito agitado, você poderá ferver camomila e folhas de maracujá para fazê-lo dormir. Coloque os produtos em um frasco com borrifados e passe um pouquinho nos pelos do pet.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-08/cao-de-luxo--pet-se-recusa-a-deitar-no-chao-e-dorme-na-cadeira.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>@Luke_e_bob (ig) | @Lukeebob (fb) | @Jugrazicosta (tk) | | @myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>preguiça, sono, cachorro, pet, animal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac7db853746b0de50c3bb79</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 18:09:06 +0000</pubDate><title>Gata vê bebê como rival e disputa barriga da dona</title><description>Amora parece ter decidido que o colo de Josiane é território exclusivo e não quer saber de dividir a atenção com o bebê que está a caminho</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6s/qh/j8/6sqhj8g1h024awfsr03a2xt61.jpg"><figcaption>Gata vê bebê como rival e disputa barriga da dona<span class="copyright">Reprodução: @psicojosianemassulo | @dommedia.br </span></figcaption></figure><p>Josiane Massulo, de Jacareí, está descobrindo que dividir a atenção com um bebê pode não ser uma tarefa tão simples quando se tem uma gata ciumenta em casa. </p><p><strong>Amora</strong> é acostumada a ficar no colo da tutora e, com a gravidez, parece ter encontrado um novo lugar para disputar espaço: a barriga.</p><p>Sempre que <strong>Josiane</strong> tenta passar a mão na barriga, <strong>Amora</strong> aparece para interromper o carinho. A felina dá uma mordidinha e deixa claro que não parece muito satisfeita com a ideia de ter que dividir a atenção com alguém que ainda nem nasceu.</p><p class="  ">A cena mostra que, para Amora, o colo da tutora aparentemente já tem dona. Agora, a barriga também entrou na lista de lugares que a gata pretende manter sob vigilância.</p><h2>Convivência entre gatos e humanos</h2><p>Cada vez mais populares nos lares brasileiros, os gatos ainda são cercados por mitos que podem prejudicar tanto a saúde quanto a  convivência com os tutores.</p><p>Apesar do crescimento no número de felinos domésticos, ainda é comum a ideia de que eles exigem menos cuidados do que outros animais, o que pode levar à falta de acompanhamento veterinário.</p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-02-12/mitos-e-verdades-sobre-a-convivencia-entre-gatos-e-humanos.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Mitos e verdades sobre a convivência entre gatos e humanos</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2022-02-04/cerebros-de-gatos-domesticos-estao-diminuindo-segundo-pesquisas.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Cérebros dos gatos estão diminuindo pela convivência com humanos</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-04-10/estudo-revela-como-pandemia-mudou-o-comportamento-dos-gatos-no-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Estudo revela que pandemia mudou o comportamento dos gatos</a></p><p>Entre os equívocos mais frequentes está a crença de que gatos que vivem apenas dentro de casa estão totalmente protegidos. Na prática, eles também podem ser expostos a parasitas e doenças trazidas do ambiente externo, o que torna indispensável manter medidas de prevenção e visitas regulares ao veterinário.</p><p>Outro ponto importante diz respeito ao comportamento. Diferente do que muitos pensam, os gatos não são frios ou indiferentes, apenas demonstram afeto de forma mais sutil, com gestos como o ronronar, a proximidade e a busca por rotina.</p><p>A falta de estímulo e interação pode, inclusive, gerar estresse e impactar a saúde do animal.</p><p>Além disso, cuidados básicos como hidratação adequada, alimentação equilibrada e castração fazem diferença na qualidade de vida. Com acompanhamento correto e atenção aos sinais do animal, é possível garantir que os felinos vivam mais e com saúde ao lado de seus tutores.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-08/gata-ve-bebe-como-rival-e-disputa-barriga-da-dona.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @psicojosianemassulo | @dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Amora, gatinha, felino, tutora, amizade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6d602fa0406c82e0fa695</guid><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 10:00:14 +0000</pubDate><title>Cardápio diferenciado: tartaruga recusa ração e prefere salsicha</title><description>Silvia Helena foi encontrada em Viamão, e ganhou uma nova rotina após ser adotada; réptil surpreende ao rejeitar alimento próprio da espécie</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/62/sk/xu/62skxuvj4zbw0w4lbyeuvpsug.jpg"><figcaption>Cardápio diferenciado: tartaruga recusa ração e prefere salsicha<span class="copyright">@Bino.turminha (ig) | @Bino.turminha (fb) | @Bino.turminha (yt) | @myhoodbr </span></figcaption></figure><p>A<strong> tartaruga Silvia Helena</strong> parece ter preferências bem definidas quando o assunto é comida. Resgatada às margens de uma estrada em <strong>Viamão,</strong> no Rio Grande do Sul, onde corria o risco de ser atropelada, ela ganhou uma nova rotina ao lado da tutora, Letícia Ely Jepsen.</p><p>Apesar de receber ração própria para a espécie, <strong>Silvia Helena</strong> não demonstra muito interesse pelo alimento. Na hora de comer, a <strong>tartaruga</strong> prefere uma opção bem diferente: pedaços de salsicha.</p><p>A preferência inusitada foi registrada por Letícia em um vídeo. Nas imagens, o animal se aproxima tranquilamente da borda do lago e recebe os pedaços de alimento diretamente na ponta de um palito.</p><p>Enquanto a ração permanece disponível, Silvia Helena parece não hesitar na hora de optar pelo petisco oferecido pela tutora.</p><p>O resgate marcou uma mudança na vida do animal, que foi retirado de uma situação de risco e passou a viver em um ambiente protegido. Agora, além da segurança, Silvia Helena também ganhou fama por conta de seu gosto peculiar.</p><h2>Curiosidade</h2><p>As tartarugas são répteis da ordem Testudines, reconhecidas por seu casco rígido e protetor. Elas habitam o planeta há milhões de anos, demonstrando uma notável capacidade de adaptação e sobrevivência. </p><p>A diversidade do grupo é impressionante: existem cerca de 250 espécies aquáticas, 60 terrestres e 7 marinhas - sendo que 5 delas ocorrem no litoral brasileiro: tartaruga-cabeçuda, tartaruga-de-pente, tartaruga-verde, tartaruga-oliva e tartaruga-de-couro.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-08/cardapio-diferenciado--tartaruga-recusa-racao-e-prefere-salsicha.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>@Bino.turminha (ig) | @Bino.turminha (fb) | @Bino.turminha (yt) | @myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Silvia Helena, tartaruga, animal, pet</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6ae957c891ac9174075f4</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 21:54:50 +0000</pubDate><title>Gato sobe no chuveiro e mostra como faz a própria façanha</title><description>Jairo foi filmado durante a escalada até o alto do box, onde costuma ficar, e acabou com as dúvidas sobre a possibilidade de os vídeos serem de IA</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0k/7a/7n/0k7a7nd00c7tkys0ngsczscvr.jpg"><figcaption>Gato sobe no chuveiro e mostra ao vivo a façanha que muitos achavam ser IA<span class="copyright">Reprodução: @mariliarodrigues.09 | @dommedia.br </span></figcaption></figure><p>Um <strong>gato</strong> chamado <strong>Jairo</strong> resolveu mostrar que suas estripulias são bem reais. Acostumado a ficar em cima do chuveiro, o felino foi flagrado pela tutora, Marília Stefane, de Brasília, justamente no momento em que subia até o local.</p><p>A gravação surgiu depois que algumas pessoas passaram a desconfiar dos vídeos anteriores de <strong>Jairo</strong> e questionar se as imagens não seriam produzidas com inteligência artificial. Desta vez, porém, Marília decidiu registrar toda a movimentação do gato.</p><p>No vídeo, Jairo aparece subindo até alcançar o chuveiro e assumir o posto inusitado. O registro permite acompanhar a façanha desde o começo, mostrando que o felino realmente consegue chegar ao lugar que escolheu como um de seus pontos favoritos da casa.</p><p>A nova gravação também acabou funcionando como uma espécie de “<strong>prova</strong>” das aventuras do gato. Em vez de apenas aparecer já instalado no alto, Jairo mostrou o caminho que percorre para chegar até lá e acabou se entregando.</p><h2>Conheça as fases de vida do gato e o comportamento característico de cada um</h2><p>Conhecer as diferentes fases da vida de um gato é fundamental para oferecer os cuidados adequados em cada etapa.</p><p>Da alimentação à rotina de consultas veterinárias, as necessidades do animal mudam com o passar dos anos e influenciam diretamente sua saúde e qualidade de vida.</p><p><strong>Filhote:</strong> nos primeiros meses, a curiosidade costuma falar mais alto. É uma fase marcada por brincadeiras, exploração do ambiente, descobertas e bastante energia. O gato também começa a desenvolver habilidades sociais e comportamentais que podem influenciar sua personalidade na vida adulta.</p><p><strong>Adolescente:</strong> com a chegada da maturidade, o comportamento pode ficar mais independente. Alguns gatos passam a demonstrar maior interesse pelo território, podem apresentar mudanças relacionadas à maturidade sexual e começam a deixar ainda mais evidente sua personalidade.</p><p><strong>Adulto:</strong> nessa fase, os hábitos tendem a ficar mais definidos. O gato já conhece a rotina da casa, seus lugares favoritos e as formas que costuma usar para interagir com os tutores. Mesmo sendo mais previsível, ele continua precisando de brincadeiras, estímulos e atividades que mantenham o corpo e a mente ativos.</p><p><strong>Idoso:</strong> na terceira idade, o descanso ganha ainda mais espaço na rotina, mas o acompanhamento da saúde se torna fundamental. Alterações na mobilidade, visão, audição, comportamento ou hábitos de higiene podem aparecer e precisam ser observadas pelo tutor. Consultas veterinárias regulares ajudam a identificar problemas precocemente e preservar a qualidade de vida do felino.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-07/gato-sobe-no-chuveiro-e-mostra-como-faz-a-propria-facanha.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @mariliarodrigues.09 | @dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>aventura, gato, animal, felino, travessura</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac6a35c7c891ac9174075df</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 20:01:27 +0000</pubDate><title>Pinscher vira ‘babá’ de bebê durante soneca</title><description>Chloe permaneceu ao lado de Kaléo durante o descanso e ganhou um petisco da tutora pela dedicação, enquanto acompanhava atentamente o bebê</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b9/73/az/b973azf4g2h300fcgouz8in2x.jpg"><figcaption>Pinscher vira ‘babá’ de bebê durante soneca no sofá<span class="copyright">Jessicadande.tattoo (ig) | | @myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Uma <strong>pinscher</strong> resolveu assumir uma função especial na rotina da família: ficar de olho no <strong>bebê Kaléo</strong> enquanto ele aproveitava uma soneca no sofá. </p><p>A cena foi registrada pela tutora, Jessica Dande, que brincou ao dizer que precisava dividir os cuidados do filho com a cadelinha.</p><p>Nas imagens, o bebê aparece dormindo tranquilamente enquanto recebe os primeiros raios de sol da manhã. Ao lado dele, <strong>Chloe</strong> permanece sentada, atenta aos movimentos do pequeno e sem sair de perto.</p><p>A postura da cachorrinha chamou a atenção da tutora, que entrou na brincadeira e tratou <strong>Chloe</strong> como uma espécie de<strong> “babá”</strong> do irmãozinho humano. Pela dedicação durante o momento de descanso, a cadelinha ainda recebeu um petisco como recompensa.</p><p>A convivência entre os dois já rendeu uma rotina de companhia dentro de casa. Enquanto <strong>Kaléo</strong> descansa, <strong>Chloe</strong> parece ter encontrado um lugar estratégico para acompanhar o bebê de perto.</p><p>Para Jessica, a cena mostra que cuidar do pequeno pode ser uma tarefa dividida com a companheira de quatro patas da família.</p><h2>Pinschers</h2><p>Não se deixe enganar pela expressão<em> "50% ódio, 50% tremedeira"</em>. Apesar da fama de briguento e estressado, o pinscher é um companheiro amoroso e brincalhão.</p><p>O cãozinho conquistou muitos fãs no Brasil e está entre as 20 raças mais populares do país segundo ranking elaborado pela DogHero .</p><p>Diferente de outras raças de pequeno porte, o pinscher é um ótimo guardião. O cãozinho, de no máximo 30 centímetros e 6 kg,  exibe sua bravura quando algo estranho acontece ao seu redor.</p><p>A lealdade ao seu tutor também é outra característica marcante desse minicão de guarda. Com seu latido fino, o pet está sempre atento para proteger sua família a qualquer sinal de “perigo” – mesmo quando seu dono não esteja sofrendo nenhuma ameaça real. </p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-07-05/pinscher-bravo--veja-como-adestrar-e-acalmar-o-pet.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pinscher bravo? Veja como adestrar e acalmar o pet</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/2021-02-03/guia-de-racas-as-principais-curiosidades-do-pinscher.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Guia de raças: as principais curiosidades do Pinscher</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-08-24/pinscher-viraliza-por-comportamento-calmo-e-encanta-internautas.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pinscher viraliza por comportamento calmo e encanta internautas</a></p><p>Embora desconfiado, o pet pode ser sociável com outros humanos e animais. Para que isso aconteça, é preciso que ele seja socializado desde muito cedo, mas se o cão apresentar dificuldades, é recomendado contatar um profissional para auxiliar na harmonia do lar.</p><p>Diferente de outros cães de pequeno porte, o pinscher é super ativo e tem muita energia para gastar. É uma raça que ama correr pela casa e brincar com seu tutor. Mas atenção: é preciso ter cuidado com brincadeiras brutas pois podem machucá-lo.</p><p>Amoroso com seu dono, tende a ficar triste longe de sua família. Se bem cuidado, um pinscher pode viver por até 15 anos.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-07/pinscher-vira-baba-de-bebe-durante-soneca.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Jessicadande.tattoo (ig) | | @myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>amizade, pet, cachorro, animal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac689b4e1f7d7062d859904</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 18:14:34 +0000</pubDate><title>Cachorrinha faz mais de 100 viagens por ano com tutora</title><description>Após ganhar um novo lar, a caramelo passou a acompanhar a família nos deslocamentos entre as duas capitais, acumulando uma rotina cheia de aventuras</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2l/gw/lv/2lgwlvljqdnw5x0t6pxe7pyux.jpg"><figcaption>Cachorra que vivia nas ruas agora viaja mais de 100 vezes por ano com tutora<span class="copyright">Reprodução: @prin_cesinhamaria | @dommedia.br </span></figcaption></figure><p>Uma <strong>cachorrinha</strong> <strong>caramelo</strong> tem uma rotina que muitos viajantes não conseguiriam acompanhar. <strong>Princesinha Maria</strong> faz mais de 100 viagens por ano entre Teresina e Fortaleza ao lado da tutora, com quem divide praticamente todos os deslocamentos.</p><p>A história foi compartilhada por Sidnei Pereira, de Teresina. <strong>Maria</strong> nem sempre teve uma vida cercada de conforto. Antes de ganhar um lar, ela vivia nas ruas de Fortaleza e chegou a ser vendida para uma feirante.</p><p>A mulher, porém, percebeu que não tinha condições de cuidar da cachorrinha e decidiu doá-la. Foi assim que <strong>Maria</strong> chegou à atual tutora e passou a ter uma rotina completamente diferente.</p><p>Hoje, a <strong>caramelo</strong> não fica de fora das viagens. Sempre que a tutora segue entre Teresina e Fortaleza, Maria vai junto. </p><p>Com a frequência dos deslocamentos, são mais de 100 viagens ao longo de um ano, fazendo com que a cachorrinha acumule muitos quilômetros de estrada.</p><p>Entre uma cidade e outra, ela ganhou não apenas um lar, mas também um lugar garantido ao lado da tutora em cada nova viagem.</p><h2>Por que o cachorro caramelo tem fama de ser "gente boa"?</h2><p class="   ">Eles estão por toda parte: nas ruas, nos quintais, nos memes da internet e cada vez mais nos sofás das casas. O cachorro caramelo, praticamente, faz parte da rotina do brasileiro. Mas afinal, o que explica tanto amor por esse  <strong>“sem raça definida”?</strong></p><p class="       ">Segundo a<strong> veterinária Fernanda Binati,</strong> não é só impressão: o  caramelo virou mesmo um ícone nacional.</p><p class="      "><em>“A incidência da raça vira-lata se tornou muito mais frequente atualmente. Eles estão em toda parte e acabaram se tornando símbolo de uma causa: a adoção”,</em> explica.</p><h2>Manso e amigo</h2><p>Existe um consenso não oficial e altamente emocionado de que os cães caramelo são companheiros, dóceis e muito apegados aos humanos. A fama, amplificada pelas redes sociais, nem sempre corresponde a uma regra, mas reflete características frequentemente observadas nesses animais.</p><p><em>“Geralmente eles são dóceis, mansos e companheiros. Mas tudo depende do estilo de vida do pet e de como o tutor cria o animal”,</em> afirma a veterinária .</p><p>Por trás de um cachorro equilibrado e afetuoso, geralmente está um tutor presente e dedicado e não uma genética excepcional.</p><p>Na prática clínica da especialista, os <strong>cães sem raça definida (SRDs)</strong> costumam ser tranquilos, embora comportamentos mais temperamentais também possam aparecer, ainda que em menor número.</p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-04-23/web-reage-apos-mexico-reconhecer-caramelo-como-icone-nacional.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Web reage após México reconhecer caramelo como ícone nacional</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-01-29/vira-lata-caramelo-e-reconhecido-como-patrimonio-cultural-em-sp.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Vira-lata caramelo é reconhecido como patrimônio cultural em SP</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2024-07-31/dia-internacional-do-vira-lata--3-curiosidades-sobre-os-pets-mais-queridos-do-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Dia Internacional do Vira-lata: 3 curiosidades sobre os pets mais queridos do Brasil</a></p><p><em>“Geralmente são mansos, mas sempre existem os mais temperamentais e bravos, porém em menor quantidade”, </em>destaca.</p><p><em>"O ambiente e a criação são os principais fatores. Animais criados em ambientes hostis tendem a ser mais agressivos. Já os que recebem muito amor e carinho são mais dóceis”, </em>afirma.</p><h2>Existe um “jeito caramelo” de ser?</h2><p>Ainda não há comprovação científica que explique biologicamente o   <em>“jeitinho”</em> especial dos cães sem raça definida. Mas, na visão de Fernanda,  a maneira como esses animais se comportam pode ser entendida de forma mais prática:</p><p><em>“Os caramelos são, em sua maioria, cães de rua. Estão carentes e, por isso, são mais bonzinhos. Cientificamente não há prova, mas a experiência mostra isso”.</em></p><h2>Resistentes</h2><p>A suposta resistência física dos cães sem raça definida é outro ponto que alimenta o imaginário popular. Muitos acreditam que os vira-latas são naturalmente mais fortes, menos suscetíveis a doenças e quase<em> “à prova de tudo”.</em></p><p>Essa percepção tem algum fundamento, mas não é uma verdade.</p><p><em>“Pode ser que, por virem da rua, sua genética favoreça um organismo mais resistente. Mas isso não é uma regra”,</em> ressalta.</p><p>Fisicamente, os cães caramelo são bastante variados. Podem ter porte pequeno, médio ou grande, pelos curtos ou longos, orelhas eretas ou caídas. <em>“Tudo depende da linhagem do animal”,</em> explica a veterinária.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-07/cachorrinha-faz-mais-de-100-viagens-por-ano-com-tutora.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @prin_cesinhamaria | @dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Princesinha Maria, cachorro caramelo, animal, pet, amizade, adoção</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac57a66cdda95a36503f98d</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 22:47:08 +0000</pubDate><title>Golden retriever de 15 anos faz pilates para recuperar movimentos</title><description>Apelidado de “Cão do Pilates”, o pet passou a realizar exercícios após perder a mobilidade; atividade ajudou na recuperação e chamou atenção na web</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0h/0u/tb/0h0utbl71m249a4447vmrkjjx.jpg"><figcaption>Golden retriever de 15 anos faz Pilates para recuperar movimentos<span class="copyright">Instagram/@paw.lates </span></figcaption></figure><p>Aos 15 anos, o <strong>golden retriever</strong> <strong>Weasel</strong> encontrou uma maneira pouco convencional de manter o corpo ativo. O cão passou a frequentar um estúdio de <strong>Pilates</strong> depois de apresentar uma perda repentina de movimentos. </p><p>A rotina de exercícios, além de preservar a mobilidade, teria contribuído para uma recuperação significativa.</p><p>A iniciativa partiu de <strong>Jilian Loustaunau,</strong> tutora do animal e instrutora de Pilates. Antes de levar o <strong>golden</strong> para os aparelhos, ela buscou tratamentos como acupuntura e fisioterapia. </p><p>Durante o processo, percebeu que alguns movimentos realizados pelo cachorro se aproximavam dos exercícios que já ensinava a seus alunos.</p><p>A observação fez <strong>Jilian</strong> testar a prática com o próprio pet. O golden começou pelo reformer e, posteriormente, passou por outros equipamentos, como cadillac, chair, corealign e ladder barrel.</p><p><em>“Comecei a fazer pilates com ele na tentativa de preservar a pouca mobilidade que ele ainda tinha… mas três meses depois, ele está quase 100% recuperado”,</em> contou a tutora em uma publicação no Instagram.</p><p class="    ">Segundo<strong> Jilian,</strong> a disposição do animal também chamou sua atenção durante as sessões. </p><p class="     "><em>“Eu o trouxe para o meu estúdio e comecei a usá-lo no reformer – depois no cadillac, no chair corealign e no ladder barrel – e o resto é história! Ainda me impressiono com o quanto ele gosta de usar esses aparelhos e o quanto eles realmente o estão ajudando”,</em> relatou.</p><p>A ideia também ganhou uma inspiração curiosa. <strong>Jilian</strong> lembrou que <strong>Joseph Pilates,</strong> criador do método, teria observado movimentos de gatos ao desenvolver alguns dos princípios da prática. A partir disso, decidiu adaptar os exercícios para o companheiro de quatro patas.</p><p>Os vídeos do golden realizando os movimentos passaram a chamar atenção no Instagram e um dos registros chegou a quase 2 milhões de visualizações. </p><p>A repercussão levou a instrutora a criar o curso virtual <em>“Pawlates 101”,</em> voltado a tutores que buscam alternativas de exercícios para animais.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-06/golden-retriever-de-15-anos-faz-pilates-para-recuperar-movimentos.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Instagram/@paw.lates </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Weasel, golden, pet, animal, cachorro, pilates</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac56024cdda95a36503f97d</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 20:55:03 +0000</pubDate><title>Idoso de 93 anos se emociona ao ganhar casal de carneiros</title><description>Surpresa preparada pela fisioterapeuta Maiara foi registrada em vídeo e mostra a reação do aniversariante ao conhecer os novos companheiros</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bc/yw/8t/bcyw8tran1ztrnb5fj7q3v27z.jpg"><figcaption>Idoso de 93 anos se emociona ao ganhar casal de carneiros<span class="copyright">@leonardodaluz3 (tk)/@myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Um <strong>casal de carneiros</strong> foi o responsável por tornar ainda mais especial o aniversário do <strong>Sr. Davi,</strong> de 93 anos. </p><p>Os animais foram escolhidos como presente pela fisioterapeuta Maiara, que decidiu surpreendê-lo com uma lembrança diferente e cheia de significado.</p><p class="   ">Ao se deparar com os novos companheiros, o idoso não escondeu a emoção. O primeiro contato com os carneiros foi registrado em vídeo, mostrando a reação de felicidade diante da surpresa.</p><p>Em vez de um presente convencional, <strong>Sr. Davi</strong> recebeu dois animais e demonstrou o quanto aquele momento foi especial para ele.</p><p>Aos 93 anos, a chegada do casal de carneiros acabou transformando a comemoração em uma memória marcante. O registro evidencia como um gesto de carinho pode tornar uma data especial ainda mais significativa.</p><h2>Características dos carneiros</h2><p>Os <strong>carneiros</strong> são os machos adultos da espécie ovina e fazem parte de uma criação bastante comum em propriedades rurais. Os animais são conhecidos pela presença de lã, embora características como tamanho, coloração e quantidade de pelos possam variar conforme a raça.