Após ser confundido com um cachorro, o filhote foi deixado no hospital e ganhou um novo lar, cheio de amor e carinho!

Existe amigo mais fiel que um bichinho de estimação? Há quem diga que não. Ao longo do cotidiano, estes companheiros tornam-se tão importantes quanto um parente querido. Eles são amados, cuidados e retribuem esse amor de maneira silenciosa e envolvente. Mas, e quando o seu animall de estimação é, nada mais, nada menos, que um filhote de raposa?

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Natalie Reynolds proporcionou uma nova vida para a raposa abandonada
Facebook/Reprodução
Natalie Reynolds proporcionou uma nova vida para a raposa abandonada

Foi o que aconteceu com Natalie Reynolds, em Sarratt, na Inglaterra. Sua amiga, enfermeira veterinária, entrou em contato dizendo que uma família havia confundido um filhote de raposa com o de cachorro e, após descobrir que se tratava da primeira opção, abandonou o animal. Completou que este havia passado por cirurgia e precisaria do apoio de alguém disposto, que prestasse os devidos cuidados.

Jasper, então, foi adotado por Natalie dois dias após sua cirurgia. Ela fez da raposa, de seu marido, seus dois filhos, três cães, gatos e cavalos, uma grande família. A relação entre os filhos, Chace, de três anos, e Marissa, de cinco anos, é amigável, todos brincam juntos com Jasper no jardim, os cães correm atrás da raposa e os gatos, por sua vez, são os únicos que demonstram não gostar muito do concorrente.




Mesmo esta sendo uma história de amor e resgate, Natalie reforça que não recomenda um animal de estimação tão selvagem. "Nós somos muito afortunados por termos coisas para mantê-lo aqui, mas, de qualquer maneira, não é algo que eu aconselhe", disse ela. "Eu não quero que as pessoas saiam e pense que isso é ótimo, ele não é bom em uma situação doméstica”, afirma.

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Natalie já se afeiçoou por Jasper e este mantém carinho especial por sua salvadora. A inglesa diz, portanto, que o animal só é enjaulado no período noturno para segurança da família, mas que ao longo do dia é livre para percorrer todo o terreno. A medida foi tomada quando Natalie percebeu que, ao levar a raposa para passear, ela mantinha um olhar agressivo para os outros cães. "Elas –as raposas- não são animais domésticos", coloca a inglesa.

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Martin Brookes, do Vale Wildlife Hospital, analisa que houve uma crescente tendência de manter raposas selvagens como animais de estimação, já uma instituição de caridade animal argumenta ser errada a permanência de Jasper na residência, uma vez que as raposas são animais selvagens e mantém esses instintos, não importando se a família está com o filhote de raposa desde quando ele nasceu.

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