O ditado “o cão é o melhor amigo do homem” passou a fazer muito sentido para Daniela Sato depois que ela começou a conviver com spitz alemães. Quando se divorciou, nada parecia dar certo. Pelo contrário: Daniela via sua vida afundando. “Tinha largado tudo pelo meu ex-marido e agora eu estava sozinha”, conta. “A partilha de bens também não saia e tudo ia me afundando mais na depressão” – ela estava cada vez mais deprimida e nada conseguia tirá-la daquele estado.

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Para tentar se distrair, Daniela abriu uma empresa: um petshop online especializado em mini coelhos. “Mas em 2015 a loja passou por uma crise, e isso também me jogou para baixo”, conta. “Como última opção, pensei em comprar um cachorro. Uma amiga até me indicou um criador”, e essa foi a ideia que finalmente faria Daniela se recuperar.

Os cães de Daniela
Daniela Sato/ Arquivo pessoal
Os cães de Daniela


Hoje, ela tem seis cães da raça spitz alemão , Cookie, Shoyu, Mel, Jujuba, Gohan e Azuki, e um deles foi resgatado de situação de maus-tratos. “Eles foram como terapia para a minha depressão”, contou. O segundo baque na vida dela foi quando descobriu que não poderia ter filhos, um sonho de longa data. “Quando descobri que não podia mais engravidar sem a possibilidade de morte eles me ajudaram a enfrentar essa condição”, completa.

Nessa fase, a tutora teve outra ideia para tentar esquecer o problema: decorar um quarto de sua casa para seus cães . Parecido com um quarto de criança, o cômodo tem armário cheio de roupinhas, brinquedos, caminhas e o que mais os cachorros gostarem. “Ao mesmo tempo eles tiveram um crescimento enorme no Instagram e recebiam muitas coisas. Precisávamos deixar tudo mais organizado”, explica.

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Quarto dos cães
Daniela Sato/ Arquivo pessoal
Quarto dos cães


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Mas os cães não ficam presos durante o dia todo no quarto, pelo contrário. “Ficam lá quando querem ficar mais quietos durante o dia... ou brincando.” Durante a noite, dormem com Daniela, e tem acesso a casa toda, sem exceção.


Os passeios não são muito comuns para os Spitz , já que o medo de roubos é grande. “Mas tentamos ao máximo sair com eles”, conta. Já para viajar é um pouco mais complicado com uma família desse tamanho.

Armário cheio de roupinhas
Daniela Sato/ Arquivo pessoal
Armário cheio de roupinhas



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Com seis cães, os cuidados veterinários são muitos, mas principalmente para dois especiais: um é diabético e tem muitas alergias. O outro viveu a vida toda dentro de uma gaiola até ser resgatado por Daniela, e por isso suas patas atrofiaram. E, além dos cães, ela também resgatava coelhos. “Já cheguei a ter seis coelhos. Hoje tenho apenas três”, completa.

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