</p><p>Herbívoros, eles têm uma alimentação baseada principalmente em pastagens, folhas, feno e outros vegetais. Assim como outros ruminantes, possuem um sistema digestivo adaptado para aproveitar nutrientes presentes em alimentos fibrosos.</p><p>Uma das características desses animais é o comportamento social. <strong>Carneiros</strong> costumam viver em grupos e estabelecer relações com outros integrantes do rebanho, além de poderem se adaptar à rotina de manejo quando recebem os cuidados necessários.</p><p>Os chifres também podem estar presentes, dependendo da raça e do animal. Em algumas variedades, eles são mais desenvolvidos e curvados, enquanto em outras podem ser pequenos ou até mesmo ausentes.</p><p>Além da criação para produção de lã, carne e reprodução, os ovinos também podem fazer parte da rotina de propriedades como animais de companhia.</p><p> Independentemente da finalidade, precisam de alimentação adequada, espaço seguro, água disponível e acompanhamento veterinário.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-06/idoso-de-93-anos-se-emociona-ao-ganhar-casal-de-carneiros.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>@leonardodaluz3 (tk)/@myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Presente, carneiros, animal, idoso</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac53854cdda95a36503f94d</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 18:09:09 +0000</pubDate><title>Cachorro interrompe reflexão do tutor para morder suas orelhas</title><description>Enquanto João Pedro tenta falar sobre as dificuldades da vida, cachorro aparece ao fundo e transforma gravação em um momento de carinho e brincadeira</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/aj/lc/54/ajlc54syumhevupg3ovncyy6k.jpg"><figcaption>Cachorro interrompe reflexão do tutor para morder suas orelhas<span class="copyright">@prates.29179181 (ig)/@myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Um vídeo gravado em Montes Claros, em Minas Gerais, mostra João Pedro Prates tentando compartilhar uma reflexão sobre as dificuldades da vida enquanto seu cachorro caramelo parece ter outros planos. </p><p class="  ">Durante a gravação, o animal aparece atrás do tutor e começa a morder suas orelhas repetidamente.</p><p>“<em>A dificuldade sempre estará na nossa vida! Sempre estará presente!”,</em> afirma João no vídeo, tentando manter a concentração enquanto o cachorro insiste em chamar sua atenção.</p><p>Enquanto João fala diretamente para a câmera, o cachorro aproveita o momento para brincar e acaba interferindo na gravação.</p><p>Mesmo percebendo que o tutor estava ocupado e não poderia dar atenção naquele momento, o cachorro continuou mordendo sua orelha, como se estivesse tentando chamar o dono para brincar.</p><h2>Por que o cachorro caramelo tem fama de ser "gente boa"?</h2><p>Eles estão por toda parte: nas ruas, nos quintais, nos memes da internet e cada vez mais nos sofás das casas. O cachorro caramelo, praticamente, faz parte da rotina do brasileiro. Mas afinal, o que explica tanto amor por esse  <em>“sem raça definida”?</em></p><p>Segundo a <strong>veterinária Fernanda Binati,</strong> não é só impressão: o <strong>caramelo </strong>virou mesmo um ícone nacional.</p><p><em>“A incidência da raça vira-lata se tornou muito mais frequente atualmente. Eles estão em toda parte e acabaram se tornando símbolo de uma causa: a adoção”,</em> explica.</p><h2>Manso e amigo</h2><p>Existe um consenso não oficial e altamente emocionado de que os cães caramelo são companheiros, dóceis e muito apegados aos humanos. A fama, amplificada pelas redes sociais, nem sempre corresponde a uma regra, mas reflete características frequentemente observadas nesses animais.</p><p><em>“Geralmente eles são dóceis, mansos e companheiros. Mas tudo depende do estilo de vida do pet e de como o tutor cria o animal”,</em> afirma a veterinária .</p><p>Por trás de um cachorro equilibrado e afetuoso, geralmente está um tutor presente e dedicado e não uma genética excepcional.</p><p>Na prática clínica da especialista, os <strong>cães sem raça definida (SRDs)</strong> costumam ser tranquilos, embora comportamentos mais temperamentais também possam aparecer, ainda que em menor número.</p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-04-23/web-reage-apos-mexico-reconhecer-caramelo-como-icone-nacional.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Web reage após México reconhecer caramelo como ícone nacional</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-01-29/vira-lata-caramelo-e-reconhecido-como-patrimonio-cultural-em-sp.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Vira-lata caramelo é reconhecido como patrimônio cultural em SP</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2024-07-31/dia-internacional-do-vira-lata--3-curiosidades-sobre-os-pets-mais-queridos-do-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Dia Internacional do Vira-lata: 3 curiosidades sobre os pets mais queridos do Brasil</a></p><p><em>“Geralmente são mansos, mas sempre existem os mais temperamentais e bravos, porém em menor quantidade”, destaca.</em></p><p><em>"O ambiente e a criação são os principais fatores. Animais criados em ambientes hostis tendem a ser mais agressivos. Já os que recebem muito amor e carinho são mais dóceis”, afirma.</em></p><h2>Existe um “jeito caramelo” de ser?</h2><p>Ainda não há comprovação científica que explique biologicamente o   <em>“jeitinho” </em>especial dos cães sem raça definida. Mas, na visão de Fernanda,  a maneira como esses animais se comportam   pode ser entendida de forma mais prática:</p><p><em>“Os caramelos são, em sua maioria, cães de rua. Estão carentes e, por isso, são mais bonzinhos. Cientificamente não há prova, mas a experiência mostra isso”.</em></p><h2>Resistentes</h2><p>A suposta resistência física dos cães sem raça definida é outro ponto que alimenta o imaginário popular. Muitos acreditam que os vira-latas são naturalmente mais fortes, menos suscetíveis a doenças e quase <em>“à prova de tudo”</em>.</p><p>Essa percepção tem algum fundamento, mas não é uma verdade.</p><p><em>“Pode ser que, por virem da rua, sua genética favoreça um organismo mais resistente. Mas isso não é uma regra”,</em> ressalta.</p><p>Fisicamente, os cães caramelo são bastante variados. Podem ter porte pequeno, médio ou grande, pelos curtos ou longos, orelhas eretas ou caídas. <em>“Tudo depende da linhagem do animal”, </em>explica a veterinária.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-06/cachorro-interrompe-reflexao-do-tutor-para-morder-suas-orelhas.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>@prates.29179181 (ig)/@myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>brincadeira, cachorro caramelo, pet, animal, cachorro</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac42d1142b56ac24a6df83f</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:00:59 +0000</pubDate><title>Caramelo é flagrado dormindo debaixo de carro com mecânico</title><description>O cão aproveitou uma pausa durante o serviço para se acomodar próximo ao profissional e descansar, como se aquele cantinho fosse seu lugar favorito</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4b/29/5r/4b295risgfpg0sblx8ocvcou5.jpg"><figcaption>Mecânico é flagrado dormindo debaixo de carro com cachorro<span class="copyright">Reprodução:@autoeletricadogigante/@myhoodbr </span></figcaption></figure><p>O que parecia ser mais um dia de trabalho em uma oficina acabou rendendo uma cena que já ultrapassou 7 milhões de visualizações nas redes sociais. </p><p>Em vez de aparecer ocupado com alguma manutenção, um <strong>mecânico</strong> foi flagrado debaixo de um carro em uma situação bem diferente.</p><p>Deitado no chão, ele aproveitava uma soneca ao lado de um <strong>cachorro caramelo</strong>. Os dois estavam tão confortáveis que pareciam ter esquecido completamente que aquele espaço deveria ser usado para trabalhar.</p><p>Na legenda, escreveram: <em>“Patrão: aonde está meu melhor funcionário, camisa 10?”</em>.</p><p>A brincadeira fez parecer que o chefe estaria procurando pelo funcionário mais importante da equipe, enquanto o tal “camisa 10” estava muito longe de cumprir a missão. Em vez de mexer no carro, ele decidiu aproveitar o intervalo para descansar na <strong>companhia</strong> do parceiro de quatro patas.</p><p>E, pelo jeito, o cachorro também não tinha nenhuma pressa. Deitado bem próximo ao mecânico, o cão parecia completamente confortável com a situação, como se aquele cantinho debaixo do veículo tivesse se transformado no lugar perfeito para uma pausa.</p><h2>Por que você nunca deve acordar um cachorro dormindo? </h2><p>É durante o descanso que o corpo do cachorro se recupera, regula suas funções e processa <strong>experiências</strong> do dia. E, acredite, eles também sonham.</p><p><em>“Assim como nós, os pets podem sim sonhar, porém o nível de consciência não é como o nosso. Eles podem sonhar com memórias ou até com pessoas conhecidas”</em>, explica a veterinária ao Fernanda Binati IG .</p><p>Durante o sono profundo, é comum observar o pet se mexendo, abanando o rabo ou movimentando as patinhas, <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-07-15/o-que-a-posicao-em-que-o-cachorro-dorme-pode-o-que-a-posicao-em-que-o-cachorro-dorme-pode-revelar.html">sinais de que está sonhando e totalmente imerso no repouso.</a></p><p>Interromper esse processo pode ser <strong>perigoso</strong>. <em>“Ele pode se assustar”</em>, alerta.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-06/caramelo-e-flagrado-dormindo-debaixo-de-carro-com-mecanico.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução:@autoeletricadogigante/@myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Hora da soneca, Companheiro, Cachorro</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac41aca1024ec82347aa7c0</guid><pubDate>Mon, 05 Oct 2026 22:16:12 +0000</pubDate><title>Gato some por horas e é encontrado dormindo em berço</title><description>Enquanto Thaís Batista procurava pelo bichano em Londrina, ele aproveitava uma soneca profunda, largado e de boca aberta no berço</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/et/qj/r5/etqjr5nejdg5z3athjejvu5p4.jpg"><figcaption>Gato some por horas e é encontrado dormindo no berço da neném<span class="copyright">Reprodução:@fredeteteo/@dommedia.br </span></figcaption></figure><p>Um <strong>gato</strong> resolveu se esconder em um lugar inusitado e deixou a tutora preocupada ao desaparecer de vista. Thaís Batista, de Londrina, passou horas procurando pelo animal e chegou a ficar desesperada sem saber onde o bichano havia se metido. </p><p>Depois de vasculhar diferentes cantos da casa, ela finalmente descobriu o esconderijo escolhido pelo pet.</p><p>O gato estava simplesmente no <strong>berço da neném</strong>, completamente largado e entregue ao sono. E não era uma sonequinha qualquer: o bichano parecia tão confortável que dormia profundamente, com a boca aberta e nenhuma preocupação com o mundo ao redor.</p><p>Enquanto a tutora provavelmente imaginava os lugares mais improváveis onde ele poderia estar, o gato aproveitava tranquilamente o conforto do berço. Para ele, aparentemente, não havia motivo nenhum para interromper aquele <strong>descanso</strong>.</p><p>Depois de tantas horas de procura, <strong>Thaís</strong> descobriu que o gato não estava perdido, preso ou escondido em algum canto inacessível. Ele estava simplesmente tirando férias no berço da casa.</p><h2>Gatos</h2><p>Quem convive com gatos provavelmente já percebeu que eles têm um talento especial para transformar os lugares mais inesperados em verdadeiros dormitórios. </p><p>Caixas, camas, sofás, cobertores e até objetos que não foram feitos para eles podem rapidamente ganhar uma nova função.</p><p>O <strong>conforto</strong> costuma ser um dos principais atrativos. Lugares macios, quentinhos e tranquilos podem se tornar irresistíveis para um gato que está procurando onde passar algumas horas descansando.</p><p>Além disso, os felinos passam uma parte considerável do dia dormindo e alternando períodos de descanso com momentos de <strong>atividade</strong>. Por isso, encontrar um gato completamente apagado durante o dia não <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-07-18/gato-dormindo-de-barriga-pra-cima--o-que-significa-.html">é exatamente uma novidade.</a></p><h2>O gato não é preguiçoso</h2><p>Diferentemente do que muita gente imagina, os gatos não passam o dia dormindo por falta de disposição. Eles são animais <strong>crepusculares</strong>, ou seja, costumam ficar mais ativos ao amanhecer e ao entardecer, horários em que suas presas estariam em maior movimento na natureza.</p><p>Por isso, é comum que passem boa parte do restante do dia descansando para recuperar a <strong>energia</strong> que, instintivamente, seria  utilizada durante a caça.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-05/gato-some-por-horas-e-e-encontrado-dormindo-em-berco.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução:@fredeteteo/@dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Preguiçoso, Soneca, Gato</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac4019d42b56ac24a6df812</guid><pubDate>Mon, 05 Oct 2026 20:01:26 +0000</pubDate><title>Gatinha se acomoda nos braços do tutor para julgá-lo</title><description>Tapioquinha chamou atenção pela pose inusitada e pelo olhar sério, que deu a impressão de estar analisando cada atitude do dono</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5s/qs/b2/5sqsb2efotpi7a99fbdy075d9.jpg"><figcaption>Gatinha se acomoda nos braços do tutor para julgá-lo<span class="copyright">Reprodução: @euandrelau | @dommedia.br </span></figcaption></figure><p>Um vídeo registrado por André Dell’Ova, de São Paulo, mostra uma situação curiosa envolvendo sua gata, <strong>Tapioquinha.</strong></p><p>Enquanto estava no colo do tutor, a felina encontrou uma maneira bastante peculiar de se acomodar e acabou chamando atenção pela pose.</p><p>Ela ficou sentada de um jeito inusitado, como se fosse uma criança, e passou a encarar <strong>André</strong> com uma expressão séria, como se estivesse julgando cada decisão do tutor.</p><p>O olhar fixo da gata arrancou ainda mais risadas de André, dando a impressão de que Tapioquinha estava analisando atentamente cada escolha de vida do tutor. </p><h2>Convivência entre gatos e humanos</h2><p>Cada vez mais populares nos lares brasileiros, os gatos ainda são cercados por mitos que podem prejudicar tanto a saúde quanto a  convivência com os tutores.</p><p>Apesar do crescimento no número de felinos domésticos, ainda é comum a ideia de que eles exigem menos cuidados do que outros animais, o que pode levar à falta de acompanhamento veterinário.</p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-02-12/mitos-e-verdades-sobre-a-convivencia-entre-gatos-e-humanos.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Mitos e verdades sobre a convivência entre gatos e humanos</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2022-02-04/cerebros-de-gatos-domesticos-estao-diminuindo-segundo-pesquisas.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Cérebros dos gatos estão diminuindo pela convivência com humanos</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-04-10/estudo-revela-como-pandemia-mudou-o-comportamento-dos-gatos-no-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Estudo revela que pandemia mudou o comportamento dos gatos</a></p><p>Entre os equívocos mais frequentes está a crença de que gatos que vivem apenas dentro de casa estão totalmente protegidos. Na prática, eles também podem ser expostos a parasitas e doenças trazidas do ambiente externo, o que torna indispensável manter medidas de prevenção e visitas regulares ao veterinário.</p><p>Outro ponto importante diz respeito ao comportamento. Diferente do que muitos pensam, os gatos não são frios ou indiferentes, apenas demonstram afeto de forma mais sutil, com gestos como o ronronar, a proximidade e a busca por rotina.</p><p>A falta de estímulo e interação pode, inclusive, gerar estresse e impactar a saúde do animal.</p><p>Além disso, cuidados básicos como hidratação adequada, alimentação equilibrada e castração fazem diferença na qualidade de vida. Com acompanhamento correto e atenção aos sinais do animal, é possível garantir que os felinos vivam mais e com saúde ao lado de seus tutores.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-05/gatinha-se-acomoda-nos-bracos-do-tutor-para-julga-lo.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @euandrelau | @dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Tapioquinha, gato, tutor, carinho, julgar</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac3e41cdad72d134164c924</guid><pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:53:41 +0000</pubDate><title>Golden se diverte na lama e leva bagunça para dentro de casa</title><description>Atena e suas irmãs aproveitaram a sujeira para brincar, mas a diversão virou trabalho extra para a tutora, que precisou lidar com os rastros deixados</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7h/ec/6m/7hec6mycpl4pf8zfk63mptc6h.jpg"><figcaption>Atena e irmãs rolam na lama e transformam casa em cenário de caos<span class="copyright">atena_goldezinha (tk)/@myhoodbr </span></figcaption></figure><p>A <strong>golden retriever Atena</strong> e suas irmãs encontraram uma forma inusitada de aproveitar a lama: as <strong>cachorras</strong> se jogaram no chão e rolaram sem se preocupar em ficar sujas. A diversão, porém, não terminou quando elas entraram em casa.</p><p>Ainda cobertas de barro, as cachorras decidiram circularar pelos cômodos e acabaram deixando rastros de lama por diferentes pontos da residência. </p><p>O que começou como uma brincadeira ao ar livre rapidamente se transformou em uma verdadeira missão de limpeza para a tutora.</p><p>Atena e as irmãs pareciam não se importar nem um pouco com a sujeira. Para elas, o momento era apenas uma oportunidade de se divertir juntas.</p><p>Para a tutora, no entanto, a brincadeira teve uma consequência bem menos divertida: limpar a casa depois da aventura.</p><h2>Golden Retriever</h2><p>Conhecido pelo temperamento amigável, o golden retriever é uma das raças que geralmente apresenta maior facilidade para  conviver com outros animais.</p><p>Sociáveis e equilibrados, os goldens costumam demonstrar boa tolerância durante apresentações e adaptações, especialmente quando o processo é realizado de forma gradual e respeitando o tempo de cada animal.</p><p>Além disso, a raça é reconhecida pelo forte vínculo que cria com a família e pela disposição para interagir, brincar e compartilhar momentos com outros cães. Por isso, não é incomum que muitos goldens recebam novos companheiros com curiosidade e receptividade.</p><h2>Curiosidades</h2><ul><li>É super apegado aos tutores e não gosta de ficar sozinho</li><li>Convive bem com pessoas de diferentes idades e personalidades</li><li>Costuma socializar com outros animais com facilidade</li><li>É ativo e adora gastar energia em brincadeiras</li><li>Também gosta muito de atividades na água</li><li>Ocupa a 4ª posição no ranking das raças mais inteligentes do mundo</li><li>Possui ótima memória e aprende comandos com facilidade</li><li>Geralmente é um cão tranquilo, companheiro e pouco barulhento</li></ul>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-05/golden-se-diverte-na-lama-e-leva-bagunca-para-dentro-de-casa.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>atena_goldezinha (tk)/@myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Diversão, golden, pet, animal, cachorro, lama</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac03fab033dd269232ea013</guid><pubDate>Sun, 04 Oct 2026 10:00:58 +0000</pubDate><title>Pet com deficiência pode viajar de avião? Veja fatos e fakes</title><description>Cães e gatos com limitações motoras, visuais ou auditivas não são proibidos de voar automaticamente, mas exige planejamento e cuidados específicos</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/81/kp/5h/81kp5hugncp9vw1inj0w1ffpv.jpg"><figcaption>Pet com deficiência pode viajar de avião? Veja fatos e fakes<span class="copyright">Reprodução/freepik </span></figcaption></figure><p>Viajar de avião com um pet já exige atenção a uma série de detalhes. Quando o animal possui alguma deficiência, seja motora, visual ou auditiva, o <strong>planejamento</strong> pode precisar ser ainda mais cuidadoso. Mas será que cães e gatos com deficiência são proibidos de embarcar?</p><p>A resposta é não. A condição do animal, por si só, não estabelece uma proibição geral para o transporte aéreo. A viagem, porém, depende das condições oferecidas pela companhia aérea, das exigências de segurança e dos requisitos sanitários aplicáveis ao caso.</p><p>Segundo a <strong>Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)</strong>, a Portaria nº 17.476/SAS, publicada em julho de 2025, estabelece condições gerais para o transporte de animais de estimação e de suporte emocional em voos domésticos e internacionais. A norma prevê que o serviço pode ser oferecido na cabine ou no compartimento de carga e que as companhias devem informar previamente suas condições e <strong>restrições</strong>.</p><p class="    ">Isso significa que a ideia de que um pet com deficiência não pode viajar de avião é uma informação incompleta. Antes de comprar a passagem, o tutor precisa verificar as regras da empresa escolhida e avaliar se o animal está apto para realizar o deslocamento.</p><h2>Fato: pets com deficiência podem viajar de avião</h2><p>A deficiência não constitui, por si só, uma proibição geral para cães e gatos. O transporte pode ser realizado desde que sejam atendidas as condições estabelecidas pela companhia aérea e os requisitos sanitários e de segurança aplicáveis.</p><p>Em animais com <strong>limitações</strong> de mobilidade, visão ou audição, uma avaliação veterinária pode ser especialmente importante para verificar as condições individuais do pet e identificar eventuais cuidados ou adaptações necessários durante a viagem.</p><h2>Fato: a companhia aérea pode estabelecer regras próprias</h2><p>O transporte de animais de estimação é um serviço acessório e facultativo. A companhia aérea pode definir as condições para oferecê-lo, inclusive valores, limites de peso e dimensões, quantidade de animais, espécies e raças aceitas, documentação e características da caixa de transporte.</p><p>Por isso, não basta verificar apenas se a <strong>legislação</strong> permite o transporte. O tutor também precisa consultar diretamente a empresa aérea antes da compra da passagem e conferir todas as exigências para aquele voo.</p><p>A própria regulamentação determina que as condições e restrições aplicáveis sejam informadas ao passageiro, incluindo características físicas e comportamentais dos animais, limites de peso e dimensões, além das regras relacionadas à acomodação durante o transporte.</p><h2>Fato: o planejamento veterinário faz diferença</h2><p>Um animal com deficiência pode precisar de cuidados específicos durante o deslocamento. Dependendo da condição, podem ser necessárias adaptações na forma de <strong>acomodação</strong>, no manejo e na preparação para o trajeto.</p><p>O ideal é conversar previamente com o médico-veterinário responsável pelo pet. A avaliação individual permite considerar as características do animal, sua condição de saúde e a duração e as características da viagem.</p><p>Em deslocamentos internacionais, o planejamento também envolve as exigências sanitárias do país de destino. O <strong>Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)</strong> informa que cada país pode estabelecer requisitos próprios para a entrada de cães e gatos e recomenda que a documentação e os procedimentos sejam providenciados com antecedência.</p><h2><strong>Fake: “Pet com deficiência não pode viajar de avião”</strong></h2><p>Não existe uma proibição geral para cães e gatos com deficiência apenas em razão dessa condição.</p><p>O que existe são regras para o transporte de animais e condições que precisam ser cumpridas. A possibilidade de embarque deve ser <strong>analisada</strong> considerando as exigências da companhia aérea, os requisitos sanitários e <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-07-17/7-cuidados-essenciais-para-quem-mora-com-pets-em-apartamento.html">de segurança e as condições individuais do animal.</a></p><p>Portanto, dizer simplesmente que um pet com deficiência é impedido de viajar pode levar o tutor a uma conclusão equivocada.</p><h2>Fake: “Se o pet usa cadeira de rodas, ele não pode embarcar”</h2><p>O uso de uma cadeira de rodas ou outro equipamento de mobilidade não significa automaticamente que o animal esteja proibido de viajar.</p><p>Nesse caso, porém, é importante informar <strong>antecipadamente</strong> a condição do pet à companhia aérea e verificar como o equipamento deverá ser transportado ou utilizado durante o deslocamento.</p><p>A análise deve considerar tanto as necessidades do animal quanto as regras de segurança e acomodação estabelecidas pela empresa.</p><h2><strong>Fake: “Todo pet com deficiência pode viajar na cabine”</strong> </h2><p>A deficiência também não garante, por si só, o transporte na cabine. A companhia aérea pode estabelecer <strong>critérios</strong> relacionados ao peso, dimensões, quantidade de animais, características do pet e caixa de transporte, entre outras condições. </p><p>A Portaria da <strong>ANAC</strong> prevê que o serviço de transporte de animais pode ser oferecido na cabine ou no compartimento de carga, conforme as condições definidas pela empresa.