SamuVet deverá atender animais abandonados e vítimas de maus-tratos
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SamuVet deverá atender animais abandonados e vítimas de maus-tratos

Com a proposta de levar socorro veterinário até onde o animal estiver, a Prefeitura de Belo Horizonte anunciou a ampliação da rede pública de assistência a cães e gatos.

A principal novidade é a criação de um serviço de atendimento móvel para casos de urgência, além da reorganização das unidades já existentes e ampliação do número de consultas diárias.

O novo formato reunirá o Complexo Médico Veterinário, a Unidade Básica de Saúde (UBS) Animal e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgências e Emergências Médico-Veterinárias (SAMUVET). Com a reestruturação, a capacidade passará de 45 para 75 atendimentos por dia.

O prédio atualmente utilizado no bairro Madre Gertrudes deixará de funcionar como unidade aberta ao público e passará a sediar a base do SAMUVET.

O local terá central telefônica, sala de classificação de risco e ambulâncias equipadas para atender ocorrências como atropelamentos, quedas, agressões e resgates em situações de risco, inclusive em vias públicas. A estimativa é de até 85 atendimentos mensais nessa modalidade.

O serviço será acionado exclusivamente por canal oficial, sem atendimento presencial no endereço.

Já o Complexo Médico Veterinário será transferido, a partir de março, para espaço cedido pelo Centro Universitário Uni-BH, na região Oeste da cidade.

A proposta é manter os atendimentos destinados a tutores de baixa renda, com distribuição diária de senhas, além da realização de procedimentos cirúrgicos em estrutura própria. A gestão ficará sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais - Anclivepa Minas.

Ainda no primeiro semestre, está prevista a abertura da UBS Animal na regional Norte, destinada a casos de menor complexidade, mediante agendamento e triagem.  A unidade deverá atender 30 animais por dia.

O modelo também inclui a criação de uma Central de Regulação e Triagem, responsável por organizar os chamados e integrar as demandas entre as equipes móveis e as unidades fixas. O investimento mensal previsto para a rede passará de R$ 395 mil para R$ 625 mil.

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