</p><p>Por isso, cada viagem precisa ser <strong>analisada</strong> individualmente. O tutor deve consultar a companhia antes de emitir a passagem e confirmar se o animal e seu equipamento atendem às exigências.</p><h2>E em viagens internacionais?</h2><p>Além das regras da companhia aérea, viagens internacionais envolvem exigências sanitárias do país de destino. O <strong>MAPA</strong> informa que cães e gatos que saem do Brasil precisam atender às exigências estabelecidas pelo país para onde estão viajando.</p><p>Entre os documentos utilizados estão o <strong>Certificado Veterinário Internacional (CVI</strong>) e o <strong>Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos</strong>, conforme as regras aplicáveis ao destino. Alguns países também podem exigir procedimentos adicionais, como exames, tratamentos ou vacinações específicas.</p><p>Por isso, deixar a documentação para a última hora pode transformar o planejamento da viagem em um problema. O próprio MAPA recomenda que os tutores verifiquem as exigências do destino com antecedência.</p><h2>Como preparar o pet para a viagem?</h2><p>Antes de embarcar, o tutor deve verificar as regras da companhia aérea, organizar a documentação exigida e conversar com o <strong>veterinário</strong> sobre as condições do animal.</p><p>Também é importante avaliar previamente a caixa de transporte, especialmente quando o pet possui alguma limitação física. O MAPA orienta que as dimensões e condições da caixa sejam consultadas diretamente com a companhia aérea responsável pelo transporte.</p><h2>Outro ponto é evitar improvisos.</h2><p>Equipamentos de <strong>mobilidade</strong>, medicamentos e outras necessidades específicas devem ser planejados antecipadamente, sempre considerando a orientação veterinária e as regras da empresa.</p><p><em>“Viajar com um animal que possui alguma deficiência requer atenção às necessidades específicas daquele pet e às condições oferecidas para o transporte. O planejamento antecipado é importante para que o tutor possa avaliar as exigências da viagem, organizar a documentação necessária e identificar eventuais adaptações. Dessa forma, é possível tomar decisões mais adequadas para cada situação e proporcionar ao animal uma experiência mais tranquila durante o deslocamento”</em>, finaliza <strong>Juliana Stephani</strong>, CEO da <strong>PETFriendly Turismo</strong>.</p><h2>Afinal, é fato ou fake?</h2><p>A ideia de que um cachorro ou gato com deficiência não pode viajar de avião é fake quando apresentada como uma proibição geral. A deficiência, por si só, não impede automaticamente o transporte.</p><p>O que muda é a necessidade de avaliar cada caso com atenção. Regras da companhia aérea, documentação, condições sanitárias, segurança, equipamentos de mobilidade e avaliação veterinária podem fazer parte desse planejamento.</p><p>Assim, antes de embarcar, a melhor estratégia é não presumir: consultar a companhia aérea, verificar as exigências do destino e conversar com o veterinário responsável pelo pet.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-04/pet-com-deficiencia-pode-viajar-de-aviao--veja-fatos-e-fakes.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução/freepik </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Curiosidade, Pet, Viagem</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac03600033dd269232ea009</guid><pubDate>Sat, 03 Oct 2026 10:00:10 +0000</pubDate><title>Raiva em pets: veja como proteger cães e gatos</title><description>Zoonose pode ser transmitida aos humanos e exige vacinação anual, além de atenção a possíveis contatos com animais infectados</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/81/84/ch/8184ch4irn33u2c2cgmu7vpsw.jpg"><figcaption>Os animais de estimação devem estar com as vacinas sempre atualizadas para prevenção da raiva e diversas outras doenças<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>Uma mordida, um arranhão ou até mesmo uma lambedura em uma ferida aberta pode ser suficiente para transmitir a raiva. </p><p>A doença, que também pode afetar seres humanos, é causada por um vírus que atinge o sistema nervoso e apresenta evolução rápida e grave.</p><p>Dados do <strong>Ministério da Saúde</strong> apontam que, entre<strong> 2015 e 2026,</strong> foram registrados <strong>270 casos de raiva em cães e gatos</strong> no Brasil. Diante desse cenário, a vacinação dos animais domésticos continua sendo uma das principais formas de prevenção.</p><p>Segundo<strong> Pedro Risolia, </strong>veterinário da Petlove, o contato com a saliva de um animal infectado é a principal forma de transmissão. Isso pode acontecer principalmente por meio de mordidas, mas arranhões profundos e lambeduras em feridas abertas ou mucosas também representam risco.</p><p><em>“A raiva é transmitida principalmente pela saliva de um animal infectado, introduzida por meio de mordidas, mas arranhões profundos e lambeduras em feridas abertas ou mucosas também exigem atenção”,</em> explica.</p><h2>Mudanças de comportamento podem indicar problema</h2><p>Os primeiros sinais nem sempre são facilmente identificados.<strong> Febre, falta de apetite, irritabilidade</strong> e<strong> isolamento</strong> podem aparecer no início da doença e, por serem sintomas pouco específicos, podem passar despercebidos.</p><p>Com a evolução do quadro, porém, alterações neurológicas mais graves podem surgir. <strong>Pedro</strong> explica que o animal pode apresentar mudanças acentuadas de comportamento, desorientação e dificuldade para engolir.</p><p><em>“O grande desafio é que a doença evolui rapidamente para manifestações mais graves. Na fase de excitação ou furiosa, o pet apresenta agressividade intensa, desorientação e a clássica salivação excessiva decorrente da paralisia dos músculos da deglutição”,</em> pontua.</p><p>O especialista também destaca que a confirmação da doença depende de exames realizados no tecido cerebral após a morte. Por isso, qualquer alteração neurológica ou contato suspeito com um animal potencialmente infectado deve ser tratado como uma situação de emergência.</p><p class="                     "><em>“Como o diagnóstico definitivo só pode ser confirmado após o óbito por exames no tecido cerebral, a detecção de qualquer alteração neurológica ou contato suspeito com animais como morcegos exige que o tutor busque auxílio veterinário imediato”</em>, complementa.</p><h2>Mesmo pets que vivem dentro de casa precisam da vacina</h2><p>Manter o animal longe de situações de risco também faz parte da prevenção. Durante os passeios, a recomendação é utilizar guia e evitar o contato com animais desconhecidos. Em casa, o acesso livre às ruas deve ser evitado.</p><p>A atenção também vale para cães e gatos que não costumam sair. Segundo <strong>Pedro,</strong> morcegos que circulam em áreas urbanas podem representar uma possibilidade inesperada de exposição.</p><p><em>“O histórico da doença nos mostra que mesmo animais que vivem 100% em apartamento precisam de proteção, já que o contato inesperado com morcegos urbanos infectados é um risco real de contágio”,</em> ressalta.</p><h2>Vacinação é principal forma de prevenção</h2><p>Além dos cuidados no dia a dia, manter o calendário de vacinação atualizado é fundamental. De acordo com o veterinário, a imunização contra a raiva deve começar a partir dos quatro meses de idade, com reforço anual.</p><p><em>“A aplicação da vacina antirrábica deve ocorrer a partir dos 4 meses de idade do pet, sendo indispensável o reforço vacinal todos os anos, sem exceções, pois manter o calendário vacinal em dia é um dos cuidados mais simples e eficazes que um tutor pode oferecer”,</em> afirma.</p><p>Para o especialista, a proteção vai além do próprio animal. A vacinação de cães e gatos também contribui para reduzir a circulação do vírus e proteger as pessoas que convivem com os pets.</p><p><em>“Cada pet imunizado protege não só a si mesmo, mas também toda a comunidade ao redor. A vacinação em massa de cães e gatos é, historicamente, a estratégia mais eficaz para controlar o vírus na população”,</em> finaliza.</p><p>Dados do <strong>PetCenso Saúde,</strong> levantamento da Petlove que reúne informações de mais de 1 milhão de animais cadastrados no ecossistema da empresa, mostram que a vacina contra a raiva está entre as imunizações mais realizadas em <strong>cães</strong> e <strong>gatos</strong>, atrás apenas da vacina múltipla.</p><p>O levantamento também aponta diferença na frequência de cuidados veterinários entre animais com e sem plano de saúde pet. </p><p>Segundo a empresa, aqueles que possuem cobertura realizam três vezes mais exames e procedimentos veterinários, incluindo vacinação.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-03/raiva-em-pets--veja-como-proteger-caes-e-gatos.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>saúde animal, raiva, pet, animal, cachorro, gato</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ac00d60033dd269232e9fdb</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 20:08:13 +0000</pubDate><title>Filhote mostra gingado ao ouvir reggae durante o cochilo</title><description>Cadelinha permanece de barriga para cima e começa a balançar o corpo e as patas assim que a música toca perto dela durante o cochilo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9d/o5/o7/9do5o72e0ctk6pcz411q9ih4b.jpg"><figcaption>Filhote mostra gingado ao ouvir reggae durante o cochilo<span class="copyright">@juliana_jgp (ig)/@myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Uma filhote chamou a atenção da tutora ao mostrar que até durante o cochilo parece ter ritmo de sobra. <strong>Juliana</strong> registrou o momento em que colocou um <strong>reggae</strong> para tocar perto da cadelinha e se divertiu com a reação da pequena.</p><p>Deitada de barriga para cima, a filhote descansava tranquilamente quando a música começou. Aos poucos, ela abriu os olhos e passou a mexer as patinhas e o corpinho no ritmo da batida, sem nem mesmo mudar de posição.</p><p>O movimento preguiçoso continuou enquanto a cadelinha parecia acompanhar a música ainda meio sonolenta. A reação arrancou risadas de Juliana, que decidiu registrar a cena.</p><p>Na gravação, a filhote aparece relaxada, balançando o corpo de maneira desajeitada e descontraída. </p><p>Para a tutora, a brincadeira também foi uma forma de mostrar a influência musical presente no dia a dia da pet. A pequena, pelo menos durante alguns segundos, pareceu ter acordado já no clima do reggae.</p><h2>5 coisas que você precisa saber sobre o sono dos cães </h2><p>Assim como os humanos, os cães também precisam ter um bom sono para recarregar as energias. Porém, como são seres diferentes, algumas dúvidas sobre esse <a href="https://canaldopet.ig.com.br/curiosidades/2020-09-07/5-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-sono-dos-caes.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">momento podem pairar sobre algumas pessoas. </a></p><p>Eles podem sonhar? Com o que sonham? O estado do dono pode afetar esse momento? Pensando nisso, a cigana Kélida, mística e espiritualista, separou x coisas que você precisa saber sobre o sono dos cães.</p><p><strong>Podem sonhar?</strong></p><p>Sim, os cachorros são capazes de entrar em sono REM (fase do sono na qual ocorrem os sonhos mais vívidos) com mais facilidade até que os humanos. Isso também pode ocasionar em mais sonhos no pet ao longo do dia. É comum notar alguns pequenos espasmos no corpo do bichinho, ou como se eles estivessem latindo de forma baixinha, são fatores que indicam o sonho.</p><p><strong>Com o que sonham?</strong></p><p>Os sonhos são vivências do dia a dia e nos humanos, alguns acontecimentos podem ser previstos através deles. No caso dos cães, é a mesma coisa, eles também possuem a capacidade de prever, devido a seus instintos. A diferença é que nós conseguimos verbalizar e raciocinar e eles não. "Nota-se que quando eles sonham com algo premonitório eles tendem a ficar mais chorões e agitados durante o sono", afirma Kélida.</p><p><strong>Não distinguem sonho da realidade!</strong></p><p>Para eles é quase impossível distinguir os dois devido a sua formação cerebral. Por isso, quando estão sonhando podem latir, rosnar, e tentam correr, e quando acordam podem não lembrar de nada do aconteceu.</p><p><strong>O estado do dono reflete no sono dos cães</strong></p><p>Os animais sentem muito as emoções dos donos. Quem tem um cachorro em casa e não está em período emocional positivo o cachorro tende a ficar mais próximo e até mais cabisbaixo. Isso irá refletir muito no momento do sono dos bichinhos e até fazer com que sonhem com coisas mais "para baixo".</p><p><strong>Podem ter o sono induzido</strong></p><p>Embora o ato não seja muito recomendado pela espiritualista, se o cão estiver muito agitado, você poderá ferver camomila e folhas de maracujá para fazê-lo dormir. Coloque os produtos em um frasco com borrifados e passe um pouquinho nos pelos do pet.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-02/filhote-mostra-gingado-ao-ouvir-reggae-durante-o-cochilo.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>@juliana_jgp (ig)/@myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Cachorrinho, pet, animal, reggae, musica, sono</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abfeb9f033dd269232e9fb0</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 17:37:59 +0000</pubDate><title>Golden Retriever morre após intoxicação por planta em resort</title><description>Família afirma que animal apresentou sintomas durante estadia e aponta presença de espécie tóxica em áreas acessadas pelos cães no local</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2o/dz/yj/2odzyjrom720ree4aqv46vikd.jpg"><figcaption>Cadela morre após possível intoxicação por planta em resort<span class="copyright">Freepik/reprodução </span></figcaption></figure><p>Uma cadela da <strong>raça Golden Retriever</strong> morreu após apresentar um quadro de intoxicação durante uma hospedagem em um resort para animais em Salto de Pirapora, no interior de São Paulo. <strong>Sansa</strong> tinha seis anos e, segundo a família, era saudável antes de ser deixada no local.</p><p>A cadela foi hospedada no Malabo Pet Resort em 30 de junho. De acordo com laudos veterinários apresentados pelos tutores, ela teria desenvolvido um quadro de intoxicação após ingerir<strong> cica,</strong> uma planta considerada tóxica para cães. O estado de saúde se agravou e o animal morreu em decorrência de insuficiência hepática.</p><p>A família afirma que havia diversas plantas da espécie espalhadas pelo estabelecimento, inclusive em áreas frequentadas pelos animais. </p><p>Os tutores também relatam que, durante uma poda, restos da planta teriam caído de um trator e permanecido no trajeto utilizado até o local de descarte.</p><p>Procurado pelo <a href="https://canaldopet.ig.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow">iG,</a> o Malabo Pet Resort informou que o gerente do estabelecimento vai se manifestar sobre o caso na Justiça, no processo movido pela família.</p><h2>Entenda os perigos de plantas tóxicas para cães e gatos</h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/84/k2/w5/84k2w5i8ia01iisktjr7cm9fw.jpg"><figcaption>Primavera segura: plantas que fazem bem ou mal aos pets<span class="copyright">Reprodução/Divulgação </span></figcaption></figure><p>Presentes em casas, jardins e praças, as plantas costumam deixar os ambientes ainda mais bonitos. Contudo, mesmo que pareçam inofensivas, elas podem oferecer uma série de riscos para a saúde<a href="https://canaldopet.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-10-10/entenda-os-perigos-de-plantas-toxicas-para-caes-e-gatos.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> de cães e gatos e, inclusive, levá-los à morte.</a></p><p class="  ">Segundo <strong>Caroline Mouco Moretti,</strong> veterinária clínica e diretora geral do Grupo Vet Popular, o que torna essas plantas tóxicas tanto para cães quanto para gatos são as substâncias encontradas nelas. </p><p><em>“Por exemplo, a flor do antúrio contém oxalato de cálcio como princípio, podendo causar inchaço da boca, lábios e garganta, dificuldade para engolir, paralisia da língua, salivação excessiva, vômitos e diarreia”,</em> explica.</p><h2>Plantas perigosas para cães e gatos</h2><p>Além do antúrio, algumas das espécies que causam intoxicações são: comigo-ninguém-pode, azaleia, copo-de-leite, espada-de-são-jorge, lírio, violeta, dama-da-noite, costela-de-adão, coroa-de-cristo, samambaia, entre outras.</p><h2>Como acontece a ingestão ?</h2><p><strong>Caroline Mouco Moretti</strong> explica que, por vezes, a ingestão de plantas tóxicas pode acontecer durante as brincadeiras. </p><p><em>“Principalmente filhotes, entre uma brincadeira e outra, acabam mordendo [plantas] e, muitas vezes, a ingestão pode ser acidental”,</em> afirma.</p><p><strong>Juliana Bulhões,</strong> veterinária do Hospital Veterinário, Pet Shop & Hotel Sena Madureira, acrescenta que <em>“cães e gatos têm por hábito comer plantas para auxiliar o sistema digestivo”.</em> Dessa forma, eles podem acabar ingerindo alguma espécie que cause intoxicação.</p><h2><strong>Fique atento aos sintomas</strong></h2><p>Os sintomas decorrentes da intoxicação causada por plantas podem ser os mais variados. Pode ocorrer falta de apetite, vômitos, diarreias, falta de coordenação motora e equilíbrio, desmaios, convulsões, lesões orais, alterações cardíacas, entre outros. Em casos mais graves, pode ocasionar até morte súbita do animal.</p><p><em>“Tudo vai depender do tipo de substância, quantidade ingerida e tempo de socorro após detecção da ingestão”,</em> esclarece Caroline Mouco Moretti. Ainda de acordo com a profissional, os animais podem desenvolver os sintomas até 24 horas após a ingestão da planta.</p><h2>O que fazer no caso de ingestão?</h2><p>É extremamente importante que o tutor leve o animal ao médico veterinário assim que perceber a ingestão da planta ou logo que notar aparecimento dos sintomas. <em>“Quanto antes tratar, menor a quantidade da substância tóxica a ser absorvida”</em>, aponta a diretora geral do Grupo Vet Popular.</p><p><strong>Caroline Mouco Moretti</strong> também explica que saber o tipo de planta que foi ingerida ajudará o veterinário a tratar o animal com maior precisão. Por isso, caso não saiba a espécie, vale a pena levar ao consultório um pedaço da planta ou, até mesmo, uma foto dela.</p><h2>Proteja o seu animal</h2><p>Para evitar a ingestão acidental, as médicas veterinárias orientam manter as plantas tóxicas longe de cães e gatos . “<em>No caso de cães, manter em lugares altos é uma alternativa. Já no caso de gatos, o mais recomendado é não ter esse tipo de planta”,</em> sugere Caroline Mouco Moretti.</p><p>Durante os passeios em ambientes externos, <strong>Juliana Bulhões</strong> aconselha manter o cachorro na coleira com a guia. Dessa forma, fica mais fácil impedir que ele entre em contato com alguma planta que possa oferecer risco.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-02/golden-retriever-morre-apos-intoxicacao-por-planta-em-resort.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Freepik/reprodução </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Jardim, cuidados, pet, animal, cachorro, resort</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abfdf5a2d3829c93f771dcb</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:46:57 +0000</pubDate><title>Festival Pet reúne atividades gratuitas no Rio em outubro</title><description>Evento acontece nos dias 10 e 11, no Parque Garota de Ipanema, com palestras, oficinas, atrações culturais e atividades para pets e crianças</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8d/k6/9a/8dk69arg7vw3v0zoh0qh2um7b.jpg"><figcaption>Festival Pet reúne atividades gratuitas no Rio em outubro<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p>O <strong>Festival Pet</strong> terá sua primeira edição no Rio de Janeiro nos dias<strong> 10 e 11 de outubro.</strong> O evento será realizado no <a href="https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2023/10/6723274-parque-garota-de-ipanema-no-arpoador-e-revitalizado.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Parque Garota de Ipanema</a>, em Ipanema, na zona sul da cidade, das 9h às 17h, com <strong>entrada gratuita.</strong></p><p>Voltado para tutores e pessoas interessadas no universo animal, o festival terá palestras sobre <strong>saúde, comportamento e bem-estar de cães e gatos</strong>, além de atividades de <strong>adestramento, atrações culturais, oficinas infantis e espaços de convivência.</strong></p><p>A programação começa nos dois dias, às 9h, com uma prática de yoga para iniciantes conduzida pela professora Camila Hon. No sábado (10), entre as atrações do Palco Principal estão a palestra “Adotar Transforma”, sobre o programa Adote Petz, às 10h; o espetáculo circense “Carrilhão”, do Coletivo Nopok, ao meio-dia; e uma palestra sobre obesidade felina com a veterinária Vitória Pascoal, às 14h.</p><p>Às 16h, Aline Lessa e Rico Moraes encerram a programação do primeiro dia com o show “Sob o mesmo Sol”, que reúne gêneros como samba, MPB, reggae, soul e música nordestina.</p><p>No domingo (11), a programação inclui, às 10h, a palestra “Por trás do comportamento do seu cão”, com o veterinário, adestrador e especialista em comportamento animal Oscar Gabrig. Ao meio-dia, o Circo Dux apresenta um espetáculo com números de mágica, malabarismo, música e palhaçaria.</p><p>Às 14h, a veterinária Letícia Mendonça falará sobre problemas urinários em gatos e os primeiros sinais que podem ser identificados pelos tutores. Às 15h, especialistas participam do painel “Futuro Multiespécies”, sobre consciência animal, tecnologia, ciência e reconhecimento dos direitos dos animais. O encerramento será às 16h, com o show “Cinema em Jazz”, da banda carioca Night Grooves.</p><h2><strong>Atividades para pets e crianças</strong></h2><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/41/a9/4v/41a94vwjcb3gwwr6ncjownot1.jpg"><figcaption>Festival Pet reúne atividades gratuitas no Rio em outubro<span class="copyright">Divulgação </span></figcaption></figure><p></p><p>Além das atrações do palco, o festival terá atividades ao longo dos dois dias. O “Aulão de Adestramento Acãopanhantes”, ministrado por Oscar Gabrig, será realizado às 11h, em frente ao Palco Principal.</p><p>O público também poderá visitar o Museu do Cheiro, uma instalação voltada à exploração do olfato dos cães, e o “Círculo de Paz”, escultura em formato de gato gigante criada pelo artista Eduardo Baum, que poderá ser utilizada pelos visitantes como espaço de convivência.</p><p>Para as crianças, o Espaço Infantil terá atividades das 9h às 16h. No sábado, a programação inclui a contação de histórias “A Fruta do Mistério”, às 11h, e uma oficina de pintura facial, das 13h às 15h. No domingo, haverá a contação “Um cão e um mistério”, às 11h, além da oficina de pintura facial no período da tarde.</p><p>O festival também terá a ação “Retrato de Família”, com caricaturas de tutores e pets, além de espaços para fotos e outras atividades promovidas pelas empresas participantes.</p><h2><strong>Doação de ração e apoio a ONGs</strong></h2><p>Segundo a organização, uma das ações previstas para a edição carioca é a <strong>doação de 20 toneladas de ração</strong> para organizações não governamentais que atuam com animais na cidade.</p><p>O evento também terá o <strong>Espaço ONGs</strong>, destinado à apresentação do trabalho de instituições e à divulgação da adoção responsável. Outra iniciativa anunciada é a melhoria da estrutura do ParCão do Parque Garota de Ipanema, que deverá permanecer como um espaço de convivência para moradores e animais após o festival.</p><p>Em julho, a edição realizada no <a href="https://turismo.ig.com.br/destinos-nacionais/2022-09-23/confira-a-programacao-da-semana-do-parque-ibirapuera.html.ampstories" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>Parque Ibirapuera</strong>, em São Paulo,</a> reuniu <strong>mais de 10 mil pessoas e 4.500 cães</strong>, segundo a organização.</p><h2><strong>Serviço</strong></h2><p><strong>Festival Pet 2026 - Rio de Janeiro</strong>  <strong>Local:</strong> Parque Garota de Ipanema  <strong>Endereço:</strong> Av. Francisco Bhering, 2-224 - Arpoador, Rio de Janeiro - RJ  <strong>Data:</strong> 10 e 11 de outubro de 2026 (sábado e domingo) <strong>Horário:</strong> 9h às 17h <strong>Entrada gratuita</strong></p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/adestramento/dicas/2026-10-02/festival-pet-reune-atividades-gratuitas-no-rio-em-outubro.html</link><dc:creator>Beatriz Failla</dc:creator><media:credit>Divulgação </media:credit><author>Beatriz Failla</author><keywords>Evento no Parque, Festival Pet 2026, Parque Garota de Ipanema, Rio de Janeiro, pet</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577fc449ec66ddc80915d843</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abedc2a064909c51ef69b74</guid><pubDate>Fri, 02 Oct 2026 10:00:16 +0000</pubDate><title>Pet aprende a fazer xixi no lugar certo e recebe recompensa</title><description>Pedro Ramos acompanhou de perto o treinamento e descobriu que uma recompensa depois da tarefa ajudou o bichinho a entender a rotina</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3t/r6/7z/3tr67ztatg5a8k8t046r1duh9.jpg"><figcaption>Pet aprende a fazer xixi no lugar certo em troca de agrado<span class="copyright">Reprodução:@opedrocantor/@dommedia.br </span></figcaption></figure><p><strong> Pedro Ramos</strong>, de Belo Horizonte, decidiu acompanhar de perto cada etapa do <strong>adestramento</strong> de seu pet e registrou o momento em que seu bichinho mostrou que estava entendendo a missão.</p><p>Com supervisão e <strong>orientação</strong>, o pet foi conduzido até o local apropriado e conseguiu fazer tudo como esperado. A cada acerto, <strong>Pedro</strong> reforçava o comportamento, mostrando que aquele era o lugar certo para fazer as necessidades.</p><p>Segundo <strong>Pedro</strong>, depois de fazer tudo certinho, o bichinho recebe um agrado. E parece que a estratégia não demorou muito para fazer sentido. Afinal, se existe uma recompensa esperando depois da tarefa, vale a pena prestar atenção no que o tutor está ensinando.</p><p>O resultado foi uma espécie de acordo entre os dois: Pedro orienta, o pet faz o que precisa e, no final, vem o tão esperado agrado. Pelo jeito, ele não levou muito tempo para descobrir como essa <strong>negociação</strong> funciona.</p><h2>Como o reforço positivo ajuda no aprendizado</h2><p>O uso de recompensas é uma estratégia bastante utilizada no treinamento de animais. Quando o pet realiza um comportamento desejado e recebe algo <strong>positivo</strong> logo depois, ele pode passar a associar aquela ação a uma consequência agradável.</p><p>No processo de ensinar o local correto para fazer xixi, a repetição também é importante. O tutor precisa acompanhar a rotina, oferecer <strong>orientação</strong> e reforçar os acertos de maneira consistente.</p><h2>A saúde urinária de seu pet esta boa?</h2><p><strong>Mudanças</strong> aparentemente simples na rotina de cães e gatos podem esconder problemas de saúde que passam despercebidos pelos tutores.</p><p>Entre eles, estão os distúrbios urinários, que costumam se manifestar por meio de sinais sutis, como aumento da <strong>frequência</strong> ao urinar ou dificuldade durante a micção.</p><p>Em muitos casos, esses indícios são <strong>ignorados</strong> no dia a dia. No entanto, alterações envolvendo rins, bexiga e uretra podem evoluir e afetar diretamente o bem-estar dos animais se não forem identificadas precocemente.</p><p>Nos felinos, a atenção deve ser redobrada. A doença do trato urinário inferior dos gatos está entre as ocorrências mais comuns na prática veterinária e pode incluir inflamações, formação de cristais e <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-04-10/saude-urinaria-de-caes-e-gatos--o-que-tutores-precisam-saber.html">até bloqueios na uretra, quadro considerado emergencial.</a></p><p><em>“Os gatos são particularmente sensíveis a alterações urinárias. Pequenas mudanças na rotina, no consumo de água ou na dieta podem influenciar o equilíbrio do trato urinário”</em>, explica <strong>Atana Farias</strong>, veterinária e gerente de produtos da <strong>Avert Saúde Animal.</strong></p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-02/pet-aprende-a-fazer-xixi-no-lugar-certo-e-recebe-recompensa.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução:@opedrocantor/@dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>comportamento animal, pet, animal, cachorro</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abebb8357ded4bc58924888</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 20:10:30 +0000</pubDate><title>Cachorro interrompe yoga da tutora e transforma tudo em caos</title><description>Tobias corre pela sala, pula sobre Alane durante os exercícios e contrasta com Maria Rita, que passa pelo local tranquilamente sem se importar</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2n/d1/6n/2nd16nebgg6xp47ldvhg3pb9n.jpg"><figcaption>Cachorro interrompe yoga da tutora e transforma tudo em caos<span class="copyright"> @alaneozelohair (ig) | @myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Um vídeo que tem chamado atenção nas redes sociais mostra o momento em que uma<strong> sessão de yoga</strong> em casa saiu completamente do planejado por causa de um <strong>cachorro cheio de energia.</strong></p><p><strong>Alane</strong> decidiu estender o tapete na sala para praticar alguns exercícios e aproveitar alguns minutos de tranquilidade. O problema é que <strong>Tobias,</strong> um dos<strong> cães</strong> da família, não parecia disposto a deixar a tutora relaxar.</p><p>Enquanto <strong>Alane</strong> tenta manter a concentração e seguir as posições, o cachorro corre pela casa, passa pelo ambiente em disparada e chega a pular sobre ela no meio do exercício. </p><p>Em alguns momentos, <strong>Tobias</strong> ainda para para encarar a tutora, como se estivesse acompanhando atentamente cada movimento.</p><p>Enquanto <strong>Tobias</strong> transforma a sala em uma verdadeira pista de corrida, <strong>Maria Rita,</strong> a outra cadelinha da família, atravessa o ambiente tranquilamente, sem demonstrar qualquer preocupação com a agitação do companheiro.</p><h2>Cachorro precisa brincar todo dia? Estudo responde</h2><p>Pesquisa da Universidade de Bristol, no Reino Unido, indica que a falta de brincadeiras pode causar agitação, latidos excessivos e  destruição de objetos.</p><p>O estudo, que acompanhou mais de 4 mil tutores e repercutiu no Daily Mail, reforça que atividades lúdicas são essenciais para a saúde física e mental dos cães.</p><p>Segundo os pesquisadores, brincar estimula áreas do cérebro ligadas ao prazer e à socialização, aumentando os níveis de ocitocina, hormônio associado ao vínculo afetivo.</p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-05-09/cachorro-precisa-brincar-todo-dia--estudo-responde.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Cachorro precisa brincar todo dia? Estudo responde</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/adestramento/2022-04-05/como-ensinar-o-cachorro-a-pegar-mais-leve-nas-brincadeiras.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Cachorros precisam pegar mais leve nas brincadeiras; ensine-o</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-07-28/brincadeiras-fortalecem-memoria-e-reduzem-estresse-dos-pets.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Brincadeiras fortalecem memória e reduzem estresse dos pets</a></p><p>Comportamentos como morder móveis ou correr com objetos podem indicar falta de estímulo, embora seja importante descartar problemas de saúde.</p><p>O tempo ideal varia conforme a raça e o perfil do animal: cães mais ativos podem precisar de até 40 minutos diários, enquanto outros se satisfazem com 10 a 15 minutos. Jogos de busca, desafios de faro e brinquedos interativos estão entre as opções recomendadas.</p><p>Especialistas orientam evitar brincadeiras que incentivem mordidas e adaptar as atividades à idade e às condições de saúde do cão. Filhotes, adultos e idosos se beneficiam do estímulo, desde que respeitados seus limites.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-01/cachorro-interrompe-yoga-da-tutora-e-transforma-tudo-em-caos.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit> @alaneozelohair (ig) | @myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>relaxamento, Tobias, cachorro, pet, animal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abe89f557ded4bc58924837</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:02:08 +0000</pubDate><title>Cachorro enfrenta motorista após tutora ser barrada em ônibus</title><description>Animal ficou agitado, latiu e chegou a avançar em direção ao motorista após a mulher ser impedida de embarcar com o cão e várias bagagens em Niterói</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eh/v4/ps/ehv4psrcbdveo9v03qn4p6k4r.jpg"><figcaption>Cachorro enfrenta motorista após tutora ser barrada em ônibus<span class="copyright">X/Reprodução/@xbrenooc </span></figcaption></figure><p>Um vídeo que tem circulado nas redes sociais mostra uma situação inusitada do lado de um ônibus em Niterói, no Rio de Janeiro. </p><p class="  ">Nas imagens, um cachorro aparece bastante agitado e late para um motorista de um ônibus depois que a tutora é impedida de embarcar com o animal e vários pertences.</p><p>O caso aconteceu nesta quarta-feira (30). Segundo os relatos, a mulher estava com o cachorro e carregava uma grande quantidade de bagagens, aparentando estar fazendo uma mudança.</p><p>Durante a situação, o motorista teria barrado a entrada da passageira por causa do volume dos pertences e da presença do animal. A discussão chamou a atenção do cachorro, que ficou agitado e passou a latir em direção ao motorista, permanecendo na porta do coletivo.</p><p>Nas imagens, o comportamento do animal dá a impressão de que ele estava “comprando a briga” da tutora e tentando fazer justiça pela situação.</p><p>Ele chega a avançar em direção ao motorista, como se quisesse entender por que não poderia entrar no ônibus e, ao mesmo tempo, estivesse tentando defender a tutora.</p><h2>Ligação entre cães e tutores vai além da companhia</h2><p>A relação entre cães e  tutores vai muito além da companhia do dia a dia. Conhecidos pela lealdade e pelo carinho, os cachorros conquistaram espaço dentro das famílias e se tornaram verdadeiros  parceiros dos humanos.</p><p>Além da amizade, os animais também ajudam no bem-estar emocional. A convivência com os pets pode contribuir para reduzir o estresse, a ansiedade e até tornar a rotina mais leve e divertida.</p><p>Outro ponto que fortalece essa conexão é a capacidade dos cães de perceber emoções e demonstrar afeto nos momentos mais diferentes, seja durante brincadeiras, passeios ou até em situações de tristeza.</p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/dicas/2019-03-21/cachorro-dono-relacionamento.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Dicas para criar uma boa relação entre cachorro e dono</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-10-03/pets-e-criancas--dicas-praticas-para-uma-convivencia-saudavel.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pets e crianças: dicas práticas para uma convivência saudável</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/colunas/adestramento-comportamental/2019-02-07/se-despedir-cachorro.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Porque você não deve se despedir do cachorro antes de sair de casa</a></p><p>A convivência com os animais também estimula valores como responsabilidade, cuidado e paciência, criando uma ligação cada vez mais forte entre tutores e seus companheiros de quatro patas.</p><p>Mais do que animais de estimação, os cães acabam se tornando parte da família e presença constante na vida de muitas pessoas.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-01/cachorro-enfrenta-motorista-apos-tutora-ser-barrada-em-onibus.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>X/Reprodução/@xbrenooc </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Revolta, cachorro, pet, animal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abd8f9271562f8b6ed5d7fe</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:00:54 +0000</pubDate><title>Gata interrompe estudo da tutora e tenta destruir lição de casa</title><description>A folha usada durante os estudos virou brinquedo quando a felina resolveu entrar em ação, mordendo o material e atrapalhando a concentração da dona</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cg/6c/u7/cg6cu7pvmm1i9dk7tcmqxg0a7.jpg"><figcaption>Gatinha interrompe lição de casa ao decidir morder atividade<span class="copyright">Reprodução:@Alinedosanjos (ig)/@Aline dos Anjos (fb)/@Milkmoothecat (tk)/@myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Hora de estudar, silêncio na casa e atividade sobre a mesa. Tudo parecia pronto para mais uma sessão de lição de casa, até que uma <strong>gatinha</strong> resolveu <strong>participar</strong> da tarefa de um jeito bem diferente.</p><p>Enquanto a atividade era feita, a felina se aproximou da folha e começou a morder o papel. Em vez de deixar o estudante <strong>concentrado</strong>, ela transformou a própria atividade em uma espécie de brinquedo particular.</p><p>A cada mordida, a concentração ia embora. Para a gatinha, aparentemente, não importava se havia exercícios, respostas ou <strong>anotações</strong> na folha: o que realmente chamava atenção era aquele pedaço de papel bem ali, disponível para ser atacado.</p><p>Enquanto alguém tentava terminar a lição, a felina parecia <strong>determinada</strong> a resolver outro problema: descobrir até onde aquela folha aguentaria.</p><h2><strong>Gatos</strong></h2><p><strong>Gatos</strong> são conhecidos pela curiosidade e pelo interesse por objetos que fazem parte da rotina dos tutores. Papéis, caixas, sacolas e até materiais que deveriam permanecer intocados podem acabar <a href="https://canaldopet.ig.com.br/curiosidades/2016-07-29/gatos-mais-bonitos-do-mundo.html">despertando a atenção desses animais.</a></p><p>Além da curiosidade, o movimento do papel, o barulho produzido ao ser amassado e a possibilidade de <strong>interagir</strong> com o objeto podem tornar uma simples folha muito mais interessante para um gato do que parece para nós.</p><p>Por isso, não é tão incomum que eles apareçam justamente quando alguém está tentando se concentrar. Computadores, livros e cadernos podem acabar virando pontos estratégicos para receber uma visita felina.</p><h2>Brinquedos também ajudam na rotina dos gatos</h2><p>Existem muitos brinquedos para gatos que ajudam a promover o exercício físico, a estimular a saúde mental e a <strong>socialização</strong> dos animais.</p><p>Por isso, é importante que os tutores escolham brinquedos que se adequem ao perfil e às necessidades do pet, bem como ofereçam opções variadas a fim de que o animal não fique entediado.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-10-01/gata-interrompe-estudo-da-tutora-e-tenta-destruir-licao-de-casa.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução:@Alinedosanjos (ig)/@Aline dos Anjos (fb)/@Milkmoothecat (tk)/@myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Estudiosa, Gato, Pet</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abd84bb4814768377efdb96</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 21:53:08 +0000</pubDate><title>Cachorro fica em pose de canguru à espera do seu petisco favorito</title><description>A American Bully Manuzinha mantém as patas dianteiras suspensas enquanto aguarda a tutora entregar seu alimento favorito: talos de couve</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e7/m6/y6/e7m6y65gzpc9ug2ll64dq869r.jpg"><figcaption>American Bully fica em pose de “canguru” à espera de petisco<span class="copyright"> @Duplinhabully (ig) | @myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Uma <a href="https://canaldopet.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-05-06/4-caracteristicas-do-cachorro-da-raca-american-bully.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>American Bully</strong> </a>encontrou uma maneira curiosa de esperar pelo petisco favorito. <strong>Manuzinha</strong> costuma ficar apoiada nas patas traseiras enquanto aguarda a tutora entregar um alimento pouco convencional para cães: t<strong>alos de couve.</strong></p><p>No registro, a cachorra aparece parada nessa posição, mantendo o equilíbrio enquanto espera receber o vegetal. A postura, com as patas dianteiras suspensas, lembra a de um canguru.</p><p>Segundo a tutora, os talos de couve estão entre os alimentos que Manuzinha mais gosta. </p><p class="  ">Por isso, basta perceber que o petisco está por perto para assumir a posição e aguardar a entrega.</p><h2>American Bully</h2><p>O<a href="https://canaldopet.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-05-06/4-caracteristicas-do-cachorro-da-raca-american-bully.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> american bully </a>é um cão de porte compacto e bastante robusto, podendo ultrapassar os 30 quilos. Apesar de não ser alto nem comprido, chama atenção pela musculatura densa e bem definida,  que transmite uma imagem de força e resistência física.</p><p>Por causa da aparência imponente, muitas pessoas podem se assustar à primeira vista. No entanto, a raça costuma ser dócil, carinhosa e muito apegada aos tutores.</p><p>Em alguns países, é comum que o american bully tenha as orelhas cortadas para seguir um padrão estético da raça. No Brasil, porém, essa prática é proibida por lei federal.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-30/cachorro-fica-em-pose-de-canguru-a-espera-do-seu-petisco-favorito.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit> @Duplinhabully (ig) | @myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Manuzinha, American Bully, cachorro, pet, animal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abd6e1471562f8b6ed5d7d7</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 21:12:29 +0000</pubDate><title>Cachorro vira “fiscal da praia” e não deixa ninguém jogar bola</title><description>O pet correu atrás da bola e interrompeu diversas vezes a troca de passes, entrando na disputa sempre que alguém tentava retomar a partida</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a8/zn/id/a8znidfm9mgfmzr15h4znh93y.jpg"><figcaption>Cachorro vira “fiscal da praia” e não deixa ninguém jogar bola<span class="copyright">Reprodução/@Imperadordecabofrio (ig) </span></figcaption></figure><p>Um <strong>cachorro</strong> assumiu o papel de <strong>“fiscal da praia”</strong> durante uma partida de altinha na <strong>Praia do Forte</strong>, em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. </p><p>O animal apareceu no meio da brincadeira, correu atrás da bola e não deixou os jogadores seguirem com a partida tranquilamente.</p><p>A cada tentativa de continuar a troca de passes, o cão entrava em ação e disputava a bola com a turma. O comportamento arrancou risadas de quem estava por perto.</p><p>Empolgado com a brincadeira, o “fiscal” de quatro patas parecia determinado a garantir que nenhuma bola passasse despercebida. No fim, a partida ganhou um novo participante, que fez questão de acompanhar cada lance de perto.</p><h2>Cuidados durante o passeio na praia</h2><p class="        ">Um dia na praia pode ser divertido para os cães, mas alguns cuidados são importantes para evitar problemas. O calor, a areia quente, a água do mar e alimentos deixados na areia estão entre os <a href="https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/dicas/2018-12-29/cachorro-na-praia-cuidados.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">principais pontos de atenção.</a></p><ul><li><strong>Protetor solar:</strong> cães também podem sofrer com os efeitos do sol. Use protetor específico para animais, principalmente nas regiões com pouca pelagem, e evite a exposição nos horários de calor mais intenso.</li><li><strong>Água e hidratação:</strong> leve água fresca e ofereça ao pet com frequência. Evite que ele beba água do mar, que pode causar problemas gastrointestinais.</li><li><strong>Cuidado com a areia quente:</strong> o contato com areia e asfalto muito aquecidos pode provocar queimaduras nas patas. Antes do passeio, coloque a mão sobre o chão por alguns segundos para verificar a temperatura.</li><li><strong>Atenção ao que está na areia:</strong> restos de peixes, crustáceos, alimentos e outros objetos podem ser perigosos se ingeridos. Durante o passeio, mantenha o animal sob supervisão.</li><li><strong>Mar e ondas:</strong> mesmo cães que sabem nadar precisam de acompanhamento. Correntes e ondas podem levar o animal para longe, por isso não o deixe entrar no mar sem supervisão.</li><li><strong>Recolha os dejetos:</strong> leve sacolinhas e recolha as fezes do animal, contribuindo para manter a praia limpa e adequada para todos.</li><li><strong>Banho ao voltar:</strong> depois do passeio, um banho ajuda a retirar areia, sal e sujeira acumulados na pele e nos pelos. Também é importante verificar as patas, os olhos e as orelhas do pet.</li></ul>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-30/cachorrao-vira-fiscal-da-praia-e-nao-deixa-ninguem-jogar-bola.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução/@Imperadordecabofrio (ig) </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Praia do Forte, cachorro, animal, fiscal da praia</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abd557371562f8b6ed5d79b</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 19:34:37 +0000</pubDate><title>Zeca Pagodinho anuncia chegada de novos “netinhos”</title><description>Filhotes já têm novos lares garantidos e devem levar muita alegria aos tutores. A família ainda brincou e chamou a ninhada de “pura raça Pagodinho”</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/57/2k/u7/572ku76bkwnine3k3n54m529v.jpg"><figcaption>Zeca Pagodinho anuncia chegada de novos “netinhos”<span class="copyright">Instagram/@zecapagodinho </span></figcaption></figure><p>O cantor <strong>Zeca Pagodinho</strong> compartilhou nas redes sociais, nesta terça-feira (29), que a família cresceu. A novidade veio com o nascimento dos filhotes de <strong>Bolinha,</strong> que já têm novos lares garantidos.</p><p class="   ">Conhecidos como os <strong>“netinhos do Zeca”,</strong> os cachorrinhos conquistaram os amigos da família e foram todos adotados. A expectativa é de que, em breve, os pequenos estejam fazendo muita bagunça e levando alegria para suas novas casas.</p><p>Na publicação, a família brincou com a origem dos filhotes e chamou a ninhada de “pura raça Pagodinho”. </p><p><em>"A família cresceu! Conheçam os novos netinhos do Zeca, filhos da Bolinha! Todos os filhotes da “pura raça Pagodinho” já foram adotados pelos amigos da família e já já estarão fazendo muita bagunça por aí!"</em></p><h2>5 dicas para realizar uma adoção</h2><p><strong>Reflexões sobre o perfil da família</strong></p><p>Antes de ir a um local para realizar a adoção  e escolher o novo companheiro, é importante refletir sobre o perfil da família, <a href="https://canaldopet.ig.com.br/colunas/alexandre-rossi/2017-01-22/adocao-dicas.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">para que o pet possa se adaptar mais facilmente a nova vida.</a></p><p>É importante pensar se a família tem um perfil mais agitado, que gosta de passear bastante, sai sempre, ou se é mais caseira, por exemplo.</p><p>Será que todos poderão se comprometer com os cuidados com um filhote ou seria melhor adotar um adulto? Há cães e gatos com temperamentos perfeitamente adaptáveis às várias rotinas e perfis que as famílias podem ter.</p><p><strong>ONGs, protetores e CCZs</strong></p><p>Ao optar por adotar um cão ou gato, procure ONGs e protetores que desenvolvam um trabalho sério com os animais. Converse, busque informações e visite. Em sua grande maioria, são pessoas muito comprometidas com a causa animal e prestarão um grande e valioso auxílio.</p><p>Vale procurar também o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade, onde são muitas vezes feitos trabalhos importantes de resgate, cuidados e doação de animais de estimação.</p><p><strong>Orientação</strong></p><p>Em caso de dúvida ou insegurança em relação à escolha do animal para adotar, não hesite em consultar um profissional especializado em comportamento animal.</p><p>Conversar com pessoas que já adotaram e também com aqueles que lidam com proteção animal, além dos que trabalham no local escolhido para adoção. Vai ajudar bastante.</p><p><strong>Preparativos</strong></p><p>A casa deve ser preparada para a chegada do novo amigo. Se já há pets na família, faça uma introdução cuidadosa, com associações positivas e paciência.</p><p>Pense nos locais onde ele irá se alimentar, fazer as necessidades e dormir. E saiba que, mesmo que tudo tenha sido feito da melhor forma, alguns animais podem demorar mais do que outros para se adaptarem e se sentirem à vontade, mas isso não significa que a adoção não dará certo.</p><p>Lembre-se que, assim como nós, cada indivíduo tem o seu tempo de adaptação para situações novas. O importante é ter paciência.</p><p><strong>Educação</strong></p><p>Seja um adulto ou filhote, com raça ou sem raça, cão ou gato, educar o novo animal de estimação vai ajudar muito a permitir que a convivência seja sempre bacana. Reforçar os bons comportamentos com recompensas que o pet adore sempre será a melhor maneira de eles saberem o que esperamos deles.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-30/zeca-pagodinho-anuncia-chegada-de-novos-netinhos.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Instagram/@zecapagodinho </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>bolinha, cantor, cachorro, zeca pagodinho</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc212b26925fc701173a82</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:00:45 +0000</pubDate><title>Cachorro rouba rosas e tenta disfarçar a travessura</title><description>O cão foi encontrado com uma flor na boca e só soltou após muita insistência, como se ainda estivesse avaliando se valia a pena abrir mão dele</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5i/cw/ve/5icwvebl3i2wgmlb70n99yi6u.jpg"><figcaption>Cachorro é flagrado roubando rosas e tenta disfarçar<span class="copyright">Reprodução:@manu__sabino/@myhoodbr </span></figcaption></figure><p><strong>Pitoco</strong> encontrou uma maneira própria de se divertir dentro de casa. O cachorro costuma subir em um painel de rosas e puxar as flores sempre que tem a oportunidade, repetindo a brincadeira já conhecida pela tutora, Manuela Sabino.</p><p>Desta vez, porém, a <strong>tutora</strong> conseguiu pegar o pet justamente no momento em que ele estava com uma das rosas na boca. </p><p class="  ">Pitoco apareceu diante da câmera com a flor entre os dentes e uma expressão tão tranquila que parecia não entender por que aquilo poderia ser um problema.</p><p>Manuela então tentou negociar a devolução do “troféu”. Ela pediu para que Pitoco soltasse a rosa, mas o cachorro não parecia muito disposto a colaborar. </p><p>Por alguns instantes, ele continuou segurando a flor, como quem ainda avaliava se valia a pena abrir mão da conquista.</p><p>Depois de muita insistência, finalmente ele cedeu. Pitoco soltou a rosa, mas teve uma reação inesperada.</p><p>Em vez de demonstrar qualquer sinal de arrependimento, ele ficou com aquela carinha de quem não fazia ideia do que estava acontecendo.</p><p>O flagrante também deixou claro que aquela provavelmente não era uma aventura inédita. Como Manuela já conhecia o costume de Pitoco de subir no painel para puxar as flores, o episódio parece ter sido apenas mais um capítulo das peripécias do cachorro.</p><h2>As 10 plantas mais perigosas para os pets</h2><p>A seguir, a lista das espécies mais <strong>comuns</strong> em jardins e calçadas brasileiras que <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-24/primavera-exige-atencao-redobrada-as-alergias-em-caes-e-gatos.html">representam perigo para cães e gatos.</a></p><ul><li>Comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia spp.) — Contém cristais de oxalato de cálcio, que causam irritação intensa na boca e garganta, salivação excessiva e inchaço.</li><li>Lírios (Lilium spp.) — Altamente tóxicos para gatos; pequenas quantidades podem provocar insuficiência renal aguda.</li><li>Espada-de-São-Jorge (Sansevieria trifasciata) — Possui saponinas que irritam o trato gastrointestinal, causando náusea e diarreia.</li><li>Azaleia (Rhododendron spp.) — Suas grayanotoxinas afetam o sistema cardiovascular, podendo causar arritmias e convulsões.</li><li>Mamona (Ricinus communis) — A ricina é uma das toxinas naturais mais potentes, provocando dores intensas e podendo levar à morte.</li><li>Espirradeira (Nerium oleander) — Os glicosídeos presentes na planta são cardiotóxicos e podem causar parada cardíaca.</li><li>Hortênsia (Hydrangea macrophylla) — Libera cianeto durante a digestão, o que compromete a respiração celular.</li><li>Copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica) — O oxalato de cálcio causa dor e inflamação oral, com salivação e vômitos.</li><li>Bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima) — A seiva leitosa irrita mucosas e pele, provocando dermatite e conjuntivite.</li><li>Manacá-de-jardim (Brunfelsia spp.) — Contém substâncias neurotóxicas que podem causar tremores e convulsões.</li></ul>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-30/cachorro-rouba-rosas-e-tenta-disfarcar-a-travessura.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução:@manu__sabino/@myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Romântico, Pet, Cachorro</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc251226925fc701173a87</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 22:14:41 +0000</pubDate><title>Salsicha impressiona com corpo tão longo que parece IA</title><description>Oscar Wilde, morador da Califórnia, virou assunto nas redes após aparecer relaxando no sofá e exibir uma silhueta que parece não ter fim</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8l/3s/nb/8l3snbhngnsxhtb6zc71q1d99.jpg"><figcaption>Dachshund chama atenção pelo corpo tão longo que impressiona<span class="copyright">Instagram/@hausofodoxies  </span></figcaption></figure><p>Um <strong>dachshund,</strong> também conhecido como <strong>salsicha,</strong> que vive na<strong> Califórnia,</strong> nos Estados Unidos, chamou a atenção nas redes sociais pelo comprimento do corpo, uma característica que se destaca até mesmo entre os cães da raça.</p><p>Chamado <strong>Oscar Wilde,</strong> o cachorro tem pelagem preta e marrom e costuma aparecer em registros com diferentes expressões. Nas imagens em que está deitado no sofá, porém, outro detalhe ganhou destaque: a silhueta bastante alongada.</p><p>O formato do corpo é uma característica típica dos dachshunds, conhecidos pelas pernas curtas e pelo tronco comprido. No caso de Oscar, no entanto, as proporções chamaram a atenção de quem viu as fotografias.</p><p>As imagens deram origem a comentários bem-humorados nas redes sociais, com internautas questionando se Oscar poderia ser um dos dachshunds mais longos já vistos.</p><p class="   ">O cachorro vive ao lado dos irmãos <strong>Oxford</strong> e <strong>Ophelia</strong>, com quem divide a rotina. Entre momentos de descanso e passeios, ele também já mostrou que o corpo comprido não impede que tenha disposição para correr.</p><p class="       ">Oscar, inclusive, já venceu corridas da própria raça. Em outra ocasião, recebeu uma <strong>homenagem</strong> em um evento realizado em Santa Monica, onde foi apresentado como o dachshund mais comprido já visto.</p><h2>Dachshund: o famoso cachorro salsicha</h2><p>É difícil confundir um <strong>dachshund</strong> com qualquer outra raça. O corpo alongado, sustentado por pernas curtas, é uma das características mais marcantes desses cães e foi justamente o que rendeu o apelido popular de “<strong>cachorro salsicha</strong>”.</p><p>Além da aparência, a raça costuma ser bastante ativa e gosta de participar da rotina dos tutores. Dachshunds geralmente são curiosos, cheios de energia e podem aproveitar diferentes tipos de <strong>brincadeiras</strong>, <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-04-10/cinco-curiosidades-que-vao-te-fazer-amar-os-dachshunds.html">principalmente aquelas que estimulam seus sentidos.</a></p><p>Por serem cães que podem ter tendência ao sobrepeso, manter uma rotina de atividade física é importante. Passeios frequentes e brincadeiras em um espaço seguro ajudam a manter o animal ativo, sempre respeitando suas condições individuais.</p><p>Outro ponto é a <strong>sociabilidade</strong>. Muitos dachshunds gostam de estar perto das pessoas e podem não lidar tão bem com longos períodos sozinhos, especialmente quando estão acostumados à presença constante da família.</p><p>Fisicamente, além do<strong> corpo comprido</strong> e das pernas curtas, a raça apresenta focinho alongado, olhos médios e ovais, bem espaçados e atentos, além de orelhas de inserção alta, arredondadas e levemente alongadas.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-29/salsicha-impressiona-com-corpo-tao-longo-que-parece-ia.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Instagram/@hausofodoxies  </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Cão elástico, Salsicha, Curiosidade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abc199ba28744ed39d8a7ce</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 20:04:27 +0000</pubDate><title>Cães usam aparelhos de exercícios ao lado dos tutores na China</title><description>Cena comum em parques e condomínios mostra animais em simuladores de caminhada que costumam ser utilizados por idosos</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8x/gm/1p/8xgm1p3sx9owigajpu1tjmsfd.jpg"><figcaption>Cães usam aparelhos de exercícios ao lado dos tutores na China<span class="copyright">Instagram/@chinaminutes </span></figcaption></figure><p>Na<strong> China,</strong> alguns <strong>cães</strong> também parecem ter espaço garantido na rotina de exercícios dos tutores. Em parques e áreas residenciais, não é raro encontrar idosos colocando os animais em aparelhos de caminhada ao ar livre.</p><p>O equipamento possui dois pedais suspensos que se movimentam para frente e para trás, simulando o ritmo de uma caminhada. Enquanto o tutor se exercita, o cachorro é colocado sobre a estrutura e acompanha o movimento.</p><p>Os aparelhos são comuns em parques e condomínios residenciais de diferentes regiões do país e costumam ser bastante utilizados pela população idosa. </p><p>Com o tempo, incluir os cães na atividade também passou a fazer parte da rotina de alguns tutores.</p><p>Durante o exercício, os animais são balançados suavemente de um lado para o outro enquanto permanecem sobre os pedais. A cena chama atenção por transformar um equipamento pensado para pessoas em mais uma atividade compartilhada com os pets.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-29/caes-usam-aparelhos-de-exercicios-ao-lado-dos-tutores-na-china.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Instagram/@chinaminutes </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>diversão, pet, animal, cachorro, exercicio</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abbf571a28744ed39d8a79c</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 17:29:31 +0000</pubDate><title>Pinscher surpreende ao limpar as patinhas antes de entrar em casa</title><description>Cachorrinho repete o mesmo ritual ao voltar do quintal, passando as patas sobre o tapete como se estivesse tirando a sujeira antes de seguir pela casa</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/en/7l/c5/en7lc5oozbyhaa5nds499mho9.jpg"><figcaption>Pinscher surpreende ao limpar as patinhas antes de entrar em casa<span class="copyright">Reprodução: @julianejh33 (tk) | @myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Um <a href="https://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/2021-02-03/guia-de-racas-as-principais-curiosidades-do-pinscher.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong>Pinscher</strong> </a>parece ter criado uma regra própria antes de entrar em casa. Sempre que volta do quintal, o cachorrinho para diante do tapete e começa a passar as patinhas sobre o tecido.</p><p>O movimento chama atenção porque lembra exatamente o hábito de quem limpa os pés antes de entrar em casa. Depois de algumas passadas no tapete, o cão segue normalmente para dentro.</p><p>Em vez de simplesmente atravessar a porta, ele parece saber que existe uma etapa antes de continuar o passeio pela casa.</p><p>O mais curioso é que o Pinscher não precisa receber nenhum comando para repetir o gesto. Ele volta do quintal, encontra o tapete e faz a própria “limpeza” antes de seguir.</p><h2>Pinschers</h2><p>Não se deixe enganar pela expressão "50% ódio, 50% tremedeira". Apesar da fama de briguento e estressado, o <a href="https://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/2021-02-03/guia-de-racas-as-principais-curiosidades-do-pinscher.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">pinscher é um companheiro amoroso e brincalhão.</a></p><p>O cãozinho conquistou muitos fãs no Brasil e está entre as 20 raças mais populares do país segundo ranking elaborado pela DogHero. </p><p>Diferente de outras raças de pequeno porte, o pinscher é um ótimo guardião. O cãozinho, de no máximo 30 centímetros e 6 kg,  exibe sua bravura quando algo estranho acontece ao seu redor.</p><p>A lealdade ao seu tutor também é outra característica marcante desse minicão de guarda. Com seu latido fino, o pet está sempre atento para proteger sua família a qualquer sinal de “perigo” – mesmo quando seu dono não esteja sofrendo nenhuma ameaça real. </p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-07-05/pinscher-bravo--veja-como-adestrar-e-acalmar-o-pet.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pinscher bravo? Veja como adestrar e acalmar o pet</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/guia-bichos/2021-02-03/guia-de-racas-as-principais-curiosidades-do-pinscher.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Guia de raças: as principais curiosidades do Pinscher</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-08-24/pinscher-viraliza-por-comportamento-calmo-e-encanta-internautas.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pinscher viraliza por comportamento calmo e encanta internautas</a></p><p>Embora desconfiado, o pet pode ser sociável com outros humanos e animais. Para que isso aconteça, é preciso que ele seja socializado desde muito cedo, mas se o cão apresentar dificuldades, é recomendado contatar um profissional para auxiliar na harmonia do lar.</p><p>Diferente de outros cães de pequeno porte, o pinscher é super ativo e tem muita energia para gastar. É uma raça que ama correr pela casa e brincar com seu tutor. Mas atenção: é preciso ter cuidado com brincadeiras brutas pois podem machucá-lo.</p><p>Amoroso com seu dono, tende a ficar triste longe de sua família. Se bem cuidado, um pinscher pode viver por até 15 anos.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-29/pinscher-surpreende-ao-limpar-as-patinhas-antes-de-entrar-em-casa.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @julianejh33 (tk) | @myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Ritual, cachorro, pet, animal, pinscher</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abad4e3a4bcac8675df4bc6</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:00:08 +0000</pubDate><title>Cachorrinhos encontram jeito inusitado para dormir juntinhos</title><description>Empilhados e aparentemente muito confortáveis, os cachorrinhos transformaram aquele cantinho em um verdadeiro ninho de aconchego</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1v/93/of/1v93of6yn1xckr32n8dgi166q.jpg"><figcaption>Filhotes dormem empilhados e cena conquista pela fofura<span class="copyright">Tiktok/@bieltun </span></figcaption></figure><p> Uma<strong> ninhada de filhotes </strong>chamou a atenção nas redes sociais pela forma como os cachorrinhos aparecem dormindo juntos. Acomodados uns sobre os outros, os animais descansam tranquilamente enquanto formam uma curiosa<strong> “pilha” de cães.</strong></p><p>Enquanto alguns ficaram por baixo, outros aproveitaram o conforto dos irmãos para se <strong>acomodar</strong> e simplesmente fechar os olhos.</p><p>Sem pressa e aparentemente muito confortáveis, os filhotes transformaram aquele cantinho em um verdadeiro ninho de aconchego.</p><h2>Por que os filhotes dormem tanto?</h2><p>O sono ocupa uma parte importante da rotina dos cães durante os primeiros meses de vida. Filhotes podem passar muitas horas dormindo, já que o organismo está em uma fase intensa de <strong>crescimento</strong> e desenvolvimento.</p><p>Durante o <strong>descanso</strong>, o corpo trabalha em diferentes processos importantes para o desenvolvimento físico e neurológico. Por isso, embora a vontade de acordar o filhote para brincar seja grande, respeitar os períodos de sono é fundamental.</p><p>Além disso, dormir perto de outros cães pode proporcionar uma sensação de conforto e segurança, especialmente para <strong>filhotes</strong> que ainda estão se adaptando ao ambiente.</p><h2>Atenção ao ambiente</h2><p>Como qualquer <strong>recém-nascido</strong>, o mundo externo é estranho e frio, bem diferente do ambiente quentinho e seguro da barriga da mãe. Por esta razão, você deverá proporcionar um local parecido com a barriga para o filhote se sentir acolhido. Muitos filhotes não sobrevivem por não conseguirem se aquecer após o parto. </p><p>Nas três primeiras semanas de vida, o cãozinho é muito frágil e nem consegue regular a temperatura corporal sozinho. Geralmente a mãe se encarrega de mantê-los aquecidos, então prepare uma área especial para a mãe e os filhotes, de preferência <strong>confortável</strong>, quente e reservado. </p><p>Forre o local com um colchonete, almofadas e mantas grossas. Não se esqueça de sempre <a href="https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/2020-07-30/estes-sao-os-cuidados-que-voce-deve-ter-com-filhotes-de-caes-e-gatos.html">manter tudo limpo para manter a saúde dos bebês.</a>  </p><p>Entretanto, se não for possível que a mãe aqueça a <strong>ninhada</strong>, você deverá criar artificialmente este ambiente. Faça um "ninho" com uma caixa de papelão, forre-a com jornais, cubra-a com uma toalha limpa e encha de mantas. </p><p>Cuide para que a <strong>temperatura</strong> do local esteja sempre estável, entre 20ºC e 22ºC. Deixe também uma caminha para os bebês num lugar limpo e tranquilo. </p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-29/cachorrinhos-encontram-jeito-inusitado-para-dormir-juntinhos.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Tiktok/@bieltun </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Empilhados, Filhote, Pet</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abad73d84ca008a7a14855f</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 22:12:20 +0000</pubDate><title>Cachorro vai pescar com tutor e acaba dentro do rio</title><description>Inquieto durante a pescaria, cachorro fez tanta bagunça que acabou na água e precisou ser resgatado pelo próprio tutor, em vez de ajudá-lo</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ez/rj/ja/ezrjjasp5oxnaniss660xhuv9.jpg"><figcaption>Cachorro vai pescar com tutor e acaba dentro do rio<span class="copyright">Reprodução: @billy_bil/@dommedia.br </span></figcaption></figure><p><strong>Lucinete Pereira,</strong> do Rio de Janeiro, compartilhou o registro de uma pescaria que acabou saindo diferente do planejado depois que seu cachorro decidiu acompanhar o tutor na aventura. </p><p>A ideia era apenas fazer companhia durante o momento de descanso, mas o animal parecia ter outros planos.</p><p>Enquanto o pescador tentava se concentrar, o cachorro permaneceu inquieto, circulando de um lado para o outro e fazendo aquela <strong>bagunça</strong> típica de quem simplesmente não consegue ficar parado.</p><p>A situação ficou ainda mais inesperada quando, de tanto aprontar, o <strong>cachorro</strong> acabou caindo dentro do rio. Ele precisou ser retirado da água pelo tutor, passando de acompanhante a “pescador resgatado”.</p><p>Apesar da tentativa de participar da aventura, o animal não conseguiu fisgar nenhum peixe. </p><h2>Por que os cães são considerados melhores amigos?</h2><p>Alguns comportamentos e características ajudam a explicar por que os cachorros conquistaram esse título ao longo do tempo:</p><p><strong>Lealdade</strong>: Os cães costumam demonstrar fidelidade aos tutores e permanecem ao lado deles em diferentes situações do dia a dia, fortalecendo o vínculo de companheirismo.</p><p><strong>Empatia e carinho</strong>: Muitos cachorros conseguem perceber mudanças no humor das pessoas e reagem com gestos de afeto, oferecendo conforto quando os donos parecem tristes ou preocupados.</p><p><strong>Companhia constante</strong>: A convivência com um cachorro traz presença e interação diária, seja em passeios, <a href="https://canaldopet.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-11-14/8-racas-de-cachorros-mais-carinhosas-do-mundo.html">brincadeiras ou momentos simples dentro de casa.</a></p><p><strong>Bem-estar emocional</strong>:  A presença de um pet pode ajudar a diminuir o estresse e a ansiedade. Estudos indicam que o contato com animais pode estimular a liberação de hormônios ligados à sensação de bem-estar.</p><p><strong>Aprendizado e responsabilidade:</strong>  Cuidar de um animal de estimação também ensina valores importantes, como responsabilidade, paciência, dedicação e respeito pelos animais. </p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-28/cachorro-vai-pescar-com-tutor-e-acaba-dentro-do-rio.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @billy_bil/@dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Ajudante, Pescaria, Pet</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abada39a4bcac8675df4bd0</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 21:21:00 +0000</pubDate><title>Raiva ainda circula entre animais e exige prevenção</title><description>Brasil reduziu transmissão por cães, mas casos envolvendo animais silvestres mantêm risco</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2x/ah/9d/2xah9dzf41z7w684szt85tljm.jpg"><figcaption>Data reforça a importância da vacinação de cães e gatos<span class="copyright">Foto: Reprodução/ Divulgação </span></figcaption></figure><p>O <strong>Brasil</strong> avançou no <strong>controle da raiva transmitida por cães</strong>, mas a <strong>circulação do vírus</strong> entre <strong>animais silvestres</strong> mantém a <strong>necessidade de vigilância</strong>. Entre 2016 e 2026, o país registrou 37 casos de raiva humana. Desses, 22 tiveram relação com a transmissão por morcegos, segundo dados do Ministério da Saúde.</p><p>O cenário reforça a importância da vacinação de cães e gatos e dos cuidados após possíveis contatos com animais infectados. A raiva é uma doença viral que atinge o sistema nervoso central e apresenta alta letalidade depois do início dos sintomas.</p><p>O Dia Mundial contra a Raiva, celebrado em 28 de setembro, chama atenção para medidas de prevenção e controle da doença. No Brasil, a redução da transmissão associada ao ciclo urbano convive com a circulação do vírus no chamado ciclo silvestre.</p><h2>Morcegos mantêm circulação do vírus</h2><p>O país não registra há mais de uma década casos humanos relacionados à variante do vírus que circula entre cães. O resultado está associado aos avanços nas ações de vacinação e controle da raiva canina.</p><p>Isso não significa, porém, que a doença tenha deixado de circular entre animais.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/aj/3j/5q/aj3j5qpvuyvqps7zixmp575ht.jpg"><figcaption>A vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção<span class="copyright">Foto: Prefeitura de Jundiaí/ Divulgação </span></figcaption></figure><p>Até junho de 2026, seis casos de raiva em cães haviam sido registrados no Brasil. Segundo os dados apresentados, todos estavam relacionados a variantes associadas a animais silvestres.</p><p>Entre 2015 e 2026, foram contabilizados 270 casos de raiva em cães e gatos. O dado mostra que a interrupção da transmissão urbana não elimina a possibilidade de contato com o vírus.</p><p>Em São Paulo, foram registrados 90 casos de raiva em animais em 2026, de acordo com dados divulgados pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP).</p><p>Para o médico-veterinário Francis Flosi, diretor-geral da Faculdade de Medicina Veterinária Qualittas, a vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção.</p><p>“A vacinação é uma medida fundamental para proteger cães e gatos e, consequentemente, as pessoas. Mesmo com os avanços no controle da raiva transmitida por cães, a circulação do vírus em animais silvestres exige atenção permanente, tanto dos responsáveis pelos animais quanto dos profissionais de saúde”, afirma.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c8/ml/0y/c8ml0yv6fci36uhe7yzrknbgl.jpg"><figcaption>Médico-veterinário Francis Flosi, diretor-geral da Faculdade de Medicina Veterinária Qualittas<span class="copyright">Foto: Arquivo Pessoal </span></figcaption></figure><p><strong>Como ocorre a transmissão</strong></p><p>A raiva é causada por um vírus que afeta o sistema nervoso central. A transmissão ocorre principalmente pela saliva de animais infectados, especialmente em mordidas e arranhões. O contato da saliva com mucosas ou feridas também pode representar risco.</p><p>Cães, gatos, morcegos e outros mamíferos podem participar da transmissão, dependendo da variante viral e do ciclo epidemiológico.</p><p>Nos animais, alguns sinais podem levantar suspeita da doença. Entre eles estão mudanças de comportamento, agressividade incomum, salivação excessiva, dificuldade para engolir, alterações na coordenação motora e paralisia.</p><p>Os sinais, no entanto, podem variar. Por isso, animais com suspeita de raiva não devem ser manipulados. A orientação é acionar profissionais e os serviços de vigilância responsáveis pela avaliação da situação.</p><p><strong>O que fazer após uma exposição</strong></p><p>Em caso de mordida, arranhão ou outro contato considerado suspeito, a recomendação é lavar imediatamente o local com água corrente e sabão. Depois, a pessoa deve procurar atendimento médico para avaliar a necessidade de profilaxia contra a raiva.</p><p>Quando um cão ou gato entra em contato com um morcego ou outro animal silvestre, o responsável também deve buscar orientação de um médico-veterinário e dos serviços de vigilância. O contato direto com o animal silvestre deve ser evitado.</p><p class="   ">Outra medida importante é manter cães e gatos vacinados contra a raiva conforme as orientações dos serviços de saúde e de medicina veterinária. Também é recomendado não tocar em morcegos encontrados no chão ou em situações incomuns e comunicar às autoridades sanitárias a presença de animais com comportamento suspeito.</p><p>A prevenção envolve ainda a chamada Saúde Única, conceito que considera a relação entre a saúde das pessoas, dos animais e do ambiente. Nesse modelo, médicos-veterinários e outros profissionais participam da prevenção, da vigilância e da orientação da população.</p><p>“Manter a vacinação em dia, reconhecer situações de risco e buscar atendimento diante de uma possível exposição são atitudes que ajudam a proteger toda a comunidade. O controle da raiva depende de um trabalho contínuo e integrado entre profissionais de saúde, responsáveis pelos animais e poder público”, afirma Flosi.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-28/raiva-ainda-circula-entre-animais-e-exige-prevencao.html</link><dc:creator>PH Lopes</dc:creator><media:credit>Foto: Reprodução/ Divulgação </media:credit><author>PH Lopes</author><keywords>Saúde Pública, Dia Mundial contra a Raiva, raiva em animais, prevenção, vigilância epidemiológica</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abac59584ca008a7a148549</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 19:53:00 +0000</pubDate><title>Filhote de onça-parda é resgatado em plantação durante colheita</title><description>Filhote foi encontrado por trabalhadores e resgatado por bombeiros às margens da BR-060; buscas pela mãe foram feitas, mas ela não foi localizada</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ch/03/2i/ch032i1hql5vnrhoehxaajvmb.jpg"><figcaption>Filhote de onça-parda é resgatado em plantação durante colheita<span class="copyright">CBMGO/Divulgação </span></figcaption></figure><p>Um<strong> filhote de onça-pard</strong>a foi resgatado pelo <strong>Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO)</strong> na manhã desta segunda-feira (28), após ser encontrado em uma plantação de milho em uma propriedade rural de Santo Antônio da Barra, no sudoeste do estado.</p><p>A ocorrência foi registrada por volta das 10h, em uma área às margens da BR-060. Segundo o relato feito aos bombeiros, o filhote apareceu no meio da plantação enquanto os trabalhadores faziam a colheita dos grãos.</p><p>Uma equipe foi até o local para verificar a situação e tentar encontrar a mãe do animal. Os bombeiros fizeram buscas pela região, mas a <strong>onça-parda adulta</strong> não foi encontrada.</p><p>Com isso, o filhote foi resgatado com segurança e levado para o quartel do Corpo de Bombeiros Militar de Rio Verde.</p><p>O animal deve ser encaminhado posteriormente ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), onde será avaliado e receberá os cuidados necessários.</p><h2>Orientação em caso de animais silvestres</h2><p>O Corpo de Bombeiros orienta que a população não tente capturar ou manusear animais silvestres encontrados em propriedades rurais ou áreas urbanas.</p><p>A recomendação é manter distância, evitar qualquer aproximação e acionar uma equipe especializada pelo telefone 193.  </p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-28/filhote-de-onca-parda-e-resgatado-em-plantacao-durante-colheita.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>CBMGO/Divulgação </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Corpo de Bombeiros Militar de Goiás CBMGO, Filhote de onçaparda, resgate</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6abaa357a4bcac8675df4b75</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:27:09 +0000</pubDate><title>Cães entendem humanos? Pesquisa com animais chega à conclusão</title><description>Experimento com 20 animais mostrou atividade cerebral semelhante à observada em pessoas diante de diferentes sequências de sons</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/04/gj/pr/04gjprua8umpr16jfk770jbno.jpg"><figcaption>Cães identificam padrões da fala enquanto escutam humanos<span class="copyright">Freepik/reprodução </span></figcaption></figure><p>Um estudo conduzido por pesquisadores da<strong> Hungria</strong> indica que os cães podem perceber estruturas presentes na linguagem falada mesmo sem possuir as habilidades linguísticas complexas dos seres humanos. </p><p>O trabalho foi publicado na revista Science e analisou como o cérebro dos animais reage a diferentes sequências de sons.</p><p>A pesquisa foi realizada pelo <strong>Laboratório de Neuroetologia da Comunicação,</strong> em <strong>Budapeste,</strong> que comparou a atividade cerebral de 20 cães de companhia e 20 pessoas. </p><p>Para acompanhar as respostas do cérebro, os pesquisadores utilizaram eletrodos de EEG colocados no couro cabeludo dos participantes enquanto eles ouviam trechos de fala contínua, sem pausas que separassem as palavras.</p><p class="     "><em>"Colocamos eletrodos no couro cabeludo de cães e humanos e medimos a atividade elétrica do cérebro enquanto mostrávamos fala contínua para esses indivíduos, tanto cães quanto humanos",</em> explicou o neurocientista cognitivo Attila Andics, um dos autores correspondentes do estudo.</p><p>Durante o experimento, foram apresentados três tipos de sequências: combinações estruturadas a partir de consoantes, outras baseadas em vogais e conjuntos aleatórios de sílabas. </p><p>A análise mostrou que tanto os animais quanto as pessoas apresentaram uma resposta cerebral mais intensa diante das sequências organizadas por consoantes.</p><p><em>"O que descobrimos foi que, para a fala com padrão consonantal, essa atividade rítmica aumentou mais do que para a fala com padrão vocálico ou para a fala aleatória, tanto em cães quanto em humanos",</em> afirmou Andics.</p><p>Para os pesquisadores, o resultado aponta que a exposição frequente à comunicação humana pode influenciar a maneira como o cérebro dos cães processa os sons. </p><p>A descoberta também amplia as discussões sobre a relação entre linguagem e evolução, já que esse tipo de adaptação cerebral foi observado em uma espécie que não apresenta o mesmo sistema linguístico dos seres humanos.</p><p><em>"A fala pode moldar o cérebro de animais que não possuem as habilidades linguísticas complexas que os humanos têm",</em> acrescentou Andics.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-28/caes-entendem-humanos--pesquisa-com-animais-chega-a-conclusao.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Freepik/reprodução </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>cães e linguagem, pesquisa, pet, animal, cachorro</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab6d06eda49b3752e9acb41</guid><pubDate>Sun, 27 Sep 2026 10:00:26 +0000</pubDate><title>Como identificar e tratar problemas cardíacos em pets</title><description>Respiração alterada, tosse recorrente, cansaço, fraqueza e desmaios podem sinalizar problemas cardiovasculares e exigem avaliação médica rápida</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ed/31/7q/ed317qxuwx2lwtf13se4riu7m.jpg"><figcaption>Cães e gatos também precisam passar por um check-up completo ao menos uma vez ao ano<span class="copyright">mirkosajkov/Pixabay </span></figcaption></figure><p>Nem sempre um<strong> problema cardíaco</strong> em <strong>cães</strong> e <strong>gatos</strong> começa com um sinal fácil de reconhecer. Em muitos casos, as mudanças aparecem aos poucos na rotina: o animal passa a se cansar mais durante o passeio, brinca menos, fica ofegante sem motivo aparente ou apresenta episódios de tosse.</p><p>A dificuldade está justamente em diferenciar essas alterações de comportamentos considerados comuns. Algumas <strong>cardiopatias</strong> podem evoluir de maneira silenciosa e só serem identificadas quando o quadro já está mais avançado. Por isso, observar mudanças na rotina do pet e manter o acompanhamento veterinário são medidas importantes.</p><p>De acordo com a<strong> veterinária cardiologista Nathalia Cardoso,</strong> do Veros Hospital Veterinário, identificar a doença cedo pode mudar a evolução do quadro.</p><p><em>"No caso de algumas cardiopatias congênitas, a intervenção no momento certo evita que a doença evolua e sobrecarregue o coração, prevenindo sequelas irreversíveis e possibilitando, em muitos casos, que o pet tenha vida normal. Já nos pacientes idosos, os tratamentos disponíveis garantem longevidade e qualidade de vida, reduzindo o risco de emergências e internações recorrentes",</em> explica.</p><h2>Quais sinais devem ser observados?</h2><p><strong>Respiração diferente:</strong> quando o animal fica ofegante, apresenta respiração acelerada ou demonstra esforço para respirar mesmo em repouso ou durante o sono, o comportamento merece investigação.</p><p>Em determinadas doenças, a redução da eficiência cardíaca pode favorecer o acúmulo de líquido nos pulmões.</p><p><strong>Tosse recorrente: </strong>uma tosse seca que aparece com frequência também pode estar relacionada a alterações cardiovasculares. O aumento do coração ou a presença de líquido nos pulmões são algumas das possíveis causas.</p><p><strong>Menor disposição:</strong> se o cão ou gato que costumava acompanhar passeios e brincadeiras passa a diminuir o ritmo, evitar atividades ou permanecer mais quieto, é importante observar a mudança. Problemas circulatórios podem dificultar a chegada adequada de oxigênio aos tecidos.</p><p><strong>Fraqueza, desequilíbrio ou desmaio:</strong> esses episódios exigem atenção imediata. Eles podem ocorrer quando o cérebro deixa de receber oxigênio em quantidade suficiente, situação que pode estar relacionada a arritmias ou à dificuldade do coração para bombear sangue.</p><p>Um desmaio também pode ser confundido com um sono profundo.</p><p><em>"Para diferenciar um desmaio de um sono profundo, o tutor deve observar a resposta a estímulos: no sono, o pet se mexe e acorda ao ser chamado ou tocado; no desmaio, porém, ele permanece inacessível e inconsciente por alguns segundos, podendo apresentar rigidez de membros e gengivas pálidas ou arroxeadas",</em> orienta Nathalia.</p><h2>Tratamentos vão além dos medicamentos</h2><p>A <strong>cardiologia</strong> <strong>veterinária</strong> passou a contar com procedimentos capazes de tratar alterações que antes exigiam intervenções mais invasivas. Entre as possibilidades estão o implante de marcapasso e técnicas realizadas por cateterismo.</p><p><em>"É a combinação de técnica apurada e tecnologia de última geração que nos permite salvar a vida desses pacientes e proporcionar a eles um futuro pleno ao lado de suas famílias",</em> afirma a especialista.</p><p>O <strong>marcapasso</strong> pode ser utilizado em animais que apresentam batimentos cardíacos muito lentos associados a episódios de desmaio. O dispositivo acompanha o ritmo do coração e libera estímulos elétricos quando identifica uma falha.</p><p><em>"Se o coração parar de bater por alguns segundos, o marcapasso entra em ação e faz o trabalho que o órgão não está conseguindo desempenhar naquele momento, o que evita uma morte súbita",</em> diz Nathalia.</p><h2>Malformações também podem ser corrigidas</h2><p>Alguns cães nascem com alterações estruturais no coração. Uma delas é a <strong>Persistência do Ducto Arterioso (PDA),</strong> condição em que um vaso que deveria se fechar depois do nascimento permanece aberto.</p><p>Segundo Nathalia, nesses casos, o fechamento pode ser realizado por cateterismo, com a introdução de um tubo fino e flexível por uma veia ou artéria até o coração.</p><p><em>"Alguns filhotes, por exemplo, nascem com Persistência do Ducto Arterioso (PDA), malformação em que um vaso sanguíneo que deveria se fechar após o nascimento permanece aberto. Isso leva à dilatação do coração e, como consequência, edema pulmonar e falta de ar. Nesse caso, a correção é realizada por cateterismo, técnica pela qual um tubo fino e flexível é introduzido por uma veia ou artéria até o coração. Os desfechos são muito bons, na maioria das vezes com alta em 24 horas e, após isso, vida normal",</em> conta.</p><p>Outra alteração congênita citada pela veterinária é a estenose pulmonar, caracterizada pelo estreitamento da válvula que conduz o sangue do coração aos pulmões. Nesse caso, um pequeno balão pode ser utilizado para ampliar a passagem.</p><p><em>"Outra condição congênita com excelente resposta ao tratamento é a estenose pulmonar, estreitamento da válvula que leva o sangue do coração aos pulmões. Por meio de cateterismo, um pequeno balão é inflado para dilatar a válvula, reduzindo o esforço do órgão e devolvendo a qualidade de vida ao pet",</em> completa a especialista do Veros Hospital Veterinário.</p><h2>Procedimentos também são usados em animais idosos</h2><p>Em <strong>cães idosos</strong> com doença degenerativa da válvula mitral em estágio avançado, outra alternativa é a atriosseptostomia. A técnica busca aliviar a pressão dentro do coração e reduzir episódios recorrentes de edema pulmonar.</p><p><em>"O objetivo é melhorar a qualidade de vida, diminuindo as internações em decorrência da dilatação do átrio esquerdo do coração, que provoca edema pulmonar recorrente. Através do cateterismo, criamos uma pequena abertura na parede atrial para aliviar a pressão interna do coração e diminuir o risco de edema",</em> afirma Nathalia.</p><p>A evolução dos equipamentos também modificou a forma como essas intervenções são realizadas. Procedimentos que anteriormente dependiam de cirurgias mais invasivas podem, em determinadas situações, ser feitos por técnicas minimamente invasivas e com dispositivos desenvolvidos para a anatomia dos animais.</p><p><em>"Hoje, o cenário é bastante diferente: a cardiologia veterinária conta com equipamentos e dispositivos projetados exclusivamente para a anatomia de cães e gatos, além do suporte de equipamentos como o arco cirúrgico, que permite a visualização em tempo real dos vasos sanguíneos e do trajeto dos instrumentos por dentro do coração durante as intervenções",</em> ressalta a veterinária.</p><p>Diante de alterações persistentes na respiração, tosse, queda de disposição, fraqueza ou episódios de desmaio, a avaliação veterinária é fundamental para identificar a causa e definir a conduta adequada.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-27/como-identificar-e-tratar-problemas-cardiacos-em-pets.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>mirkosajkov/Pixabay </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>cardiopatia, pet, animal, cachorro, gato, coração, setembro vermelho</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab6c72e3e12551512f21364</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2026 10:00:09 +0000</pubDate><title>Coceira e queda de pelo: entenda o que muda na primavera</title><description>Mudanças no ambiente favorecem contato com pólen e parasitas; veterinária explica sinais de alerta e cuidados com pele e pelagem</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0w/6f/l7/0w6fl7tm4yevyainal1zhqomf.jpg"><figcaption>Por que os cães se coçam <span class="copyright">Freepik/divulgação </span></figcaption></figure><p>A <strong>chegada da primavera</strong> pode trazer mais do que dias quentes e flores para os cães. Para animais com maior sensibilidade, a mudança nas condições do ambiente pode intensificar problemas de pele, principalmente quando há contato frequente com pólen, gramíneas e outros possíveis agentes irritantes.</p><p><strong>Coceira intensa, lambedura das patas, vermelhidão, otites recorrentes e falhas na pelagem</strong> estão entre os sinais que merecem atenção. Em alguns casos, o ato de se coçar constantemente pode provocar feridas e favorecer infecções secundárias.</p><p>Segundo a<strong> veterinária Mayara Andrade,</strong> de Biofresh, da MBRF Pet, o período pode ser mais complicado para animais predispostos a alergias.</p><p><em>"A primavera reúne fatores que podem agravar as manifestações alérgicas e cutâneas em animais sensíveis ou predispostos. Nessa época, é comum haver mais pólen no ambiente e uma maior dispersão dessas partículas no ar, o que aumenta o contato dos cães com esses possíveis alérgenos. Dependendo das condições ambientais e da região, outros fatores, como a presença de ectoparasitas, também podem contribuir para o agravamento dos sinais"</em>, explica.</p><h2>Coceira pode ter diferentes causas</h2><p>Entre as condições que podem piorar está a dermatite atópica canina, associada à predisposição do animal e a fatores ambientais. Pólen, ácaros da poeira e fungos estão entre os possíveis desencadeadores.</p><p>Nos <strong>cães,</strong> porém, a reação ao pólen nem sempre se manifesta da mesma forma que nos seres humanos.</p><p><em>"Nos cães, a alergia ao pólen costuma aparecer principalmente na pele, e não necessariamente como sintomas respiratórios, como é comum nos seres humanos. O pólen pode ficar na pelagem e entrar em contato com a pele, provocando irritação. O animal também pode ingerir essas partículas ao se lamber", </em>afirma Mayara.</p><p>Face, orelhas, patas, axilas, barriga e a parte interna das patas traseiras estão entre as regiões que podem apresentar alterações. A perda de pelo, nesse contexto, pode ser consequência da própria coceira.</p><p>Apesar disso, nem todo cão que se coça está necessariamente enfrentando uma alergia.</p><p><em>"Coceira é um sinal genérico e pode ter diversas causas. Entre elas: ectoparasitas como pulgas, infecções bacterianas secundárias de pele e até reações a determinados alimentos. Por isso, é necessária uma investigação mais a fundo quando um animal apresenta coceira",</em> explica a veterinária.</p><p>Com temperaturas mais elevadas e maior umidade, a primavera pode criar condições favoráveis para a presença de pulgas e outros ectoparasitas. As picadas podem provocar irritação e coceira, especialmente em animais sensíveis.</p><p class="      ">Por isso, o controle desses parasitas deve continuar mesmo quando o tutor não consegue identificá-los visualmente.</p><p>"Nos animais, principalmente os mais sensíveis, diferentes fatores podem se somar e aumentar a irritação da pele. Por isso, manter o controle de pulgas e ficar atento às condições do ambiente são medidas importantes", orienta Mayara.</p><p>Quando a coceira é frequente ou aparece acompanhada de queda de pelo, vermelhidão, feridas ou otites recorrentes, a recomendação é procurar um médico-veterinário. O diagnóstico leva em conta os sinais, o histórico do animal e a investigação das possíveis causas.</p><h2>Alimentação</h2><p>Os cuidados com pele e pelos não se resumem ao controle dos fatores ambientais. A alimentação também fornece nutrientes necessários para a renovação dessas estruturas.</p><p>A veterinária destaca a importância de uma dieta adequada, com proteínas de qualidade, vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais, como ômegas 3 e 6.</p><p><em>"Pelos e pele são estruturas que passam por renovação celular constante, e esse processo depende de um fornecimento adequado de nutrientes. Entre os mais importantes estão os ácidos graxos essenciais (como os ômegas 3 e 6), que ajudam a manter a pele hidratada e a pelagem brilhante, além de vitaminas A, E e biotina. Minerais como selênio, zinco e cobre também atuam como antioxidantes e são importantes pois contribuem diretamente para a integridade da pele",</em> afirma a veterinária.</p><p>As <strong>proteínas</strong> também têm papel importante na formação dos pelos.</p><p><em>"Os pelos são compostos por cerca de 95% de proteína. Além disso, alguns aminoácidos como a fenilalanina e tirosina, encontrados nas proteínas, estão correlacionados com a expressão da melanina, estando envolvidos na coloração dos pelos",</em> completa.</p><p>A alimentação, entretanto, não substitui a investigação veterinária quando há alterações persistentes.</p><p><em>"Não há um tratamento único e eficaz para todos os casos, já que nem tudo que funciona para um funciona para o outro. O acompanhamento veterinário ajuda a identificar o que está desencadeando ou piorando os sinais e a definir uma estratégia que pode envolver tratamento, cuidados com o ambiente e alimentação adequada",</em> explica Mayara.</p><p>Para a especialista, observar os primeiros sinais ajuda a evitar a evolução do quadro.</p><p><em>"A primavera pode ser um período mais desafiador para cães sensíveis e predispostos a alergias, incluindo as ambientais, mas reconhecer os sinais logo no início ajuda a evitar que o quadro se agrave. O cuidado deve considerar o ambiente, a pele, o controle de parasitas, o tratamento quando necessário e também a alimentação",</em> completa Mayara.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-26/coceira-e-queda-de-pelo--entenda-o-que-muda-na-primavera.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Freepik/divulgação </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>sensibilidade, animal, pet, cachorro, gato, felino</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab6de46da49b3752e9acb4d</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 21:56:51 +0000</pubDate><title>Cachorrinha fica cansada após brincar e ganha comida na boca</title><description>Depois de passar o dia se divertindo com a irmã, Malu ganhou um tratamento VIP da tutora na hora de comer, sem precisar sair do próprio lugar</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8e/u4/f6/8eu4f6fyna01c8q3f3aet100n.jpg"><figcaption>Cachorrinha fica cansada após brincar e ganha comida na boca<span class="copyright">Reprodução: @nicolelamim/@dommedia.br. </span></figcaption></figure><p>Depois de um dia inteiro de brincadeiras, até a hora de comer pode parecer uma tarefa difícil. Foi o que aconteceu com <strong>Malu</strong>, cachorrinha de Nicole Passos, do Rio de Janeiro, que voltou para casa completamente <strong>cansada</strong> após passar o dia na casa da sogra.</p><p>Durante a visita, Malu <strong>aproveitou</strong> a companhia da irmã, <strong>Lola</strong>, e passou boa parte do tempo brincando. Quando chegou o momento de ir embora, porém, toda aquela disposição ficou para trás. </p><p>Já em casa, a cachorrinha se acomodou em seu cantinho e não parecia disposta a levantar. O problema é que, apesar do cansaço, <strong>Malu</strong> ainda precisava fazer a refeição. Como ela não queria sair do lugar nem para comer, Nicole decidiu facilitar a vida da cachorrinha e levou a comida até ela.</p><p>A tutora passou a oferecer a refeição diretamente na boca de <strong>Malu</strong>, que aceitou o atendimento sem precisar abandonar o confortável cantinho.</p><p>A cena foi registrada por <strong>Nicole</strong> e mostra a cachorrinha aproveitando o que parecia ser o descanso merecido depois de tantas horas de diversão com Lola. Entre uma brincadeira e outra, Malu ainda conseguiu garantir um verdadeiro serviço de quarto antes de encerrar o dia.</p><h2>Quais os problemas que o cachorro ofegante pode ter?</h2><p>É normal o cachorro apresentar uma respiração mais <strong>ofegante </strong>depois de ficar agitado ou apresentar sinais de cansaço após uma caminhada se estiver acima do peso, por exemplo. Nesses casos, logo o animal fica bem de novo e não há motivos para se preocupar. </p><p>Vale tomar cuidado em situações como um cão muito <strong>agitado</strong> ao reencontrar o dono. O pet fica tão empolgado, que a respiração fica ofegante e ele até começa a tossir. Nesse caso, segundo a especialista, podemos pensar em um colapso de traqueia. </p><p>De tão agitado, o animal não consegue <strong>respirar</strong> normalmente e, em casos mais extremos, isso leva a uma hipóxia (falta de oxigênio nas células). A situação é mais grave em cães cardiopatas, e esse problema<a href="https://canaldopet.ig.com.br/parceiros/edicase/2024-05-03/8-sinais-para-levar-o-seu-animal-ao-veterinario.html"> pode levar os bichinhos à óbito. </a></p><h2>Que medidas eu tenho que tomar quando o cachorro fica ofegante?</h2><p>Aí vão algumas dicas de especialistas. O primeiro passo é ficar atento ao <strong>comportamento</strong> do animal. É importante deixar seu pet se recuperar do desgaste. Se estiver em um passeio, deixe-o descansar e não o force a continuar, pois ele pode ficar ainda mais cansado. </p><p>Além disso, fique atento a coloração da língua, que deve se manter rósea. Se começar ficar arroxeada e o cão começar a tossir ou engasgar, é bom já levá-lo para um atendimento clínico com médico de <strong>confiança</strong>.</p><p>Também nunca ofereça água ou alimento de imediato se o cachorro começar a ficar extremamente ofegante e agitado, pois isso pode causar engasgos.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-25/cachorrinha-fica-tao-cansada-apos-brincar-que-ganha-comida-na-boca.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @nicolelamim/@dommedia.br. </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Sem energia, Pet, Brincadeira</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab6aa0eda49b3752e9acb12</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 18:20:22 +0000</pubDate><title>Gato se pendura em maçaneta e abre porta sozinho</title><description>Felino já transformou a habilidade em hábito e consegue movimentar o trinco sempre que quer entrar no cômodo onde a tutora está</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/07/zs/px/07zspxzxptsl5qtyffx3315fg.jpg"><figcaption>Gato se pendura em maçaneta e abre porta sozinho<span class="copyright">@ribeiro.carolis (ig) | @myhoodbr </span></figcaption></figure><p>Um <strong>gato</strong> encontrou uma maneira inusitada de abrir as portas da casa quando quer entrar em algum cômodo: ele se pendura na maçaneta e consegue abaixá-la sozinho. </p><p>O comportamento já virou um hábito do felino, que costuma abrir as portas dos lugares onde a tutora está. <strong>Caroline Ribeiro</strong> registrou uma dessas situações em vídeo. </p><p>Desta vez, além de conseguir abrir a porta, o gato continuou segurando a maçaneta enquanto passava para dentro do quarto, deixando a entrada ainda mais curiosa.</p><p>Nas imagens, o felino se aproxima da porta e pula em direção à maçaneta. Com o peso do próprio corpo, ele consegue movimentar o objeto até liberar a passagem.</p><p>Mesmo depois de abrir a porta, o gato não solta imediatamente a maçaneta. Ele permanece pendurado nela enquanto entra no quarto, como se tivesse encontrado uma técnica própria para completar a missão.</p><p>Segundo Caroline, abrir as portas já faz parte dos hábitos do animal. Sempre que quer chegar ao cômodo onde ela está, o gato dá um jeito de conseguir acesso por conta própria.</p><h2>Convivência entre gatos e humanos</h2><p>Cada vez mais populares nos lares brasileiros, os gatos ainda são cercados por mitos que podem prejudicar tanto a saúde quanto a <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-02-12/mitos-e-verdades-sobre-a-convivencia-entre-gatos-e-humanos.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">convivência com os tutores.</a></p><p>Apesar do crescimento no número de felinos domésticos, ainda é comum a ideia de que eles exigem menos cuidados do que outros animais, o que pode levar à falta de acompanhamento veterinário.</p><p>Entre os equívocos mais frequentes está a crença de que gatos que vivem apenas dentro de casa estão totalmente protegidos. Na prática, eles também podem ser expostos a parasitas e doenças trazidas do ambiente externo, o que torna indispensável manter medidas de prevenção e visitas regulares ao veterinário.</p><p>Outro ponto importante diz respeito ao comportamento. Diferente do que muitos pensam, os gatos não são frios ou indiferentes, apenas demonstram afeto de forma mais sutil, com gestos como o ronronar, a proximidade e a busca por rotina.</p><p>A falta de estímulo e interação pode, inclusive, gerar estresse e impactar a saúde do animal.</p><p>Além disso, cuidados básicos como hidratação adequada, alimentação equilibrada e castração fazem diferença na qualidade de vida. Com acompanhamento correto e atenção aos sinais do animal, é possível garantir que os felinos vivam mais e com saúde ao lado de seus tutores.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-25/gato-se-pendura-em-macaneta-e-abre-porta-sozinho.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>@ribeiro.carolis (ig) | @myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>hábito do felino, gato, felino, tutora, amizade</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab56d47e0b358c7423271ce</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2026 10:00:47 +0000</pubDate><title>Dirofilariose pode ameaçar o coração de cães e gatos</title><description>Transmitida por mosquitos, enfermidade pode avançar sem sinais evidentes e provocar alterações graves no sistema cardiovascular dos animais</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1l/da/an/1ldaanlgvhy19e8hrujpdo8tc.jpg"><figcaption>Dirofilariose pode ameaçar o coração de cães e gatos<span class="copyright">Reprodução/freepik </span></figcaption></figure><p>O <strong>Setembro Vermelho,</strong> mês dedicado à <strong>conscientização</strong> sobre a saúde do coração, também pode ser um momento para lembrar que os animais estão sujeitos a doenças que afetam o sistema cardiovascular. </p><p>Entre elas está a <strong>dirofilariose,</strong> conhecida como<strong> “doença do verme do coração”</strong>, uma infecção transmitida por mosquitos que pode comprometer a circulação e provocar complicações graves em cães e gatos.</p><p>Causada pelo <strong>parasita Dirofilaria immitis,</strong> a doença pode permanecer silenciosa durante boa parte de sua evolução. A transmissão ocorre quando um mosquito infectado pica o animal e introduz formas imaturas do parasita em seu organismo. Com o tempo, os vermes se desenvolvem e podem se alojar nas artérias pulmonares e no coração.</p><p>Segundo <strong>Paula Pinheiro,</strong> veterinária e coordenadora de Serviços Técnicos da linha de antiparasitários da Zoetis Brasil, a evolução silenciosa está entre os principais desafios relacionados à doença.</p><p><em>“Quando a dirofilariose avança, os vermes adultos se alojam nas artérias pulmonares e no coração, prejudicando a circulação sanguínea e comprometendo progressivamente a saúde cardiovascular do pet. Em quadros mais graves, a doença pode trazer complicações importantes e colocar a vida do animal em risco. Por isso, a prevenção é tão importante: ela ajuda a evitar que chegue a esse estágio da doença”,</em> explica.</p><h2>Como acontece a transmissão</h2><p>A <strong>infecção</strong> depende da participação de mosquitos. Ao picar um animal contaminado, o inseto pode ingerir formas imaturas do parasita e, posteriormente, transmiti-las para outro animal durante uma nova picada.</p><p>Mais de 70 espécies de mosquitos podem participar desse ciclo, incluindo insetos dos gêneros <strong>Aedes, Culex e Ochlerotatus.</strong> Por esse motivo, o risco não está necessariamente restrito a locais específicos.</p><p>A associação da <strong>dirofilariose</strong> com regiões litorâneas é comum, mas a doença também pode representar preocupação em outras áreas. Viagens, mudanças de cidade e passeios em locais com maior presença de mosquitos são fatores que devem ser considerados na avaliação individual de cada animal.</p><p class="         "><em>“É comum associar o verme do coração apenas às regiões litorâneas, mas essa percepção pode levar à falsa sensação de segurança. A recomendação é avaliar individualmente cada animal, considerando onde vive, os lugares que frequenta e para onde viaja. A prevenção precisa acompanhar o estilo de vida do animal”,</em> afirma Paula.</p><h2>Doença pode passar despercebida</h2><p class="   ">Um dos principais problemas da <strong>dirofilariose</strong> é que os primeiros estágios da infecção podem não provocar alterações perceptíveis. O animal pode parecer saudável enquanto o parasita continua se desenvolvendo em seu organismo.</p><p>Os sinais tendem a aparecer conforme a doença avança e o sistema cardiovascular e respiratório passa a ser afetado. Tosse persistente, cansaço, menor tolerância a exercícios, dificuldade para respirar e perda de peso estão entre as manifestações que podem ocorrer.</p><p>A intensidade dos sintomas varia conforme o estágio da infecção e as condições de saúde do animal. Por isso, mudanças persistentes no comportamento ou na disposição do pet devem ser investigadas por um médico-veterinário.</p><h2>Cães e gatos podem ser afetados</h2><p>Os cães são considerados os principais hospedeiros da Dirofilaria immitis, mas os gatos também podem desenvolver a doença. Neles, a infecção pode apresentar características diferentes e, em alguns casos, até mesmo manifestações respiratórias associadas à presença do parasita.</p><p>A avaliação do risco deve levar em conta fatores como o local onde o animal vive, os ambientes que frequenta, viagens realizadas e a presença de mosquitos na região.</p><p>Mesmo animais que passam a maior parte do tempo dentro de casa não estão necessariamente livres da exposição. Mosquitos podem entrar nos ambientes domésticos e realizar a transmissão.</p><h2>Atenção aos sinais</h2><p>Como a doença pode evoluir de maneira discreta, os responsáveis devem ficar atentos a alterações que apareçam ao longo do tempo. Tosse recorrente, dificuldade respiratória, cansaço fora do habitual, perda de peso e redução da disposição para atividades que antes eram realizadas normalmente merecem avaliação.</p><p>Nos casos mais avançados, a dirofilariose pode provocar alterações importantes na circulação e comprometer o funcionamento do coração e dos pulmões.</p><p>Por isso, a identificação dos fatores de risco e o acompanhamento veterinário são importantes para que cada animal tenha uma estratégia de prevenção adequada às suas características e à rotina.</p><h2>Prevenção começa com avaliação veterinária</h2><p>A <strong>prevenção da dirofilariose</strong> deve considerar a realidade de cada pet. O médico-veterinário pode avaliar idade, histórico, região onde o animal vive, frequência de viagens e exposição a ambientes com mosquitos para indicar os cuidados necessários.</p><p>Antes de iniciar ou modificar qualquer protocolo preventivo, também pode ser recomendada uma avaliação clínica. Dependendo da situação, exames podem ser solicitados para verificar se existe infecção.</p><p><em>“A existência de diferentes opções permite que o médico-veterinário, junto ao responsável, estabeleça o protocolo mais adequado para cada animal. O ponto fundamental é garantir a continuidade da proteção ao longo de todo o ano, evitando lacunas no cuidado preventivo”,</em> destaca Paula.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-25/dirofilariose-pode-ameacar-o-coracao-de-caes-e-gatos.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução/freepik </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Setembro amarelo, pet, animal, coração, cachorro, gato, felino</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab58930e0b358c7423271fd</guid><pubDate>Thu, 24 Sep 2026 21:58:40 +0000</pubDate><title>Cachorro consola tutora durante despedida de outro pet</title><description>Chico se aproximou enquanto a tutora chorava pela perda de Mel e permaneceu ao lado dela dando carinho e fazendo companhia</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bw/pm/gh/bwpmghscfnebsaj46g437vckn.jpg"><figcaption>Cachorro consola tutora durante despedida de outro pet<span class="copyright">Instagram/@erickagallindo </span></figcaption></figure><p> Durante um momento triste de despedida, em que <strong>Mel</strong> estava prestes a ir embora, a tutora não conseguiu conter as lágrimas. Foi então que <strong>Chico</strong>, o cachorro da família, se aproximou e permaneceu ao lado dela, como se quisesse fazer companhia naquele instante. </p><p>A tutora contou que estava sozinha para se <strong>despedir</strong> de Mel quando finalmente deixou a emoção tomar conta. Sentada no chão, começou a chorar, até que <strong>Chico</strong> chegou perto.</p><p>O cachorro lambeu o rosto dela, colocou a cabeça debaixo de seu braço e permaneceu <strong>bem pertinho</strong>. Em seguida, colocou uma das patas sobre a mão da tutora e repetiu o gesto mais de uma vez.</p><p>Ela não sabe exatamente o que <strong>Chico</strong> entendia daquele momento, mas percebeu a forma como ele reagiu. Em vez de se afastar diante do choro, o cachorro permaneceu ali, oferecendo companhia justamente quando ela mais precisava.</p><p>O cachorro não poderia mudar o que havia acontecido com <strong>Mel</strong> nem diminuir a importância de uma despedida depois de 19 anos de convivência. Ainda assim, sua presença ajudou a tornar aquele momento menos solitário.</p><h2>O vínculo entre pets e tutores</h2><p>A relação entre animais de estimação e seus tutores vai muito além dos cuidados básicos do dia a dia. Alimentação, passeios e brincadeiras fazem parte da rotina, mas o convívio também cria <strong>vínculos</strong> que podem se tornar muito fortes ao longo dos anos.</p><p>Cães, em especial, costumam acompanhar de perto as atividades da família e podem buscar contato quando percebem mudanças no comportamento das pessoas com quem convivem. A proximidade física, o olhar, a busca por carinho e a <strong>permanência</strong> ao lado do tutor são algumas das formas pelas quais eles interagem.</p><h2>O poder da ocitocina</h2><p>Pesquisas revelam que tanto cães quanto humanos liberam ocitocina, conhecida como o "hormônio do amor", durante interações positivas, como brincadeiras, carícias e contato visual. Um estudo publicado na revista Hormones and Behavior (2016) comprovou que, quanto mais atenção e afeto o tutor dedica ao animal, maior é a liberação desse hormônio, fortalecendo o <strong>laço entre ambos.</strong></p><h2>Cuidados diários influenciam na escolha</h2><p>Além da química emocional, a rotina de cuidados também desempenha um papel importante. A pessoa que oferece comida, passeios e atenção veterinária tende a se tornar uma referência de <strong>segurança</strong> e conforto para o cão, fortalecendo a relação de confiança entre os dois.</p><h2>Veja mais:</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/curiosidades/especiais/2019-06-28/gata-que-ajudou-sua-dona-com-depressao-e-indicada-para-premiacao.html">Gata que ajudou sua dona com depressão é indicada para premiação</a> </p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/curiosidades/especiais/2020-09-24/caozinho-e-flagrado-entrando-em-ambulancia-com-o-dono-veja-video.html">Cãozinho é flagrado entrando em ambulância com o dono; veja vídeo</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-08-21/cachorrinha-da-carinho-e-consola-irma-apos-vacina.html">Cachorrinha dá carinho e consola irmã após vacina</a> </p><h2>Lágrimas de felicidade?</h2><p>Um fenômeno curioso foi identificado em uma pesquisa publicada na <strong>Current Biology</strong> (2021): cães produziram mais lágrimas ao reencontrar seus tutores, em um efeito associado à ocitocina. Embora não chorem como os humanos, os olhos dos animais podem ficar mais marejados em determinadas situações, levantando novas discussões sobre a comunicação e os vínculos entre cães e pessoas.</p><h2>Como o cachorro demonstra que confia em você</h2><p>Seu cachorro pode demonstrar que você é uma pessoa especial de várias formas:</p><ul><li>Rabo abanando vigorosamente ao te ver;</li><li>Contato visual frequente, associado à confiança e à interação;</li><li>Esfregar o corpo em você, comportamento que também pode estar relacionado à comunicação por meio de odores;</li><li>Seguir você pela casa, mostrando interesse pela sua companhia;</li><li>Dormir próximo a você, indicando que se sente seguro e confortável na sua presença.</li></ul>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-24/cachorro-consola-tutora-durante-despedida-de-outro-pet.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Instagram/@erickagallindo </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Lealdade canina, Pet, Companheirismo</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab5804b690c91415f31af0b</guid><pubDate>Thu, 24 Sep 2026 21:19:49 +0000</pubDate><title>Cão resgatado se recusa a ficar sentado e prefere viajar no colo</title><description>Resgatado das ruas, Zeca precisou mudar de endereço após conflitos com outro cão e aproveitou o trajeto bem confortável ao lado da tutora</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3x/6a/8x/3x6a8xk3ho8owe5z1utgp3xxe.jpg"><figcaption>Cachorro resgatado se recusa a ficar sentado e prefere viajar no colo<span class="copyright">Reprodução: @eu_calazans | @dommedia.br </span></figcaption></figure><p>Um <strong>cachorro resgatado</strong> das ruas ganhou uma companhia especial durante a mudança de endereço e decidiu aproveitar cada minuto do trajeto bem longe do banco do carro. </p><p><strong>Zeca</strong>, que vive em Santa Cruz, no Rio de Janeiro, preferiu passar a viagem inteira no colo de <strong>Camila Calazans</strong>, responsável por levá-lo até a nova casa.</p><p>A história foi contada por Camila, que explicou que <strong>Zeca</strong> foi encontrado na rua pelo irmão dela há pouco mais de um ano. Depois do <strong>resgate</strong>, o cachorro passou a morar com ele, mas a convivência com outro cão da casa, <strong>Apollo</strong>, acabou gerando alguns conflitos.</p><p>Diante das brigas, a família decidiu procurar uma alternativa para <strong>Zeca</strong>. A solução encontrada foi levá-lo para a casa da mãe de <strong>Camila</strong>, onde ele passaria a dividir o espaço com outros dois cachorros, <strong>Nick</strong> e <strong>Theo</strong>.</p><p>Coube a <strong>Camila</strong> fazer o transporte do animal. O que ela não esperava era que <strong>Zeca</strong> tivesse uma exigência para a viagem: nada de ficar sentado sozinho.</p><p>Durante o percurso, o cachorro preferiu permanecer no colo dela, transformando a motorista em uma espécie de <strong>“Uber Pet”</strong> particular.</p><p>A situação ficou ainda mais divertida quando <strong>Camila</strong> começou a gravar. Ao chamar <strong>Zeca</strong> pelo nome, o cachorro imediatamente virou o rosto em direção à câmera, com direito a uma pose digna de quem já estava acostumado aos holofotes.</p><p>Depois de deixar para trás a antiga rotina, Zeca seguiu para o novo lar acompanhado de Nick e Theo, enquanto aproveitava o trajeto no lugar que parecia considerar mais confortável: o colo de Camila.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-24/cao-resgatado-se-recusa-a-ficar-sentado-e-prefere-viajar-no-colo.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução: @eu_calazans | @dommedia.br </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Zeca, pet, animal, cachorro, resgate</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab56030690c91415f31aedf</guid><pubDate>Thu, 24 Sep 2026 17:38:57 +0000</pubDate><title>Primavera exige atenção redobrada às alergias em
cães e gatos</title><description>Pólen, pulgas e alterações ambientais favorecem coceira, problemas respiratórios, irritações nos olhos e inflamações nos ouvidos</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6l/wn/lp/6lwnlp3r51bbnmxi0wadg6noj.jpg"><figcaption>Primavera pode intensificar alergias em cães e gatos<span class="copyright">Reprodução/freepik </span></figcaption></figure><p>A <strong>mudança de estação</strong> pode trazer mais do que dias quentes e floradas. Para <strong>cães</strong> e <strong>gatos</strong> que já têm predisposição a alergias, a primavera também representa um período de maior exposição a substâncias capazes de desencadear ou agravar sintomas. </p><p>Pólen, poeira, aumento da umidade e maior presença de parasitas estão entre os fatores que exigem atenção dos tutores.</p><p>Segundo<strong> Myriam Teixeira,</strong> veterinária e professora da Newton Paiva Wyden, as alterações ambientais podem se manifestar de diferentes formas. Problemas de pele, olhos, ouvidos e sistema respiratório estão entre os quadros que podem se intensificar nessa época.</p><p><em>“Na primavera, alguns fatores ambientais podem aumentar a exposição de cães e gatos a agentes capazes de desencadear ou agravar manifestações alérgicas. Um dos principais é o aumento das floradas e, consequentemente, da presença de pólen e de outras partículas ambientais”,</em> disse.</p><p>Nos<strong> gatos,</strong> a exposição a esses agentes pode contribuir para a piora de sinais relacionados à <strong>asma</strong> felina e à <strong>bronquite</strong>. Já os <strong>cães</strong> com predisposição à <strong>dermatite atópica</strong> podem apresentar uma intensificação dos problemas de pele.</p><h2>Pulgas também entram na lista de preocupações</h2><p>A primavera também favorece a maior atividade de ectoparasitas, entre eles as pulgas. Para animais sensibilizados, o contato com o parasita pode provocar uma reação intensa mesmo quando há poucas picadas.</p><p><em>“Em animais sensibilizados, a picada de uma única pulga pode desencadear uma reação alérgica intensa, caracterizando a dermatite alérgica à picada de pulga, que geralmente provoca prurido intenso e lesões dermatológicas”,</em> explica Myriam.</p><p>Por isso, manter a prevenção contra <strong>pulgas</strong> e outros ectoparasitas em dia é importante mesmo quando o animal vive dentro de casa. A ausência do parasita à vista também não significa que ele esteja livre do problema.</p><p><em>“Animais muito sensíveis podem apresentar uma reação intensa mesmo após poucas picadas, e muitas vezes as pulgas não são observadas durante o exame feito pelo responsável em casa”</em>, ressalta.</p><h2>Coceira pode ter diferentes causas</h2><p>Um animal que se coça com frequência nem sempre está diante de uma alergia. Vermelhidão, feridas, crostas e perda de pelos também podem aparecer em infecções, infestações por parasitas e outras doenças dermatológicas.</p><p><em>“Em casa, não é possível diferenciar com segurança uma alergia de outras doenças dermatológicas apenas pela aparência das lesões e uma avaliação profissional pode ser necessária para confirmar ou excluir um diagnóstico”,</em> ressalta a veterinária.</p><p>Entre as causas que podem estar por trás desses sinais estão dermatites provocadas por ectoparasitas, infecções bacterianas ou fúngicas, alergias ambientais e alimentares. </p><p class="     ">Alterações comportamentais também podem levar o animal a se lamber ou se machucar, mas essa possibilidade deve ser investigada depois que outras causas de coceira forem descartadas.</p><h2>Olhos e ouvidos também merecem atenção</h2><p class="  ">O contato com pólen, poeira e outros elementos presentes no ambiente pode provocar manifestações nos olhos. Vermelhidão, lacrimejamento e desconforto podem estar relacionados a uma conjuntivite alérgica, mas não são suficientes para determinar a origem do problema.</p><p><em>“Nem toda conjuntivite nessa época do ano é alérgica, sendo necessário considerar também causas infecciosas, corpos estranhos e outros irritantes ambientais”,</em> explica Myriam.</p><p>Os ouvidos também podem ser afetados. Processos alérgicos podem modificar as condições do canal auditivo e favorecer o desenvolvimento de otites, inclusive com a participação de bactérias ou leveduras.</p><p>Coçar as orelhas, balançar a cabeça repetidamente, esfregar a região, apresentar secreção ou mau cheiro são sinais que precisam ser observados pelos responsáveis.</p><h2>Saiba quando buscar atendimento</h2><p>Espirros frequentes, tosse, alterações respiratórias, coceira intensa, lambedura ou mordedura excessiva, queda de pelos, feridas, crostas e vermelhidão acentuada estão entre os sinais que justificam uma avaliação veterinária.</p><p>Também é importante procurar atendimento diante de otites recorrentes, mau odor na pele ou nos ouvidos, lesões nas patas ou entre os dedos, conjuntivite e alterações ao redor dos olhos.</p><p>Quando os problemas de pele aparecem junto com vômitos ou diarreia, a avaliação também é indicada, já que outros quadros podem estar envolvidos e, em alguns casos, pode existir relação com hipersensibilidade alimentar.</p><p>Alguns sinais, porém, exigem atendimento imediato. <em>“Inchaço súbito da face ou do focinho, dificuldade respiratória importante, fraqueza intensa, desmaio ou colapso podem estar associados a reações de hipersensibilidade graves e constituem situações de emergência”,</em> conclui Myriam Teixeira.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-24/primavera-exige-atencao-redobrada-as-alergias-em-caes-e-gatos.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução/freepik </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Estação, primavera, cães, gatos, animais, felinos, pets</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab4421e17e0ae1c2d16790d</guid><pubDate>Thu, 24 Sep 2026 10:00:03 +0000</pubDate><title>Gato coloca playground à prova e brinquedo não resiste</title><description>Nino testou os limites da estrutura durante uma brincadeira e mostrou que, para acompanhar sua energia, o brinquedo precisava ser mais resistente</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/31/qs/li/31qslipypxvzvsiwu2vv8yynd.jpg"><figcaption>Gato coloca playground à prova e brinquedo não resiste<span class="copyright">Instagram/@_ninoefred </span></figcaption></figure><p>Um <strong>playground</strong> para gatos acabou passando por um verdadeiro teste de resistência depois que <strong>Nino</strong> decidiu colocar toda a sua energia em uma sessão de brincadeiras.</p><p>O felino se movimentou tanto pelo brinquedo que a estrutura não conseguiu acompanhar o ritmo e acabou cedendo.</p><p>A cena foi registrada e chamou atenção nas redes sociais justamente pela intensidade do gato. <strong>Nino</strong> aparece aproveitando o espaço como se tivesse encontrado o brinquedo perfeito para gastar energia, mas o resultado acabou sendo diferente do esperado.</p><p>Em vez de terminar a brincadeira tranquilamente, o felino mostrou que aquele playground talvez não estivesse preparado para receber um usuário tão animado. </p><h2>Brinquedos também ajudam na rotina dos gatos</h2><p>Existem muitos brinquedos para gatos que ajudam a promover o exercício físico, a estimular a saúde mental e a <strong>socialização</strong> dos animais. </p><p>Por isso, é importante que os tutores escolham brinquedos que se adequem ao perfil e às necessidades do pet, bem como ofereçam opções variadas a fim de que o animal não fique entediado.</p><h2>Varinha de pescar</h2><p>Esse brinquedo simula uma presa que o gato pode perseguir e capturar. A brincadeira ajuda a <strong>estimular</strong> a coordenação e a agilidade, além de incentivar o animal a se movimentar.</p><h2>Arranhador</h2><p>O arranhador é uma ótima forma de estimular a atividade física do gato. Também permite que ele manifeste um comportamento natural, além de ajudar a manter as unhas <strong>saudáveis</strong> e diminuir o interesse por móveis da casa.</p><h2>Bolinha</h2><p>Simples e fácil de encontrar, a bolinha pode render bons momentos de diversão. O brinquedo ajuda a desenvolver <strong>coordenação</strong> e agilidade, além de estimular o instinto de caça do felino.</p><h2>Brinquedos com catnip</h2><p>O catnip, também conhecido como erva-dos-gatos, pode estimular <strong>comportamentos</strong> relacionados à brincadeira e à exploração em alguns felinos. A reação, porém, varia de gato para gato.</p><h2>Túneis</h2><p>Os túneis são uma opção para incentivar a atividade física e a exploração. Eles permitem que o gato entre, saia, se esconda e investigue diferentes espaços, sendo especialmente <strong>interessantes</strong> para animais que vivem em ambientes menores.</p><h2>Brinquedos de pelúcia</h2><p>Para os gatos que gostam de carregar objetos na boca, os brinquedos de pelúcia podem ser uma opção de <strong>entretenimento</strong>. Eles também podem funcionar como objetos de conforto para alguns animais.</p><h2>Fonte de água</h2><p>Além de ajudar a incentivar o consumo de líquidos, as fontes de água podem despertar a <strong>curiosidade</strong> dos gatos. O movimento da água pode transformar a hidratação em uma experiência mais<a href="https://canaldopet.ig.com.br/curiosidades/2018-02-26/brinquedos-para-gatos.html"> interessante e estimulante para alguns felinos.</a></p><h2>Escolha o brinquedo de acordo com o gato</h2><p>Mais importante do que ter muitos brinquedos é oferecer opções adequadas ao comportamento e às <strong>necessidades</strong> de cada animal. Um gato que gosta de correr pode aproveitar melhor brinquedos que estimulem a perseguição, enquanto outro pode preferir estruturas para escalar, arranhar ou se esconder.</p><p>Também é importante <strong>verificar</strong> regularmente as condições dos brinquedos. Peças soltas, fios, estruturas instáveis ou partes danificadas podem representar riscos e devem ser retiradas ou substituídas.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-24/gato-coloca-playground-a-prova-e-brinquedo-nao-resiste.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Instagram/@_ninoefred </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Altas expectativas, Gato, Pet</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab304d6ee6c86cb64bf4a1b</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 21:57:32 +0000</pubDate><title>Cachorro caramelo chama entregador para brincar de bolinha</title><description>Assim que viu o motoboy, o pet correu para pegar a bolinha e iniciou a brincadeira com Lenon, que devolvia o brinquedo para dentro da residência</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8e/bz/4q/8ebz4q9z1pxzsu2cp7nsk73qo.jpg"><figcaption>Cachorro caramelo chama entregador para brincar de bolinha<span class="copyright">@lenesoncosta90 (ig) | @myhoodbr  </span></figcaption></figure><p>Um vídeo compartilhado pelo criador de conteúdo e <strong>motoboy</strong> <strong>Lenon</strong> mostra um encontro inesperado durante uma entrega. </p><p>Ao chegar ao endereço, ele encontrou um<a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-10-13/por-que-o-cachorro-caramelo-e-tao-gente-boa-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"><strong> cachorro caramelo</strong> </a>no muro da casa, com uma bolinha na boca e pronto para brincar.</p><p class="  ">Assim que percebeu a presença do <strong>motoboy,</strong> o cachorro entrou no clima da brincadeira. Ele jogava a bolinha para <strong>Lenon,</strong> que a pegava e lançava de volta para dentro da residência. O que seria apenas mais uma entrega acabou se transformando em alguns minutos de diversão.</p><p><em>“Durante uma entrega pelo aplicativo de motoboy, me deparei com esse lindo caramelo, pronto pra ser feliz e gastar energia”,</em> contou Lenon. </p><h2>Por que o cachorro caramelo tem fama de ser "gente boa"?</h2><p>Eles estão por toda parte: nas ruas, nos quintais, nos memes da internet e cada vez mais nos sofás das casas. O <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-10-13/por-que-o-cachorro-caramelo-e-tao-gente-boa-.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">cachorro caramelo, </a>praticamente, faz parte da rotina do brasileiro. Mas afinal, o que explica tanto amor por esse  <strong>“sem raça definida”?</strong></p><p>Segundo a <strong>veterinária Fernanda Binati, </strong>não é só impressão: o caramelo virou mesmo um ícone nacional.</p><p><em>“A incidência da raça vira-lata se tornou muito mais frequente atualmente. Eles estão em toda parte e acabaram se tornando símbolo de uma causa: a adoção”,</em> explica.</p><h2>Manso e amigo</h2><p>Existe um consenso não oficial e altamente emocionado de que os cães caramelo são companheiros, dóceis e muito apegados aos humanos. A fama, amplificada pelas redes sociais, nem sempre corresponde a uma regra, mas reflete características frequentemente observadas nesses animais.</p><p><em>“Geralmente eles são dóceis, mansos e companheiros. Mas tudo depende do estilo de vida do pet e de como o tutor cria o animal”,</em> afirma a veterinária .</p><p>Por trás de um cachorro equilibrado e afetuoso, geralmente está um tutor presente e dedicado e não uma genética excepcional.</p><p>Na prática clínica da especialista, os<strong> cães sem raça definida (SRDs)</strong> costumam ser tranquilos, embora comportamentos mais temperamentais também possam aparecer, ainda que em menor número.</p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-04-23/web-reage-apos-mexico-reconhecer-caramelo-como-icone-nacional.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Web reage após México reconhecer caramelo como ícone nacional</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2026-01-29/vira-lata-caramelo-e-reconhecido-como-patrimonio-cultural-em-sp.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Vira-lata caramelo é reconhecido como patrimônio cultural em SP</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2024-07-31/dia-internacional-do-vira-lata--3-curiosidades-sobre-os-pets-mais-queridos-do-brasil.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Dia Internacional do Vira-lata: 3 curiosidades sobre os pets mais queridos do Brasil</a></p><p><em>“Geralmente são mansos, mas sempre existem os mais temperamentais e bravos, porém em menor quantidade”</em>, destaca.</p><p><em>"O ambiente e a criação são os principais fatores. Animais criados em ambientes hostis tendem a ser mais agressivos. Já os que recebem muito amor e carinho são mais dóceis”,</em> afirma.</p><h2>Existe um “jeito caramelo” de ser?</h2><p>Ainda não há comprovação científica que explique biologicamente o   <em>“jeitinho”</em> especial dos cães sem raça definida. Mas, na visão de Fernanda,  a maneira como esses animais se comportam pode ser entendida de forma mais prática:</p><p><em>“Os caramelos são, em sua maioria, cães de rua. Estão carentes e, por isso, são mais bonzinhos. Cientificamente não há prova, mas a experiência mostra isso”.</em></p><h2>Resistentes</h2><p>A suposta resistência física dos cães sem raça definida é outro ponto que alimenta o imaginário popular. Muitos acreditam que os vira-latas são naturalmente mais fortes, menos suscetíveis a doenças e quase <em>“à prova de tudo”.</em></p><p>Essa percepção tem algum fundamento, mas não é uma verdade.</p><p><em>“Pode ser que, por virem da rua, sua genética favoreça um organismo mais resistente. Mas isso não é uma regra”,</em> ressalta.</p><p>Fisicamente, os cães caramelo são bastante variados. Podem ter porte pequeno, médio ou grande, pelos curtos ou longos, orelhas eretas ou caídas. <em>“Tudo depende da linhagem do animal”,</em> explica a veterinária.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-23/cachorro-caramelo-chama-entregador-para-brincar-de-bolinha.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>@lenesoncosta90 (ig) | @myhoodbr  </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Ciumento, Pet, Animal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab42400b76d4ef256e41ea6</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 19:45:09 +0000</pubDate><title>Bombeiros resgatam cinco filhotes de cachorro presos em buraco</title><description>Animais estavam em um lote baldio e foram retirados sem ferimentos após a equipe ampliar a abertura e aprofundar a escavação para alcançá-los</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/43/48/b5/4348b5a8zmp93962ati67ervk.jpg"><figcaption>Bombeiros resgatam cinco filhotes de cachorro presos em buraco<span class="copyright">Divulgação/Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás </span></figcaption></figure><p>Uma equipe do <strong>Corpo de Bombeiros Militar de Goiás</strong> resgatou<strong> cinco filhotes de cachorro</strong> que estavam presos em um buraco, na tarde desta terça-feira (22), em Caldas Novas, no sul do estado.</p><p>Os animais foram encontrados em um lote baldio. Segundo os bombeiros, a mãe permanecia próxima aos filhotes e ajudava a protegê-los, mas o local apresentava risco de alagamento caso chovesse.</p><p class="  ">Para conseguir retirar os <strong>cães</strong> com segurança, a equipe precisou ampliar a abertura do buraco e aprofundar a escavação até alcançar os animais.</p><p>Os cinco filhotes foram retirados sem ferimentos e apresentavam boas condições de saúde. Após o resgate, eles ficaram sob os cuidados da pessoa que acionou os bombeiros.</p><p>A ocorrência chamou atenção para o risco que estruturas abertas em terrenos podem representar para animais que circulam ou acabam entrando nesses espaços.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-23/bombeiros-resgatam-cinco-filhotes-de-cachorro-presos-em-buraco.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Divulgação/Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Corpo de Bombeiros Militar de Goiás, filhotes, cachorro, animal, pet, resgate</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab406efb76d4ef256e41e7c</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 17:18:12 +0000</pubDate><title>Morre Chanel, ovelha que conquistou mais de 720 mil seguidores</title><description>Animal era conhecido pela participação em atividades de pet terapia em um hospital de Passo Fundo e também t compartilhava sua rotina com a tutora</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6x/q7/4p/6xq74pbvzr8tkmhzi8ywbg928.jpg"><figcaption>Morre Ovelha Chanel, fenômeno com mais de 720 mil seguidores que atuava com a pet terapia<span class="copyright">Instagram/@ovelhachanel </span></figcaption></figure><p>A<strong> ovelha Chanel,</strong> conhecida nas redes sociais pelos mais de 720 mil seguidores e pelo trabalho em ações de<strong> pet terapia,</strong> morreu nesta terça-feira (22), no Rio Grande do Sul.</p><p>Criada em <strong>Lagoa Vermelha, Chanel</strong> ficou conhecida como pet influencer. Além da rotina compartilhada nas redes, ela participava de ações em um hospital de Passo Fundo, onde acompanhava atividades voltadas aos pacientes.</p><p>A morte foi informada pela tutora, <strong>Cá Moreira,</strong> nas redes sociais. Segundo ela, <strong>Chanel</strong> sofreu uma <strong>parada cardíaca</strong> enquanto era levada para realizar exames.</p><p><em>"Talvez algumas vidas sejam tão especiais que não terminem quando o coração para de bater",</em> comentou Cá.</p><p>Nos últimos dias, a tutora havia percebido uma redução na alimentação da ovelha. Na manhã de terça-feira, porém, <strong>Chanel</strong> aparentava estar bem. Durante uma sessão de fisioterapia, ela teria ficado agitada e precisou ser atendida pela equipe médica.</p><p>Os profissionais realizaram tentativas de reanimação, incluindo a intubação, mas o animal não resistiu. A causa da parada ainda deve ser esclarecida pelo laudo.</p><p>Nas redes sociais, Cá também falou sobre a dificuldade de lidar com a perda e destacou a relação construída ao longo dos anos.</p><p class="  "><em>"A Chanel continua em tudo que ela mudou em mim, em tudo que vivemos, e, principalmente, um amor que deixou pra sempre dentro do meu coração",</em> disse.</p><h2>Como o sucesso começou</h2><p>Para <strong>Cá Moreira,</strong> influenciadora digital e tutora de vários animais, a história de Chanel nas redes sociais começou com vídeos <a href="https://canaldopet.ig.com.br/2021-01-24/chanel-a-ovelha-que-e-sucesso-no-tiktok.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">de humor publicados no TikTok.</a></p><p>A ideia surgiu quando ela decidiu mostrar um pouco da rotina da ovelha, incluindo momentos como banho e tosquia. O primeiro vídeo chamou a atenção do público e rapidamente alcançou pessoas de diferentes partes do país.</p><p>Segundo Cá, a curiosidade em torno da rotina de uma ovelha foi um dos fatores que despertaram o interesse dos internautas.</p><p><em>“Os vídeos ficam divertidos pois Chanel é curiosa, então tudo o que vê, ela quer pegar e sai correndo antes que eu tire dela”, conta. Quanto ao público, ela afirma: “Os seguidores ficaram loucos com a fofura da Chanel, recebi e recebo muitas mensagens de carinho deles para com ela”.</em></p><h2>Cuidados com a saúde</h2><p>Ter um animal de estimação vai muito além de dar abrigo e alimento, os pets necessitam de vários cuidados e com uma ovelha não é diferente, precisando também de cuidados mais específicos.</p><figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1l/p7/x8/1lp7x8w3ljxa2ee23wdtbtuqe.jpg"><figcaption>Cá Moreira adotou Chanel com apenas 3 dias de vida<span class="copyright">Reprodução/Instagram </span></figcaption></figure><p><em>“Uma ovelha precisa sim de cuidados especiais, pois ela é mais sensível, cuidados com chuva e vento é fundamental. Todo ano ela toma uma vacina para doenças, cuido muito a questão da temperatura, até cobertores ela tem na casinha, mesmo tendo lã. No inverno eu redobro o cuidado para evitar doenças respiratórias, cuido muito também a alfafa que compro, pois ela já comeu uma que estava velha e a fez muito mal”,</em> explica.</p><h2>Amor e aprendizado</h2><p>O que mais se destaca no comportamento da ovelhinha, além de sua maneira curiosa de lidar com os objetos ao seu redor, é o sentimento de cumplicidade e carinho que ela passa.</p><p><em>“Além de ser muito curiosa por tudo e querer estar sempre perto, o que mais me encanta é quando chego e ela vem correndo no portão me receber junto com os cães. Às vezes, quando não vem, ela berra ao ouvir o barulho do portão, como se dissesse ‘estou aqui’”</em> conta ao Canal do Pet.</p><p>Como aprendizado, ela nos conta que o tempo convivendo com a ovelhinha, transformou também sua visão em relação a outros animais.</p><p><em>“Chanel me ensinou tantas coisas, convivendo com ela descobri uma inteligência enorme, uma doçura incomparável e sinto a gratidão que ela tem por mim, com isso comecei a ver todos os animais com um olhar diferenciado, pois dando a eles amor e carinho, todas as espécies podem retribuir da mesma maneira, nos dando alegrias. Como disse um primo meu quando veio conhecer: ‘Cá, como a Chanel tem um semblante feliz, nunca tinha visto uma ovelha com esse olhar alegre.’ Essas palavras foram a confirmação do que eu sempre quis, Chanel feliz!”,</em> concluiu.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-23/morre-chanel--ovelha-que-conquistou-mais-de-720-mil-seguidores.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Instagram/@ovelhachanel </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>Pet terapia, chanel, ovelha, pet, animal</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab300e72079ae1b742a0180</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 10:00:58 +0000</pubDate><title>O que as patinhas revelam sobre a saúde dos pets</title><description>Rachaduras, vermelhidão, inchaço e lambedura excessiva podem indicar lesões ou problemas dermatológicos; veja quais sinais exigem atenção do tutor</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/em/h3/7x/emh37xv3yxgf1de0ucg28bj1k.jpg"><figcaption>Patinhas <span class="copyright">Reprodução/freepik </span></figcaption></figure><p>A cor das <strong>almofadinhas das patas</strong> pode mudar de um pet para outro e nem sempre uma alteração de tonalidade significa que há algo errado. O que parece apenas uma diferença de aparência pode, em alguns casos, vir acompanhado de sinais que merecem atenção do tutor.</p><p><strong>Rachaduras, vermelhidão, inchaço, crostas e lambedura</strong> insistente estão entre os sintomas que podem indicar desde uma irritação até uma lesão mais séria. </p><p>Como as patas ficam em contato direto com o chão, também estão expostas a calor, superfícies ásperas, produtos químicos e objetos que podem provocar ferimentos.</p><p>Mas como saber o que faz parte do aspecto normal de cada animal e quando é hora de procurar ajuda? Para <strong>Gustavo Jorge Gonçalves, </strong>veterinário da WeVets, o primeiro passo é conhecer como as patas do próprio pet.</p><p><em>"Não existe uma única cor ou textura que represente uma pata saudável. O tutor deve conhecer o padrão do próprio animal e ficar atento a alterações recentes, principalmente quando aparecem dor, inchaço, feridas, secreção ou dificuldade para caminhar",</em> explica.</p><p>As <strong>almofadinhas</strong> exercem funções importantes no dia a dia. Elas ajudam a absorver impactos, colaboram para o equilíbrio, protegem as articulações e funcionam como uma barreira entre as patas e o chão. Ainda assim, não estão livres de lesões.</p><h2>Quando rachaduras podem ser um problema?</h2><p>Uma superfície levemente áspera pode fazer parte da característica natural das patas, principalmente em cães que caminham com frequência. A preocupação aumenta quando aparecem fissuras profundas, sangramento ou sensibilidade.</p><p>Entre as possíveis causas estão o atrito constante, temperaturas muito altas ou baixas, queimaduras, irritações e alterações na produção de queratina.</p><p>Outro problema possível é a hiperqueratose, caracterizada pelo excesso de queratina e pelo espessamento das almofadinhas. Em situações mais intensas, a região pode rachar, provocar dor, facilitar infecções e dificultar a caminhada.</p><h2>Vermelhidão e inchaço também são sinais de alerta</h2><p>Uma <strong>pata avermelhada</strong> ou <strong>inchada</strong> pode ter diferentes origens. A reação pode estar relacionada a alergias, contato com substâncias irritantes, queimaduras, infecções ou corpos estranhos, como espinhos, fragmentos de vidro e pequenas pedras.</p><p>A inflamação também pode aparecer entre os dedos. Nessa região, o animal pode apresentar coceira, dor e perda de pelos.</p><h2>E as crostas?</h2><p>Crostas podem surgir depois de traumas, queimaduras, processos inflamatórios ou doenças dermatológicas. Apesar da tentação de removê-las, o ideal é não arrancar a formação.</p><p>Quando o problema não melhora, aumenta ou aparece em mais de uma pata, uma avaliação veterinária pode ajudar a identificar a causa.</p><p><em>"Aplicar cremes por conta própria pode piorar a irritação ou oferecer risco caso o animal lamba o produto. Até hidratantes aparentemente inofensivos precisam ser indicados por um veterinário",</em> orienta.</p><h2>Cortes, bolhas e sangramentos</h2><p>Ferimentos causados por cortes, perfurações ou queimaduras podem provocar bastante dor e fazer com que o animal evite apoiar a pata. Em alguns casos, parte da almofadinha pode até se desprender.</p><p class="      ">Se houver sangramento, o tutor pode fazer uma compressão cuidadosa usando gaze ou um pano limpo enquanto leva o animal para atendimento. Já objetos que estejam profundamente presos não devem ser retirados em casa, pois a tentativa pode aumentar a lesão ou o sangramento.</p><h2>Toda mudança de cor significa doença?</h2><p>Não. A pigmentação das almofadinhas varia naturalmente. Elas podem ser rosadas, pretas, marrons ou apresentar uma combinação de cores.</p><p>A textura também pode mudar conforme os hábitos do animal. Cães que caminham bastante, por exemplo, podem ter a região mais espessa.</p><p>O sinal que merece atenção é uma mudança recente em relação ao padrão habitual, especialmente quando vem acompanhada de dor, feridas, crostas ou inchaço. A alteração de cor, sozinha, não permite determinar a causa.</p><h2>O comportamento pode entregar que algo não vai bem</h2><p>Nem sempre uma lesão é facilmente percebida durante uma inspeção visual. Por isso, mudanças no comportamento também podem servir como alerta.</p><p><strong>Lamber</strong> ou <strong>morder</strong> as patas repetidamente, mancar, evitar apoiar uma das pernas, demonstrar incômodo quando a região é tocada ou diminuir o interesse pelos passeios podem indicar dor, coceira ou a presença de algum corpo estranho.</p><p>Odor forte, secreção, sangramento, perda de pelos entre os dedos e aumento de volume também justificam uma consulta veterinária. A lambedura constante, por exemplo, não deve ser automaticamente encarada como um simples hábito, já que pode estar relacionada a alergias, ferimentos e outros problemas dermatológicos.</p><h2>Cuidado com o chão quente</h2><p>Durante os dias de calor, o piso também pode se transformar em um risco para os animais. As almofadinhas são mais resistentes do que a pele humana, mas podem sofrer queimaduras em contato com asfalto ou concreto muito aquecidos.</p><p>Uma forma de reduzir o risco é escolher horários mais frescos para os passeios, como o começo da manhã e o fim da tarde. Locais com sombra também devem ser priorizados.</p><p>Depois da caminhada, sinais como relutância para andar, lambedura das patas, vermelhidão, bolhas ou desprendimento da camada superficial podem indicar uma queimadura. A Universidade Cornell alerta que, apesar de resistentes, as almofadinhas também podem ser lesionadas pelo pavimento quente.</p><h2>Como examinar as patas do pet</h2><p>A avaliação pode ser feita rapidamente em casa, principalmente depois dos passeios ou durante os momentos de higiene. O tutor deve observar:</p><ul><li>todas as almofadinhas;</li><li>os espaços entre os dedos;</li><li>cortes, espinhos ou outros resíduos;</li><li>vermelhidão, inchaço, secreção ou odor;</li><li>unhas quebradas ou excessivamente compridas;</li><li>sinais de dor ou resistência ao toque;</li><li>lambedura persistente;</li><li>mudanças recentes de cor, espessura ou textura.</li></ul><p>Após o passeio, as patas podem ser higienizadas com água e secas cuidadosamente, inclusive entre os dedos. Já pomadas, hidratantes, antissépticos e medicamentos devem ser utilizados somente com orientação de um profissional.</p><p><em>"Observar as patas leva poucos minutos e pode revelar uma lesão antes que ela se agrave. Quando o animal manca, sente dor, apresenta sangramento, secreção ou não consegue apoiar a pata, o atendimento não deve ser adiado",</em> conclui o veterinário.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-23/o-que-as-patinhas-revelam-sobre-a-saude-dos-pets.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>Reprodução/freepik </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>cuidados com as patas, pet, animal, cachorro, gato, almofadinhas</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item><item><guid isPermaLink="false">6ab303c42079ae1b742a0182</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 22:57:50 +0000</pubDate><title>Cachorro se agarra ao pescoço do tutor para ganhar carinho</title><description>Bob fica no colo e chama atenção pela forma manhosa de buscar proximidade, enquanto a tutora brinca que Mel teria despertado uma disputa pela atenção</description><content:encoded><![CDATA[<figure><img src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7z/vi/75/7zvi75fu0e4arnlj5sceya3la.jpg"><figcaption>Cachorro fica agarrado ao tutor e brinca de disputar carinho<span class="copyright">@bob_arlequim (ug) | @myhoodbr </span></figcaption></figure><p><strong>Bob</strong> parece ter encontrado a melhor estratégia para garantir alguns minutos de atenção: ficar bem juntinho do tutor, quase no pescoço dele.</p><p>Em um vídeo compartilhado pela família, o cachorro aparece confortável no colo, aproveitando o carinho enquanto a tutora brinca que ele estaria com ciúmes de <strong>Mel</strong> após a chegada dela.</p><p>Na gravação, os dois permanecem próximos enquanto <strong>Bob</strong> recebe atenção. O cão parece não ter pressa para deixar o colo e aproveita cada segundo da companhia.</p><p>A tutora entra na brincadeira ao sugerir que o comportamento seria uma reação à presença de Mel. Com jeito manhoso, ele se acomoda no colo e parece fazer questão de garantir seu espaço. </p><h2>Ligação entre cães e tutores vai além da companhia</h2><p>A relação entre cães e  tutores vai muito além da companhia do dia a dia. Conhecidos pela lealdade e pelo carinho, os cachorros conquistaram espaço dentro das famílias e se tornaram verdadeiros  parceiros dos humanos.</p><p>Além da amizade, os animais também ajudam no bem-estar emocional. A convivência com os pets pode contribuir para reduzir o estresse, a ansiedade e até tornar a rotina mais leve e divertida.</p><p>Outro ponto que fortalece essa conexão é a capacidade dos cães de perceber emoções e demonstrar afeto nos momentos mais diferentes, seja durante brincadeiras, passeios ou até em situações de tristeza.</p><h2>Veja mais</h2><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/cuidados/dicas/2019-03-21/cachorro-dono-relacionamento.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Dicas para criar uma boa relação entre cachorro e dono</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/2025-10-03/pets-e-criancas--dicas-praticas-para-uma-convivencia-saudavel.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Pets e crianças: dicas práticas para uma convivência saudável</a></p><p><a href="https://canaldopet.ig.com.br/colunas/adestramento-comportamental/2019-02-07/se-despedir-cachorro.html" target="_blank" rel="noopener nofollow">Porque você não deve se despedir do cachorro antes de sair de casa</a></p><p>A convivência com os animais também estimula valores como responsabilidade, cuidado e paciência, criando uma ligação cada vez mais forte entre tutores e seus companheiros de quatro patas.</p><p>Mais do que animais de estimação, os cães acabam se tornando parte da família e presença constante na vida de muitas pessoas.</p>]]></content:encoded><link>https://canaldopet.ig.com.br/2026-09-22/cachorro-se-agarra-ao-pescoco-do-tutor-para-ganhar-carinho.html</link><dc:creator>Maria Fernanda da Silva Santos</dc:creator><media:credit>@bob_arlequim (ug) | @myhoodbr </media:credit><author>Maria Fernanda da Silva Santos</author><keywords>amizade, ciumes, pet, animal, cachorro, tutor</keywords><internationalize>false</internationalize><section>577158f6b8500ccc669222ad</section></item></channel></rss>